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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Oração de Intenção para Junho.

"Neste mês de junho, o Papa Bento XVI reza para que a presença viva de Cristo Ressuscitado seja reconhecida na Eucaristia. O Pontífice também reza para que os cristãos da Europa participem mais do anúncio do Evangelho.

A intenção geral do Apostolado de Oração, que todos os meses recebe do Santo Padre suas intenções, pede que “os crentes possam reconhecer na Eucaristia a presença viva do Ressuscitado, que os acompanha na vida cotidiana”.

Na intenção missionária, reza-se “para que os cristãos na Europa redescubram a própria identidade e participem com maior empenho no anúncio do Evangelho”.


Fonte:  Canção Nova Notícias

domingo, 25 de dezembro de 2011

Nascimento de Jesus e outros Deuses.

Hoje, dia 25 de dezembro, é comemorado o nascimento de Jesus. Mas não é um dia especial só para os católicos, ortodoxos ou protestantes. Antigos credos, cultos, também tinham na data de hoje, a celebração de nascimentos importantes para suas culturas. 

Na mitologia celta, hoje a Mãe Terra dá à luz a “criança Sol” que teria vindo para anunciar um novo tempo.

Na Grécia Antiga, comemorava-se o nascimento de Dionísio, o deus do vinho.

No Egito Antigo, a festa era para o nascimento de Hórus, o deus Sol.

Na Índia Antiga, celebrava-se o nascimento de Krishna.

E na Pérsia Antiga, o nascimento de Mitras.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Néftis, Irmã de Ísis.

Hoje é aniversário de Néftis, a deusa egípcia do pôr-do-sol, dos túmulos e da morte. Ela era irmã de Ísis e esposa do deus Seth.

Seu nome significa fim e vitória. Era conhecida como “Senhora da Casa” ou “Senhora do Castelo”. E representada como uma mulher com cabeça de cobra ou uma serpente com cabeça de mulher. Ou um escorpião no lugar da cobra. Em outras representações, como Ísis porta na cabeça o trono do mundo, Néftis porta o pilar que sustenta esse trono.

A mitologia conta que Néftis, após uma briga com Seth, fantasiou-se de Ísis. E Osíris pensando que se tratava de sua mulher, se uniu a ela por uma noite. Desse relacionamento nasceu Anúbis, deus dos embalsamadores. Quando Osíris foi morto por Seth, Néftis ajudou a irmã a recuperar o seu corpo. E ainda o reanimaram tempo suficiente para que Ísis pudesse conceber um filho.

Tanto Néftis quanto Ísis estavam incumbidas de velar pelos mortos. Néftis ficava na cabeceira dos sarcófagos reais e Ísis aos pés dos sarcófagos.

A deusa também representava as terras áridas e secas do deserto.

quarta-feira, 23 de março de 2011

O Tríplice 3.

Enquanto o 1 e o 2 simbolizam a polaridade primordial masculina e feminina, o 3 surge da unificação desses dois. Tudo que é novo sempre surge da unificação dos opostos: pai + mãe = filho; tese + antítese = síntese.

O 1 e o 2 atuam então como pólos de um imã ou de uma bateria entre os quais pode surgir algo novo: o três.

O Três é um número divino e símbolo da força vital. A Divina Trindade, por exemplo, existe em várias religiões e mitologias antigas.

No panteão grego, por exemplo, os irmãos Zeus, Posêidon e Hades são as 3 divindades que dividiam o poder sobre a Terra e as pessoas.

No Egito, temos Ísis, Osíris e Hórus. Mãe, pai e filho.

No Hinduísmo, estão os deuses Brahma, o Criador, Vishina, o Conservador e Shiva, o Destruidor.

Temos também as deusas tríplices da Lua personificando as três fases desse satélite: crescente, cheia e minguante. Representam o nascimento, a vida e morte.

No Cristianismo, a Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo. Esse simbolismo está também nos 3 Reis Magos que visitaram Jesus quando nasceu.

E ainda o encontramos na Quimera, criatura formada por partes de 3 animais: o Leão, a Cobra e a Serpente.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Pentagrama Mágico.

Na tradição Wicca, a noite deste dia chama-se “Noite do Pentagrama”.

Uma estrela de 5 pontas em que quatro delas representam as 4 direções ou os 4 elementos (água, terra, ar e fogo), enquanto a quinta ponta representa o espírito. O círculo em volta é a busca pelo conhecimento divino.

Na antiguidade, por exemplo, entre os pitagóricos, dizia-se daquele que carregava o símbolo - ele integra o grupo. É uma das chaves da alta ciência: abre a via do segredo.

Também tem outros significados como o casamento, a felicidade, a realização. Ou até o símbolo da ideia do perfeito.

Para os maçons, é o emblema do gênio que eleva a alma à grandes coisas. Símbolo de luz, centro místico e expansão do universo.

Era a Estrela Flamejante entre os egípcios, era a imagem do filho de Ísis e do Sol, Hórus.

Pentagrama vem do grego pente, cinco, gramme, linha. Também pode ser chamado de pé de bruxa.

Usados nas operações mágicas. Quando a figura está disposta com apenas uma ponta para cima, significa teurgia ou magia branca. Duas pontas para cima, goécia ou magia negra.

A imagem 1 veio daqui..
A imagem 2 veio daqui.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Thot e a Magia do Conhecimento.

Thot é o Deus da Magia e da Escrita. Mas antes disso, é o Deus do Tempo, do decurso do tempo que leva de uma vida à outra. Ou, do tempo que leva da vida terrena ao limiar de uma esfera astral. É o guardião desse limite.

Isso quer dizer no mito de Thot, que não há julgamento dos Mortos que aconteça sem a sua presença.

A cabeça de Thot quase sempre é retratada com a cabeça de uma Íbis.

É precursor do Deus grego Cronos, e do romano Saturno.

É também considerado um Deus de Sabedoria. Mas não a sabedoria que registra todos os fatos. É a sabedoria da magia da vida que compreende tanto o bem quanto o mal. Segundo os ocultistas, Thot é quem determina quem fica preso às amarras de uma Magia feita sem o discernimento necessário.

É ele quem sabe o tempo certo de tudo que deve acontecer. Ele diz: "Quem não tem tempo, não merece tê-lo!" Só pode aprender quem se dedica ao estudo.

Thot nos leva ao escuro para que possamos valorizar a claridade. Pois o que seria da luz se não houvesse as trevas? Que seria do tempo se ele não tivesse uma duração? O que seria da sabedoria sem um conhecimento?

É o que se chama de polaridade no aprendizado. Para Thot, aí estava o verdadeiro caminho para se obter o desenvolvimento da cada mortal.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ísis e as Asas de Falcão.

No Antigo Egito, Ísis era a deusa mais importante.

Representava o papel principal no Panteão. É predecessora de Afrodite e de Vênus.

Ísis personifica tudo o que se projeta da mulher amada. A amante divina, a mãe abnegada, a protetora de todas as crianças.

Esta Deusa nasceu da união do Céu (Nut) com a Terra (Geb). Podia se transformar num falcão com asas que tinham o poder de ressuscitar mortos. De insuflar vida nos homens apenas com o bater de suas asas consideradas divinas.

Ela era a representação da divindade universal.

Em alguns retratos da Antiguidade, Ísis tinha um disco solar e dois chifres na cabeça.

O nome Ísis significa "trono". Quase sempre a vemos sentada num trono. Em outras representações, carrega o filho nos braços e, quase sempre, segura a Cruz Ansada em uma das mãos.

Ísis também era considerada uma feiticeira. Possuía conhecimento e sabedoria das artes mágicas com as quais fazia encantamentos positivos. Conseguia recuperar a vida de pessoas já falecidas.

Hoje, seu poder não ressuscita mais ninguém. No entanto, sugere-se que ela retira karmas das pessoas. Ela seria então capaz de anular as determinações estabelecidas pelo destino.

Acenda um incenso e se concentre na história dessa Deusa e na sua figura mitológica. Peça a ela para ajudá-lo a se libertar dos possíveis Karmas negativos. Procure emanar energias positivas e de amor ao Cosmo com o intuito de alcançar a misericórdia Divina.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Tarot - Arcanos Maiores.

O termo Arcano tem como origem etmológica arcanu, que vem do latim significando segredo, mistério. O que está oculto numa arca, num cofre.

Nos antigos centros iniciáticos do Egito, por exemplo, a forma de transmissão desses ensinamentos ocultos era simbólica. Era dada de acordo com três tipos de representação:

1- O simbolismo das cores.

2- O simbolismo dos quadros e figuras geométricas.

3- O simbolismo dos números.

No simbolismo das escolas egípcias, na Antiguidade, esses três tipos de representação se juntam num baralho de Tarot, composto de cartas coloridas, representando as lâminas, que chamamos de Arcanos. São 22 Arcanos Maiores e 22 Arcanos Menores.

Os adeptos daquela época, durante as iniciações no Templo, usavam em suas meditações o conteúdo das imagens dessas lâminas.

O objetivo era captar as imagens com a consciência e aceitar como conhecimento aquilo que a alma já sabia.

Os sacerdotes egípcios, eram mestres em “dizer sem dizer e saber sem ter ouvido”.

Pode-se dizer que as 22 imagens do Tarot são em parte os símbolos secretos de todo conhecimento que pode ser revelado aos homens. Eles contém o que chamam de tesouro do conhecimento e da vida.

Mesmo atravessando milênios, o significado místico dos valores universais permaneceu inalterado.

Também pode ser comparado à Arca de Noé, a Arca da Aliança de Moisés e a Arca que transportou Osíris para o mundo inferior, o mundo dos mortos e o fez renascer. Em resumo, é o ciclo cósmico completo: nascer, morrer e renascer.

As imagens clássicas do Tarot que conhecemos hoje, o mais usual, vem da Idade Média.
A imagem veio daqui.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Osíris, o Rei da Ressurreição.

Pode-se dizer que Osíris foi um dos deuses mais populares que o Antigo Egito conheceu. Era um deus associado à vegetação e ao mundo dos mortos.

Conta a mitologia que foi um governante sábio, bom e amado por todos. Ensinou a seu povo como trabalhar com a agricultura, a tecer e a tocar músicas. Também ensinou a fazer pão dos grãos e vinho das uvas. Estabeleceu leis e espalhou a civilização pelo mundo todo.

Suas terras eram prósperas e isso despertou a inveja de seu irmão, Seth, que governava os desertos. Seth queria usurpar o trono de Osíris e por isso planejou sua morte. O convidou para um banquete que na verdade era uma emboscada. Morto, Osíris foi colocado num caixão e atirado ao Rio Nilo. Ísis, sua esposa, encontrou o ataúde na costa do Líbano e o trouxe de volta para o Egito ocultando-o nos pântanos do Delta.

Mas eis que Seth descobriu e furioso cortou em pedaços o caixão os espalhou pelo país todo. Ísis conseguiu recuperar o corpo do marido e ainda ressuscitá-lo. Osíris iniciou então sua vida como deus do mundo inferior, como rei dos mortos e seu juiz supremo. E com a ajuda de Thot, Osíris separou o mal do bem. Era na “Sala das duas verdades” que se dava a pesagem do coração. Se ele tendia para o bem ou para o mal. Aqueles que tinham vivido corretamente descansavam sob a sua glória. Enquanto que os outros, iam para o submundo. Seu filho Hórus, foi quem vingou-lhe a morte pondo fim à vida de Seth. Seth, ficou perpetrado como o Deus da Escuridão.

A morte e ressurreição de Osíris simbolizam a sucessão das estações do ano e a esperança de uma nova vida após a morte.

Hoje no Egito, tinha início as cerimônias de seis dias que comemoravam a trajetória da história de Osiris até o seu renascer no mundo espiritual. Portanto, aproveite esses dias para se desapegar de algo “morto” em sua vida e renová-lo de forma mágica. Pode ser um projeto, um relacionamento ou até um sentimento.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.

domingo, 11 de julho de 2010

O Olho de Hórus.

Hórus foi o último da série de soberanos divinos do Egito. Era filho de Ísis, deusa do Amor, e de Osíris, deus da Vegetação e da Vida no Além. Tinha o corpo de um homem e a cabeça de um falcão, animal sagrado para os egípcios.

É chamado de Deus dos Céus, mas também tornou-se conhecido e reverenciado como o próprio sol. Representa a segunda pessoa da “trindade” egípcia composta por Osíris, o pai, Hórus, o filho, e Ísis, a mãe.

Conta a mitologia que Osíris foi morto pelo seu irmão Seth, o deus da traição, da violência e da inveja para lhe usurpar o trono. Hórus para vingar a morte do pai e reclamar a herança à qual tinha direito, lutou com o tio durante toda a vida.

Depois de 80 anos, Hórus finalmente derrotou Seth e foi coroado governante supremo do Egito. Mas na luta Hórus foi atingido no olho.

Para recuperar a visão, sua mãe invocou a ajuda de Thoth, deus do Conhecimento e da Sabedoria pois este havia se tornado mestre em encantamento, tendo aprendido a curar todos os tipos de ferida.

Thoth então substituiu o olho de Hórus por um amuleto de serpente e devolve-lhe a visão com saliva divina.

Desde então, os médicos egípcios passaram a usar o símbolo que significa saúde e felicidade.

Mas o Olho de Hórus, como foi chamado, também se tornou um símbolo de poder que afasta o mau olhado. Simboliza a implacável acuidade do olhar justiceiro ao qual nada escapa, da vida íntima ou da vida pública.

Em suas mãos o Deus dos Céus carrega as chaves da vida, da morte e da fertilidade.

O olho ferido, o esquerdo, simboliza a Lua e o outro, o direito, o Sol.

O embate de Hórus com Seth ilustra bem a luta da Luz contra as Trevas e a necessidade da vigilância de ter o olho aberto na busca da eternidade mesmo que seja mediante as emboscadas dos inimigos e através dos erros.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.