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segunda-feira, 8 de abril de 2024

Os Mestres Ascensos e Seus Raios de Ação

Você já se perguntou sobre os mistérios dos Mestres Ascensos e seus Raios de Ação? 🤔

Quer compreender melhor como essas energias divinas podem transformar sua vida e guiar seu caminho em direção à iluminação?

Então, aproveite esta oportunidade única!

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sábado, 2 de fevereiro de 2013

Lenda das Sereias.

Hoje é dia de Yemanjá, rainha do mar. Deixo abaixo a letra de uma música sobre as sereias do mar que já esteve na voz de Clara Nunes e Marisa Monte. 

Oguntê, Marabô
Caiala e Sobá
Oloxum, Ynaê
Janaina e Yemanjá
São rainhas do mar


Mar, misterioso mar
Que vem do horizonte
É o berço das sereias
Lendário e fascinante


Olha o canto da sereia
Ialaó, oquê, ialoá
Em noite de lua cheia
Ouço a sereia cantar
E o luar sorrindo
Então se encanta
Com as doces melodias
Os madrigais vão despertar


Ela mora no mar
Ela brinca na areia
No balanço das ondas
A paz, ela semeia
Ela mora no mar
Ela brinca na areia
No balanço das ondas
A paz, ela semeia


Toda a corte engalanada
Transformando o mar em flor
Vê o Império enamorado
Chegar à morada do amor


Oguntê, Marabô
Caiala e Sobá
Oloxum, Ynaê
Janaina e Yemanjá
São rainhas do mar


Letra de Vicente/Dionel/Veloso

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

X da Questão.

Existem muitas associações simbólicas conferidas à letra X.

Nos países onde o alfabeto romano era utilizado, as pessoas analfabetas riscavam o X no lugar de suas assinaturas em documentos legais, como as certidões de nascimento, por exemplo. E após assinar com um X, davam um beijo como sinal de sinceridade. Por isso, existe o costume de se representar um beijo com o sinal do X.

Nos numerais romanos o X representa o 10. na matemática, o X é multiplicação e em álgebra, é uma variável em uma função. Indica uma quantidade desconhecida que levou à criação da expressão Sr. X, que dá a ideia de anonimato.

O X para garantir o anonimato também acontece na hora de votar.

Marca-se o X também para indicar um erro.

Nas estradas o X é um aviso de que você não deve ir adiante, ou é proibido ou cancelado. No entanto, um X num mapa indica o local.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Frau Holda, Deusa da Terra.

Hoje é dia da Deusa Holda, antiga divindade nórdica da Terra e da natureza. Também padroeira das mulheres e dos assuntos domésticos.

Mas ao mesmo tempo em que rege as tarefas domésticas, está associada ao deserto exterior, aos animais selvagens e aos lugares remotos do homem. Sua imagem também está associada ao inverno, às bruxas e aos caçadores selvagens.

Também chamada de Frau Holle, a deusa presidia os lagos, os rios, o cultivo e a fiação do linho, a lareira e a maternidade.

A simbologia dessa deusa é muito complexa. Ao longo do tempo, o seu lado escuro ficou mais marcado nas lembranças dos nórdicos, como a que conduzia as almas e a que voava sobre os vales e montanhas nos rodopios dos ventos.

Na mitologia, diz-se que quando chovia, Holda estava lavando suas roupas. Quando nevava, ela estava sacudindo seus travesseiros.

A representação que mais marcou Holda foi a de uma velha feia e furiosa a qual se apelava para assustar crianças desobedientes.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Nossa Senhora dos Anjos.

Hoje é dia de Nossa Senhora dos Anjos, um dos muitos títulos e devoções à Mãe de Jesus.

Conta a história que o nome Nossa Senhora dos Anjos tem a ver com o local onde foi construída a capela de Porciúncula. Tal capela teria sido construída por quatro peregrinos que retornavam da Terra Santa e que veneravam um fragmento do túmulo da Virgem Maria. Nesse local sempre se ouvia o canto de Anjos.

Foi nessa capela que São Francisco de Assis recebeu a indulgência do “Perdão de Assis”. Tem um episódio que conta que certa noite, São Francisco estava rezando em sua cela pela conversão dos pecadores, quando um anjo pediu que fosse até à Capela da Porciúncula. Lá chegando, viu um coro de Anjos e no meio deles, a Virgem Maria ao lado de Jesus. A Virgem disse-lhe: “Em recompensa ao teu zelo pela conversão dos pecadores, pede-me o que quiseres”.

São Francisco pediu, então, a indulgência Plenária para todos aqueles que, tendo confessado e comungado, visitassem aquela pequena igrejinha. Mas o pedido precisava ainda ser ratificado pelo Papa. Na manhã seguinte, São Francisco foi ao encontro do Santo Padre. O Papa, no entanto, lhe concedeu a graça apenas de um dia por ano, ou seja, a cada 2 de agosto.

Essa data ficou conhecida como “Perdão de Assis” ou “Dia do Perdão”. Muitos fiéis vão à Basílica da Porciúncula. É uma das festas mais importantes da família franciscana. O Papa Sisto IV estendeu esta comemoração à toda família.

É um bom momento para se pensar, caso seja cristão, em fazer uma boa confissão, e participar da Eucaristia.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Kupala, a Deusa do Verão.

Os países eslavos festejavam no dia de hoje Kupala, a deusa do auge do Verão. Também era chamada de Deusa da Água, da Magia e das Ervas.

Na festa de Kupala, que se chamava-se Sobótka, costumava-se fazer uma efígie de mulher com a palha dos campos de trigo. Os casais jovens então pulavam as fogueiras segurando essa efígie e depois tomavam banho nos rios. No dia seguinte jogava-se a efígie na água do rio pedindo para que ela levasse consigo todos os males das pessoas.

É uma celebração feita durante o Solstício de Verão, no Hemisfério Norte, em que se honravam os dois elementos mais importantes: o fogo e a água.

Nos Bálcãs, também se reverenciava Kupala. Mas a efígie era feita com galhos de bétula e vestida com roupas de mulher. Já na Rússia, o nome dessa deusa era Kupal’nitsa e o seu par era Ivan Kupalo.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Anahita, Deusa do Amor.


Anahita era a deusa do Amor, na Pérsia. Era uma das governantes do Império. A deusa regia o planeta Vênus e personificava o poder fertilizador da Lua, da Água e da Chuva. Considerada a padroeira da reprodução, Anahita era a que purificava tanto o homem quanto a mulher para conceberem.

Em dado momento ela era a figura da mãe, a que nutria. E em outro, a da guerreira, a que defende seus protegidos.

Geralmente é retratada por uma linda mulher vestida com um manto dourado ornado com pele de lontra e jóias de outro. Os quatro cavalos brancos que puxavam sua carruagem representavam o vento, as nuvens, a chuva e o granizo. Para fazer pedidos à deusa, ofertavam-se a ela galhos verdes, novilhas brancas e leite.

Se você quiser entrar em sintonia com a energia de Anahita, mentalize o cálice sagrado da deusa derramando uma chuva luminosa com as cores de um arco-íris sobre você. Procure atrair a cor que mais tenha a ver com o momento que você está vivendo e imagine-se lutando para alcançar seus objetivos ou para permitir que um novo amor entre em sua vida.

sábado, 16 de abril de 2011

A Asteca Coatlicue.

Coatlicue é a deusa asteca da vida e da morte. Também mãe dos deuses da Lua, das Estrelas e do Sol.

É também chamada de Saia de Serpente. Recebeu esse nome porque usa uma saia de cascavéis que balançam.  Sua representação traz além das serpentes, penas e colares de caveira .

Conta a mitologia asteca que certo dia a deusa encontrou plumas com penugem branca e as colocou sobre seu peito. Apenas com esse gesto, Coatlicue ficou grávida. Os outros deuses, seus filhos, descobriram e juraram matá-la para impedir que o recém-nascido os suplantasse.

Apenas sua filha, Coyolxauhqul, a deusa da Lua, a avisou do perigo que corria. Por ter dedurado os irmãos, Coyolxauhqul foi decapitada pelo deus do Sol. Em sinal de luto, Coatlicue colocou a cabeça luminosa da filha no céu.

É considerada a criadora primordial, preexistente a qualquer outra criação. Coatlicue também governava a morte definindo o prazo de vida de todas as criaturas.



quinta-feira, 14 de abril de 2011

Quatro por Quatro.

O Quatro é um número terreno e também é símbolo da ordem e do poder, da nossa realidade terrena e do mundo invisível.

Com o 4 surge a noção de espaço. Enquanto o ponto representa o 1, uma reta unindo dois pontos representa o 2. Se acrescentamos mais duas retas, formamos um triângulo. E quatro triângulos juntos formam uma pirâmide configurando o espaço.

De acordo com a crença antiga, Deus criou 4 elementos com os quais teceu a criação. Isso quer dizer que tudo que existe nesse mundo é uma mistura de água, fogo, terra e ar.

Quatro foi o número dado à nossa ordem de tempo e espaço. Dividimos as estações do ano em 4; definimos as fases da vida também em 4: infância, juventude, maturidade e velhice; e o horizonte possui quatro pontos cardeais; são 4 os naipes das cartas de baralho; 4 Cavaleiros do Apocalipse... a lista é extensa.

Para C.G.Jung, essa quaternidade seria um arquétipo. Uma espécie de retícula do nosso intelecto, que escolhemos utilizar para estruturar a realidade.

O círculo representa o hemisfério divino e o 4, o terreno, que pode vir na forma de uma cruz, um quadrado ou um cubo. E o encontro do círculo com o 4 pode ser visto na cruz Celta, que divide o círculo em quatro segmentos simbolizando as quatro estações sagradas no ciclo anual do sol, nas quatro fases da Lua. Esse simbolismo é expresso nas construções sacras pois os homens tentavam reproduzir Céu e Terra nas suas edificações.

No Japão, o número 4 é considerado o número do azar pois o som dele é parecido com a palavra morte. É comum os japoneses evitarem o número 4 em seus celulares ou em placas de carro.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.

domingo, 10 de abril de 2011

Bau, Deusa do Céu.

Na Babilônia reverenciava-se hoje a Deusa Bau, deusa do Céu, da Terra e do mundo subterrâneo. Ela era mãe de Ea, o deus das Águas.


O Termo Ba significa “dar, oferecer, repartir”. E a letra U, significa capim, pasto que implica em generosidade de alimentos para o homem primitivo

Conta a mitologia, que Bau era a Mãe Primordial na Babilônia e na Fenícia. Ela era descrita como a criadora de todos os seres vivos. Tempos depois, teria sido fragmentada em outras deusas das quais apenas uma continuou sendo cultuada como Deusa Mãe, a deusa Gula. Essa Deusa era detentora do poder de sustentar a vida, de provocar ou curar doenças. A fornecedora de alimentos e da boa colheita.

Ela também foi Baba, a parteira, a que ajuda a trazer a vida ao mundo.

sábado, 26 de março de 2011

Dia da Solidão.

Na tradição Wicca e neopagã, hoje celebra-se o Dia da Solidão.

É um dia em que se recomenda a meditação. Se puder se isole um pouco de outras pessoas, ou se recolha por alguns minutos e mentalize essa energia. Ou então, dê uma caminhada na mata ou à beira mar. Procure estar em contato com a natureza o maior tempo possível.

Em algumas tradições esotéricas tem um momento na iniciação em que a solidão é importante pois coloca o iniciado em contato com os deuses.

Essa Solidão é no sentido de solitude e não de sensação de vazio e isolamento. É quando o estar sozinho pode ser uma experiência positiva, prazerosa e trazer um alívio emocional. Afastado de outras pessoas mas por uma escolha consciente.

domingo, 20 de março de 2011

Ano Novo Zodiacal.

No hemisfério Sul é equinócio de outono, assinalando a entrada do Sol no signo de Áries e o início de um novo Ano Zodiacal.

O povo celta celebrava nessa data o equinócio da primavera. Era chamado de Sabbat Ostara e simbolizava o renascimento da natureza e o desabrochar da vegetação.

É um momento para refletir e meditar.

Já na Grécia, era o dia em que Perséfone saía do mundo subterrâneo, de Hades. Sua mãe feliz com seu retorno, celebrava-o enchendo a Terra com folhas e flores.

Para entrar na energia de início de ano, comece um projeto novo, tome uma nova atitude, decisão ou compromisso. Revitalize suas energias, seu entusiasmo e desperte sua força interior, sua criatividade.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Al-Lat, Senhora da Terra.

Hoje é dia da deusa Árabe Al-Lat, representando a criação e a Terra.

Antigamente, ela era reverenciada em Mecca sob a forma de um grande bloco de granito. Rituais eram feitos com mulheres dançando ao seu redor e invocando a “Senhora”. Pediam-lhe proteção e abundância e faziam juramentos pois assim como a Terra, a deusa era eterna e indestrutível. Dizia-se: “Eu juro pelo sal, pelo fogo e por Al-Lat, que a é a maior de todos”.

Al-Lat faz parte de uma tríade de deusas do deserto. As outras são Al Uzza e Menat. Al-Lat representava a terra, a frutuificação. Al Uzza, era a deusa virgem das estrelas matutinas e Menat, a força do destino, a anciã do tempo e da morte.

Maomé aboliu o culto a esta deusa e a transformou no deus Allah.

Em uma outra versão, ela é mencionada como uma das três filhas de Allah junto com Manar e Al-Uzza.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Natureza dos Ciclos.

Todos os ciclos têm um início, que é o nascimento; um meio, o crescimento e um fim, a morte.

Os inícios são sempre desafiadores. É a parte mais crítica dos ciclos de aprendizado. Mas à medida que o processo vai se desenvolvendo, adquire-se conhecimento e tudo tende a fluir.

Tem uma frase que ilustra bem isso: “escuro e nebuloso é o início de todas as coisas, menos o seu fim.”

Procure lembrar-se que todo dia é um ciclo de vida e morte, de segurar e soltar. E tudo que chega até nós, vem para nos ajudar. Então, quanto menos gostamos de uma coisa, mais essa coisa tem para nos ensinar. Só que se lutarmos contra esse aprendizado, nós estamos perdendo energia. Ou melhor, estamos capitalizando energia para ela e aumentando o seu poder também.

Mas se aceitamos sem muitas restrições, aprendemos com ele e assim podemos receber poder e energia para que uma solução se manifeste.

A verdade é que nossa mente está sempre tão cheia preocupações e de pensamentos irrelevantes que não damos espaço para percebermos as lições que chegam até nós.

Pense: há sempre uma solução simples para qualquer problema. Mas se você não consegue descobri-la, possivelmente é porque seus pensamentos são complexos demais.

A imagem veio daqui.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Baralho Cigano: O Cavaleiro.

O Baralho Cigano contém 36 cartas e a primeira delas se chama O Cavaleiro. Em alguns baralhos, vem acompanhado do 9 de Copas.

Uma de suas interpretações fala que na época medieval, os cavaleiros eram pessoas encarregadas de realizar conquistas de novos povos e territórios em nome de seus reinos. É uma figura ligada à coragem, à determinação e às novas conquistas.

Seu significado principal é a necessidade de movimento.

Se olharmos bem o Cavaleiro da carta, veremos que ele está preparado para cavalgar e segurando as rédeas do cavalo ele está saltando um obstáculo. Isso significa que ele tem tudo para ter êxito na sua ação.

Se as condições para seguir em frente são favoráveis, então a pessoa que tira essa carta deve ir em busca de seus sonhos, de seus desejos.

A busca pela sabedoria relacionada ao conhecimento interior e à autoconfiança também é representada por esta carta. Para este arcano não existe medo do desconhecido, dos desafios e dos projetos difíceis.

Alquimicamente, essa carta representa a criatividade, a proteção e a benevolência pois traz o número 1, o número do Sol cujo regente é Leão.

A palavra-chave para essa carta é "Hei de Vencer".


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Ishtar, Rainha das Estrelas.

Hoje é o dia da Rainha das Estrelas, Ishtar, a personificação da complexidade feminina.

É uma das deusas mais poderoas do panteão Assírio. Sua figura surgiu da união das lendas e dos atributos de várias deusas com características semelhantes.

Era representada ora como mãe benevolente, virgem guerreira, amante exigente de vários deuses e mortais, e ora como anciã, conselheira, invocada nos julgamentos e nas decisões.

Quando regia a Lua e o planeta Vênus, se apresentava como guerreira destemida, na forma de estrela matutina ou como cortesã sedutora, na forma de estrela vespertina. Às vezes, as duas formas se fundiam e emergia a Senhora da Vida e da Morte.

Conta a lenda, que na juventude, Ishtar amava Tamuz, o Deus da Colheita. Dizia-se que esse amor causara-lhe a morte. Triste, a Deusa teria descido ao mundo dos espíritos na esperança de salvar o amado. Em cada um dos portões que passava, deixava uma peça da sua vestimenta. Quando chegou ao mundo dos espíritos, foi aprisionada. Durante esse tempo em que ficou presa, nenhuma criatura na face da terra deu à luz. Isso causou uma desolação no céu e na terra.

O pai de Ishtar, Sin, o Deus Lua, pediu então ajuda à Ea, Guardião da Sabedoria e encarregado de velar pelo Destino, para salvá-la. Ea prepara um encantamento que a Rainha do mundo dos espíritos se vê forçada a libertar Ishtar. A deusa presa é aspergida com a água da vida e tendo recolhido suas roupas em cada um dos portões, retornou para a liberdade.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Apolo, Deus Grego.

Hoje comemora-se o dia do deus grego Apolo.

Ele era a melhor e mais brilhante divindade grega. Era tão habilidoso quanto belo. Resplandecente. Sua imagem era de um jovem atraente e viril.

Ele e sua irmã gêmea, Ártemis, eram filhos de Zeus com uma Titã, Leto. Conta a lenda, que para dar à luz, Leto teve que fazê-lo na Ilha de Delos, pois todos os outros lugares temiam o poder do filho de uma Titã. Quando nasceu, Apolo jurou lealdade à sua lira e ao arco e prometeu revelar a vontade de Zeus através dos oráculos. Quatro dias depois, Apolo viajou para Delfos e matou um dragão que tentara contra sua mãe enquanto ela estava grávida. Essa batalha aconteceu no centro do mundo grego e tornou-se depois um dos principais templos de Apolo.

Ele era um dos doze principais deuses do Olimpo. Mas tal como os outros deuses, também tinha o seu lado obscuro. Embora ele fosse o patrono da medicina, suas flechas provocavam doenças nos seres humanos e ele podia ser cruel quando irritado.

Apolo era conhecido pelos seus casos amorosos. Mas não tinha muita sorte no amor. Dafne, uma ninfa da montanha, por exemplo, preferiu virar uma árvore de louro do que render-se ao Deus. Cassandra, filha de Príamo, Rei de Tróia, foi uma mortal que resistiu às investidas de Apollo mesmo ele tendo lhe concedido o dom da visão. Furioso, mas incapaz de lhe retirar o dom, fez com que suas profecias, embora se cumprissem, ninguém acreditasse nelas.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O Dois e os Opostos.

A dualidade de todas as coisas é uma noção importante na maioria das culturas e das religiões. A mais comum é a que opõe o bem e o mal. Mas temos também o céu e o inferno, a vida e a morte, o belo e o feio, o espírito e a matéria...

O número Dois é a primeira e a mais radical das divisões. Pois, agora, a unidade está dividida. O “um” inicial que é o círculo (zero), por meio do impulso criado, o (1), dá origem à polaridade (2) em que vivemos.

No relato da Criação, o segundo dia, no qual surgiu o firmamento, parece que algo não saiu muito bem. No final dos outros dias sempre vem a frase “e Deus viu que isso era bom”. Já no segundo dia... a suposição é que algo tenha saído errado. Pois o Dois é o símbolo de oposição, de conflito, de reflexão.

No Tarot, é personificado pela Papisa que está sentada entre duas colunas, uma preta e outra branca. Demonstra que todas as duas tem o mesmo valor.

A Papisa, é a consciência primordial da integridade que busca obter uma clareza, foi rompida. Dessa forma, não existe um pólo inferior ou superior ao outro.

Até porque, na antiguidade, principalmente nas sociedades matriarcais, as pessoas tinham a consciência de que tudo na vida possuía os dois lados.

Não fazia sentido desejar 1 e temer o outro.

O Dois é o outro. É o desejável, o oposto. O que atrai mas também é a ambivalência, a dúvida, o antagonismo, e até a indecisão, o dilema.

O Dois parece ser um número de sorte na China. Há um provérbio chinês que diz: “coisas boas vem em pares”. E também lembrando que as figuras guardiãs geralmente são feitas em pares pois dobram o sentido de proteção contra as armadilhas.

A imagem veio daqui.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Carta de Tarot: O Mago.

O Mago é aquele que recebe a energia do universo e a joga sobre a terra.

Ele representa o poder criativo e ativo.

Os elementos que leva consigo são:

O chapéu: tem a forma do número 8. É o número do infinito. São as inúmeras possibilidades e oportunidades que ele tem pela frente.

A varinha de condão: é a força transformadora.

A mesa: é uma mesa de três pernas que simbolizam os três reinos da natureza: animal, vegetal e mineral.

Os dados: apresentam-nos a sorte e as paixões humanas.

Essa é a carta do início da caminhada espiritual. Ela indica que algo novo está para começar. Tem elementos sobre a mesa que podem formar a imagem de um pentagrama. Mas a varinha apontada para o alto, parece que está captando energia e dirigindo-a para baixo. É como se ele fosse o elo entre as energias divinas e o mundo material.


segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Tarot - Arcanos Maiores.

O termo Arcano tem como origem etmológica arcanu, que vem do latim significando segredo, mistério. O que está oculto numa arca, num cofre.

Nos antigos centros iniciáticos do Egito, por exemplo, a forma de transmissão desses ensinamentos ocultos era simbólica. Era dada de acordo com três tipos de representação:

1- O simbolismo das cores.

2- O simbolismo dos quadros e figuras geométricas.

3- O simbolismo dos números.

No simbolismo das escolas egípcias, na Antiguidade, esses três tipos de representação se juntam num baralho de Tarot, composto de cartas coloridas, representando as lâminas, que chamamos de Arcanos. São 22 Arcanos Maiores e 22 Arcanos Menores.

Os adeptos daquela época, durante as iniciações no Templo, usavam em suas meditações o conteúdo das imagens dessas lâminas.

O objetivo era captar as imagens com a consciência e aceitar como conhecimento aquilo que a alma já sabia.

Os sacerdotes egípcios, eram mestres em “dizer sem dizer e saber sem ter ouvido”.

Pode-se dizer que as 22 imagens do Tarot são em parte os símbolos secretos de todo conhecimento que pode ser revelado aos homens. Eles contém o que chamam de tesouro do conhecimento e da vida.

Mesmo atravessando milênios, o significado místico dos valores universais permaneceu inalterado.

Também pode ser comparado à Arca de Noé, a Arca da Aliança de Moisés e a Arca que transportou Osíris para o mundo inferior, o mundo dos mortos e o fez renascer. Em resumo, é o ciclo cósmico completo: nascer, morrer e renascer.

As imagens clássicas do Tarot que conhecemos hoje, o mais usual, vem da Idade Média.
A imagem veio daqui.