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quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional

A frase budista "a dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional” reflete uma importante distinção entre o que experimentamos como dor física ou emocional e a forma como lidamos com essa experiência.

Na vida, todos enfrentamos desafios, perdas, frustrações e eventos que causam dor, seja física ou emocional. Esses acontecimentos fazem parte da condição humana e não podem ser completamente evitados. Por exemplo, perder alguém que amamos, enfrentar uma doença ou lidar com fracassos são experiências que podem trazer dor.

O sofrimento é a maneira como reagimos e nos apegamos à dor. Ele surge quando resistimos à dor, nos agarramos a ela, a amplificamos ou nos deixamos consumir por pensamentos e emoções negativas relacionados ao que aconteceu. O sofrimento está na interpretação e na história que contamos a nós mesmos sobre a dor. Por exemplo, além de sentir a tristeza pela perda de alguém, podemos nos atormentar com pensamentos de culpa, revolta ou autopiedade, o que intensifica nosso sofrimento.

Embora a dor seja uma parte inevitável da existência, o sofrimento é algo que podemos escolher evitar, aprendendo a lidar de forma consciente com nossas emoções e pensamentos. Por meio da aceitação, da atenção ao momento presente e do desapego, podemos vivenciar a dor com mais serenidade, sem permitir que ela nos consuma ou nos defina.

quarta-feira, 17 de abril de 2024

A Flor de Lótus e seu Simbolismo

A flor de lótus é conhecida por sua história de superação e simbolismo em várias culturas, especialmente no budismo. 

Ela cresce em meio ao lodo e à sujeira de lagoas e pântanos, mas emerge da água imaculada e desabrocha em uma bela flor. 

Essa jornada da escuridão para a luz representa a superação de desafios e adversidades para alcançar a pureza espiritual e a iluminação. 

É um lembrete de que mesmo em ambientes adversos, é possível crescer e florescer, transformando experiências negativas em beleza e sabedoria. 

A flor de lótus também simboliza a resiliência, a força interior e a capacidade de superar as dificuldades de vida para alcançar a realização pessoal e espiritual.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Silêncio.

A energia do todo se apossou de você. Você está possuído, você nem mesmo existe mais: o que existe é o todo.
Neste momento, à medida que o silêncio o penetra, você vai sendo capaz de compreender a significância dele, porque é o mesmo silêncio vivenciado pelo Buda Gautama. É o mesmo silêncio de Chuang Tzu ou Bodhidharma, de Nansen... O sabor do silêncio é o mesmo.

Os tempos mudam, o mundo continua se transformando, mas a experiência do silêncio, a alegria que vem dele, permanece a mesma. Essa é a única coisa em que você pode confiar, a única coisa que nunca morre. Esta é a única coisa que você pode chamar de seu próprio ser.
 

Osho Zen: The Diamond Thunderbolt 

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Sun Tzu e a Arte da Guerra.

Sun Tzu foi um general chinês que viveu no século IVa.C. Era um profundo conhecedor das manobras militares. Escreveu A Arte da Guerra, um livro sobre essas manobras de combates e táticas de guerra. Veja abaixo um trecho do primeiro capítulo, que vai além de táticas de guerra. Na verdade, são princípios de análise, controle e superação.

Sun Tzu disse:

A guerra tem importância fundamental para o Estado. É o reino da vida e da morte. Dela depende a conservação ou a ruína do império. Deve ser examinada com cuidado e nunca negligenciada. A grande arte de guerrear implica em analisar a situação com base em cinco fatores:

Primeiro – Tao (caminho)

O primeiro é a lei moral, o caminho que faz o pensamento do povo estar em completa harmonia com o de seus governantes, levando-o a segui-los para viver ou para morrer, sem temer nenhum dos riscos.

Segundo – Clima

É a sombra e a luz, o calor e o frio, o tempo e a sucessão das estações. Aceitar ou desafiar essa condições determinará a vitória militar.

Terceiro – Terra

O terreno deve ser avaliado em termos de distância, facilidade ou dificuldade de locomoção, dimensão e segurança. A análise da situação da Terra define oportunidades de vida e morte.

Quarto – Líder

A liderança é a questão de inteligência, confiabilidade, humanidade, coragem e firmeza.

Quinto – Métodos

A doutrina resume a organização, o controle, a distribuição correta dos postos de comando, a ordenação das vidas de abastecimento e fornecimento do necessário às suas tropas.

Do livro: A Arte da Guerra, de Sun Tzu.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O Nascimento de Buda.

Hoje celebra-se o nascimento de Buda, o príncipe Sidarta Gautama.


Sidarta nasceu no ano 560 a.C. Era filho de um rei que habitava a região da fronteira entre Índia e Nepal. Vivia num palácio cercado de conforto e de paz. Casou e teve um filho mas continuou totalmente protegido do contato externo até que um dia fugiu dos portões do palácio.

Nesse momento, Sidarta viu três coisas que iriam mudar sua vida: um ancião que não conseguia andar e se apoiava num bastão; um homem que agonizava de dores devido a uma doença interna e um cadáver envolvido num sudário. Essas três visões, a velhice, a doença e a morte o deixaram profundamente abalado. Na volta para o palácio viu um eremita errante cujo rosto irradiava paz e dignidade. O jovem ficou tão impressionado que decidiu renunciar à sua vida de realeza para se dedicar à busca da verdade.

Em sua busca, primeiro experimentou jejuar, mas não deu certo. Depois ficou durante sete anos estudando com filósofos da região mas sem encontrar respostas. Até que nas suas andanças encontrou uma figueira e tomou uma decisão de não sair de baixo da árvore até que alcançasse a iluminação. Durante 49 dias em profunda meditação, Sidarta transcendeu os estágios da mente e atingiu um estado chamado Nirvana. Passou a se chamar Buda, o iluminado, e seus ensinamentos dessas experiências ficaram conhecidos como o Caminho do Meio.

As quatro famosas verdades do Budismo fundado por Buda são:
1- a existência da dor;
2- a causa da existência da dor;
3- a destruição da causa da existência da dor e
4- o caminho que leva à destruição da causa do sofrimento.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A Natureza dos Ciclos.

Todos os ciclos têm um início, que é o nascimento; um meio, o crescimento e um fim, a morte.

Os inícios são sempre desafiadores. É a parte mais crítica dos ciclos de aprendizado. Mas à medida que o processo vai se desenvolvendo, adquire-se conhecimento e tudo tende a fluir.

Tem uma frase que ilustra bem isso: “escuro e nebuloso é o início de todas as coisas, menos o seu fim.”

Procure lembrar-se que todo dia é um ciclo de vida e morte, de segurar e soltar. E tudo que chega até nós, vem para nos ajudar. Então, quanto menos gostamos de uma coisa, mais essa coisa tem para nos ensinar. Só que se lutarmos contra esse aprendizado, nós estamos perdendo energia. Ou melhor, estamos capitalizando energia para ela e aumentando o seu poder também.

Mas se aceitamos sem muitas restrições, aprendemos com ele e assim podemos receber poder e energia para que uma solução se manifeste.

A verdade é que nossa mente está sempre tão cheia preocupações e de pensamentos irrelevantes que não damos espaço para percebermos as lições que chegam até nós.

Pense: há sempre uma solução simples para qualquer problema. Mas se você não consegue descobri-la, possivelmente é porque seus pensamentos são complexos demais.

A imagem veio daqui.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Receita para Ser Feliz.

Há muitas receitas para ser feliz. Mas uma delas deixo aqui:

Para seus Lábios use: “VERDADE”

Para sua Voz use: “ORAÇÃO”

Para seus Olhos use: “SIMPATIA”

Para suas Mãos use: “CARIDADE”

Para sua Atitude use: “PERDÃO”

Para seu Coração use: “AMOR”.

Se você tiver a sua receita, deixa-a aqui também!

Enviada por Regina Lúcia Araruna Pereira da Silva, que a encontrou num balcão de uma Loja Esotérica, perto da Caixa Registradora. São Lourenço 93/94.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dia Mundial da Religião.

Hoje comemora-se o Dia Mundial da Religião. A data foi criada, em 1949, com o objetivo de promover a união de todas as religiões existentes no mundo e com o desejo também de trazer mais fé e esperança ao povo.

A Religião acompanha o homem desde a época mais remota. Não importa o nome que receba, ela se baseia em rituais praticados sozinho ou em grupo e na crença de uma força maior. À esta “força” se dedicam sentimentos de amor, confiança e de respeito.

A maioria das religiões são teístas. Teísmo vem do grego Théos, Deus. É uma crença na existência de um Deus ou de Deuses. E nesse caso, pode existir a crença num Deus Supremo entre os outros Deuses. O Budismo por exemplo, é não-teísta. Assim como o Confucionismo e o Taoísmo.

Praticamente todas as Religiões também possuem narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida.

Noventa e cinco por cento da população no Brasil, têm uma religião. O Brasil é o maior país católico do mundo, com quase cento e vinte e cinco milhões de fiéis. Aproximadamente 74% da população do país.

Confira as principais religiões do mundo são:

Hinduísmo: Surgiu na Índia por volta de 1500 antes da Era Cristã.

Budismo: Surgiu também na Índia em 600 a.C.

Judaísmo: Teve início na Palestina (Israel) em meados do século XVII a.C.

Islamismo: Surgiu na Arábia Saudita.

Cristianismo: Surgiu na região da atual Israel.

Catolicismo: Ramo do Cristianismo.

A imagem veio daqui.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Gob, o Rei dos Gnomos.

Os gnomos fazem parte do que na Irlanda chama-se “Povo Pequeno”. São seres elementais que se diziam existir na Europa, já bem antes do início dessa Era.

Folclore ou não, esses pequenos seres habitavam o cotidiano das pessoas. Os “Goblins”, por exemplo, às vezes ficavam irritadiços quando eram contrariados ou enganados. Também tinham os “Míneros”, que cuidavam das pedras e dos metais. Estes eram verdadeiros guardiães da terra.

Os “Brownies”, parecem ser o mais conhecidos dos elementais. Também chamados de “Pixies”, na Cornuália. A lista é extensa. Tem os Fenodoree, na Ilha de Man, os Bodach, na Escócia, entre outros.

A verdade é que os gnomos são elementais que gostam de objetos brilhantes, moedas, pedaços de metais, cristais, flores, fitas coloridas, biscoito de gengibre, canela e mel. E o mais importante, adoram ouvir uma música alegre para poderem dançar. São muito festeiros.

Para entrar em contato com esses seres, procure ver elementos da natureza nos lugares por onde passar durante o seu dia. E se puder, tenha sempre em casa plantas, fonte de água ou sinos que balançam com o vento, pois isso os atrai e traz até você boas energias.

A imagem veio daqui.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ioga = unir, atrelar, juntar...

A Ioga que o ocidente conhece é uma forma de exercício que une o corpo e a mente. Mas na verdade, ela se propõe a realizar mais do que isso. Na Índia, de onde se originou há milênios, é um conceito que se refere às tradicionais disciplinas físicas e mentais associada às práticas meditativas do budismo e do hinduísmo.

O que a ioga procura proporcionar ao seu praticante é que ele seja capaz de adquirir um controle psíco-espiritual que resultará num estado de êxtase. E esse estado de êxtase irá conduzi-lo a uma percepção clara e correta do que eles chamam de verdades eternas.

A palavra Ioga vem do sânscrito e tem diversos significados. Para entender bem é melhor focarmos na raiz yuj da palavra. Yuj significa controlar, jungir, arrear, atrelar, prender, juntar, unir...

Exemplificando: ao atrelarmos o boi à uma carga ou jugo, significa que o estamos colocando em condições de trabalho. O mesmo com a ioga. Ao atrelarmos a harmonia interior do praticante de ioga com o Eu Superior, promovemos a união do homem com a Divindade. O praticante iluminado, tem acesso então às tais verdades. Ou melhor, estaria em condições de viver.

E ainda, a prática da ioga ajudaria a prevenir o que eles chamam de dispersões ou oscilações mentais: a doença, a apatia, a dúvida, a negligência, a preguiça, o sofrimento, a angústia entre outras.

Existem hoje dezenas de linhas diferentes de prática de ioga. Todas elas propõem caminhos diversos mas para se alcançar os mesmos objetivos. O importante é procurar seguir aquela que combina melhor com você.

Para quem se interessar e puder, nesta quarta-feira, dia 16 de junho, haverá uma aula de “Yogaterapia aplicada ao Yoga”, no bairro do Humaitá, Rio de Janeiro.

A imgaem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Aqui e Agora, ZEN.

Hoje eu vou pedir que você faça um exercício. Leia estas frases e medite sobre elas. São pensamentos inspirados na filosofia do zen-budismo.

Medite por alguns segundos cada uma, o que querem dizer. Mas não coloque emoção no pensamento. Apenas as escute dentro de você. E nem pense em usar a razão na busca de uma compreensão.

- Os mestres lhe abrem a porta. Mas é você que deve atravessá-la.
- Você deseja ser livre? Então, tem que desatar os nós. Resolva as pendências, aqueles pequenos nós no trabalho, na família e nas relações afetivas. Vá se livrando das coisas mal resolvidas, dos sentimentos amarrados e, aos poucos, você se libertará.
- Tenha medo de coisas reais. Você vai sentir medo quando se deparar com um leão. Mas não tenha medo da possibilidade de um dia encontrar um leão.
- Todas as pessoas no mundo buscam a felicidade, mas a felicidade não se encontra porque ela não está perdida. A felicidade é a maneira como enfrentamos as situações. Saber encarar as constantes mudanças e transformações da vida é o caminho para a felicidade.
- Há o caminho, mas ninguém para percorrê-lo.

Estas frases são do livro Aqui e Agora – 100 pensamentos zen-budistas para uma vida melhor, do escritor e jornalista Bruno Pacheco.

Na realidade, estas frases são pequenos koans. Contém aspectos que são inacessíveis à razão. Podem vir na forma de uma narrativa, diálogo, questão ou afirmação. O objetivo é que o aspirante a zen-budista encontre a iluminação.

E você, conseguiu?