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quarta-feira, 11 de março de 2026

O Elefante - Memória, Força e Sabedoria Ancestral

O elefante atravessa culturas como símbolo de força serena e inteligência profunda.

Na tradição hindu, está ligado a Ganesha, o removedor de obstáculos.
Na África, representa liderança e ancestralidade.
Na Ásia, é sinal de prosperidade e estabilidade.

Mas o símbolo vai além das religiões.

O elefante representa memória, lealdade, estrutura e caminho aberto com firmeza.

Ele não é um animal que destrói por impulso. Avança quando decide.

É dotado de força consciente.

Quando diz que o elefante nunca esquece, é porque ele representa a sabedoria da memória. Ele honra o passado, aprende com a experiência e carrega história sem ser esmagada por ela. A memória é a sua base

As forças instintivas do elefante são a impulsividade, a dominação e o ruído. E as forças conscientes são direção firme, liderança natural e presença silenciosa, respectivamente.

O elefante ensina que tamanho não é sobre intimidação, mas estabilidade.

Para o dia de hoje, reflita:

Onde você precisa agir com firmeza, mas sem violência?
Que memória precisa ser integrada — não negada?

E, lembre-se, o elefante não corre. Porque ele sabe que ao se deslocar, o caminho se abre diante dele.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Pashupati, Shiva.

Hoje é dia de Shiva, o senhor do movimento e da dança.

Uma de suas primeiras representações é Pashupati, que quer dizer Senhor dos Animais. Teria surgido no período Neolítico.

Shiva é representado por três faces, passado-presente-futuro.

Como Pashupati está sentado em posição de meditação, acredita-se que naquela época, por volta do ano 4.000 a.C. já se meditava. Por ser o Senhor das feras, ele podia meditar na companhia delas sem ser atacado. Quatro animais estavam sempre ao seu redor: o tigre, o elefante, o rinoceronte e o búfalo. Esses animais simbolizavam nossas emoções e instintos mais básicos como o orgulho, a força bruta, o ódio e a sexualidade desenfreada. Pashupati é aquele que domou suas feras interiores, suas emoções e com elas convive sabiamente.

domingo, 18 de dezembro de 2011

O Tao e a Lua.

Os primeiros textos descrevem os taoístas como xamãs que teriam voado para a Lua e aprendido com ela os segredos das mudanças. E a visão que os taoístas tinham do Sol, era de algo constante. Ou seja, para esses xamãs, o aprendizado que a Lua proporcionava com suas fases, era mais interessante do que a constância do Sol.

O Tao é um caminho místico que pode ser seguido vivendo-se em estado de simplicidade e de acordo com os ritmos da natureza.

Encontrar o Tao, ou sentir o Tao, significa “retirar” do coração as ilusões dos sentidos que estão em constante mudança, para que este se torne verdadeiro e eterno.

O Tao é tanto um princípio pessoal quanto cosmológico que descreve a origem do universo e a sua criação.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Shiva, Deus da Dança.

Hoje, no hinduísmo, comemorava-se Shiva, o deus da Dança e do Movimento.

Ele é considerado “o destruidor”. Seria aquele que destrói para construir algo novo. Por isso também é chamado de “renovador” ou “transformador”.

Há indícios de que seu culto tenha se iniciado no período Neolítico, em torno do ano 4.000 a.C., na forma de Pashupati, Senhor dos Animais.

Nas representações de Shiva sempre tem um Trishula, um tridente, que é uma arma que acaba com a ignorância humana; uma serpente que fica em volta da cintura e do pescoço simbolizando o domínio de Shiva sobre a morte e um jarro de água na cabeça simbolizando o Rio Ganges.

Há também outros elementos como por exemplo, o fogo representando a transformação e a lua crescente, significando a ciclicidade da natureza e a renovação contínua a qual todos estamos sujeitos.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

As Quatro Leis da Espiritualidade

Na Índia se ensina as "Quatro Leis da Espiritualidade".

A Primeira Lei diz: « A pessoa que chega é a pessoa certa ».
Significa que nada ocorre em nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam, que interagem conosco, estão ali por uma razão, para possamos aprender e evoluir em cada situação.

A Segunda Lei diz: « O que aconteceu é a única coisa que poderia ter acontecido. »
Nada, absolutamente nada que ocorre em nossas vidas poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais insignificante! Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez pudesse ter sido diferente...". Não! O que ocorreu foi a única coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-las.

A Terceira Lei diz: « Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo. »
Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois! Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas vidas, então será aí que terá início!

A Quarta e Última Lei diz: « Quando algo termina, termina! »

Simplesmente assim! Se algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto é melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos com mais essa experiência!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Daena, a Guardiã.

Hoje celebra-se Daena, deusa persa da justiça, protetora das mulheres.

É também vista com protetora das almas. Está sempre na companhia de um cão mágico que sabe distinguir entre o bem e o mal. A deusa conduz as almas, ora para o céu, ora para o mundo subterrâneo. Quando almas boas, as conduz para a Câmara dos Song, paraíso de Zoroastro, e quando almas ímpias, vão para a Casa das Mentiras, um lugar de castigo.

Daena é um substantivo feminino que significa “aquilo que é visto ou observado”. Daena é a Lei Eterna. E tem sido usada para designar a religião, a fé e a lei. É vista até mesmo como uma tradução para o hindu e o budista do termo Dharma, interpretado como “dever”, conduta correta, virtude.

domingo, 28 de agosto de 2011

Dia de Ganesha.

Ganesha é o deus mais adorado da mitologia Hindu. Sua imagem pode ser encontrada em painel dos transportes, na entrada de lojas comerciais e na casa das pessoas. Ele oferece proteção e apoio aos que são seus devotos.

Suas características são o conhecimento, a sabedoria e a remoção dos obstáculos. É sempre lembrado no início de alguma missão ou em um novo projeto para se ter a bênção.

Ganesha tem quatro braços e a cabeça de um elefante, quesignifica fidelidade e inteligência. Seu veículo é um pequeno rato. Em uma de suas mãos ele carrega uma corda para carregar os devotos da Verdade. Na outra mão tem uma machadinha para libertar seus devotos dos apegos e dos vícios. Na terceira mão tem um doce a fim de gratificar seus devotos por suas atividades espirituais. E na quarta mão, uma flor de Lótus que simboliza a realização do seu verdadeiro Eu.

Ganesha é representado com um dente só. O outro, ele teria arrancado para escrever o Mahabharata.

Há uma lenda que diz que quando Shiva e Parvati, pais de Ganesha e Skanda, tiveram que decidir qual dos filhos casaria primeiro, disseram disseram para eles que aquele que desse a volta ao mundo primeiro logo se casaria. Skanda rapidamente partiu veloz como o vento para não perder tempo. Ganesha saudou seus pais primeiro e depois deu sete voltas ao redor dos dois. Ao terminar, seus pais lhe perguntaram o que havia feito. E Ganesha respondeu: Não sois vós o Universo? E não dizem os Veda que aquele que faz sete prakshina em torno dos pais tem mais valor do que os que dão sete voltas ao mundo? Com este argumento Ganesha foi o primeiro a se casar.



terça-feira, 28 de junho de 2011

A Vibração do Mantra.

Mantra é uma fórmula ritual sonora cuja recitação tem o poder de pôr em ação a influência espiritual que lhe corresponde. Recitar um Mantra é como entrar nas vibrações que constituem o universo, de acordo com os Hindus. É uma espécie de comunhão com o cosmo. Os Mantras Tibetanos, por exemplo, são como orações. Nesse sentido, orações como o Pai Nosso e a Ave-Maria do Cristianismo, também agem como Mantras.

Os Mantras também podem ser uma frase ou palavra usada como recurso de meditação. Exemplo: “Om mane padme Om” é um Mantra hindu entoado para focalizar a mente e criar um estado propício à meditação.

Mantra vem do sanscrito man que significa mente e tra, alavanca. Os Mantras tiveram origem no hinduísmo. Mas também são utilizados no budismo e no jainismo.

Veja alguns Mantras comuns:
Asa To Ma (Védico) - Considerado um dos mais belos Mantras do mundo
Om namah Shivaya (shivaísta)
Om namah shiva lingan (shivaísta)
Shiva Shiva maha dêva (shivaísta)
Om shiva Om Shakti Namah Shiva Namah Shakti (shivaista)
Om namah kundaliní (sânscrito)
Om mani padme hum (sânscrito)
Om namo bhagavate vasudevaya (do sânscrito)
Om tare tütare ture soha (tibetano)
Om tare tam soha (tibetano)
Nam myoho rengue kyo (Saddharma-pundarika Sutra em sânscrito)
Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare (sânscrito)
Namerarenguékioh kioh namere klatisfas

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A Sombrinha Protetora.

A tradicional Sombrinha Indiana oferece proteção contra o sol. Na verdade, a pessoa que a Sombrinha abriga é considerada como o Sol por sua autoridade e dignidade.

No budismo, representa a proteção contra o calor do sofrimento, desejo e outras forças espirituais que também ferem. A Sombrinha também simboliza honra e respeito.

Sua cúpula é segurada para cima por um cabo, na vertical, como se fosse o eixo do mundo. É comum durante as procissões, carregarem uma Sombrinha sobre a imagem de uma divindade ou de uma pessoa importante, significando que aquele debaixo da Sombrinha é o centro do universo.

Na tradição chinesa, ela representa a elegância e a riqueza.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Tara, Deusa das Estrelas.

Hoje celebra-se Tara, a deusa hindu das Estrelas. Tara é uma das manifestações de Kali, a Senhora do Tempo. E é a deusa mais importante do Budismo Tibetano.

É conhecida por ajudar as pessoas que estão passando por uma fase tumultuada e de necessidade. Ela orienta indicando um caminho mais claro para encontrar o silêncio e a força interior. Também chamada de Deusa do Autocontrole e do Misticismo.

O simbolismo dessa deusa é uma estrela vista como um elemento de auto-combustão. Representa a fome insaciável, espiritual e física, que dá sentido à vida.

É invocada em 108 nomes através de um rosário com 108 contas.

De acordo com o mito, “da primeira lágrima de compaixão formou-se um lago. No meio deste lago surgiu lótus. Quando floresceu, Tara emergiu.”

A Deusa também aparece como uma adolescente ou barqueira que leva os homens do mundo da ilusão ao do conhecimento. Tara possui inúmeras personalidades que se expressam de acordo com a necessidade, e a diferença entre essas manifestações está na cor, que pode ser branca, verde, vermelha, amarela ou azul.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A Vida Universal.

O maior pecado de um jacaré é rebelar-se contra sua jacaretude; é não se comportar jacaremente. Coitado dele, se, digamos, tentar conduzir-se feito macaco. Igual a todo desajustado, inevitavelmente ficará neurótico, perderá qualidade de vida.

A sobrevivência e a saúde de qualquer ente depende de ele cumprir seu papel específico no imenso palco da vida.

Um relógio deixa de sê-lo quando já não marcar o tempo. Já não é Fogo aquele que se nega a iluminar e aquecer. Nada existe sem um papel, uma tarefa, um dever específico necessário à imensidão cósmica.

Um ser que não cumprir o que deve, perde sustentação e, portanto, degenera. Não somente ele, mas todo o sistema do qual fizer parte.

Os sábios da Índia denominam Dharma o comportamento específico que a Vida Universal designa para cada ser. Reflita sobre isto.

Para começar, questione-se – o que a Vida Universal espera de mim?

Dê uma chance a Deus, de Hermógenes. Editora Nova Era.
A imagem veio daqui.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mahâbhârata.

Mahâbhârata quer dizer em sânscrito: “A Grande Guerra” ou também pode ser interpretado como "A Grande História da Humanidade".

É um famoso poema épico da Índia que conta os fatos ocorridos nos últimos períodos da Idade que antecedeu à nossa, a Idade chamada Dvâpara-yuga, há 5.000 anos.

Os 220.000 versos que existem no Mahâbhârata foram compostos, segundo se acredita, por Krishna Dvaipâyana ou Veda Vyasa, um eremita com trajes de mendigo que vez ou outra participa da história. Há também um menino e o Deus Ganesha, que escreve os relatos no livro.

É um texto erudito e relata a disputa dinástica entre dois grupos de primos que culmina numa batalha apocalíptica, colocando em risco toda a humanidade.

A narrativa traz consigo histórias que fornecem uma base social, moral e cosmológica aos combates.

A obra discute assim, as três metas da vida humana: kama - o desfrute sensorial, artha - o desenvolvimento econômico e dharma - religiosidade mundana, que se resumem em códigos de conduta moral e rituais. Estabelece também os métodos de desenvolvimento espiritual.

O seu sentido verdadeiro é o de elucidar o grande trajeto percorrido pelo Eu tanto no plano físico quanto no astral.

Logo no início, Mahâbhârata anuncia o seu caráter excepcional: “O que for encontrado aqui, pode ser encontrado em qualquer outro lugar. Mas o que não for encontrado aqui, jamais será encontrado em outro lugar.”

A imagem veio daqui.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O Poder da Mandala.

Mandalas são figuras em forma de círculos. São muito usadas, desde a Antiguidade, para expressar o contato dos homens com a Energia do Universo.

Para alguns povos do Oriente, como os hindus, por exemplo, são o símbolo espacial da Presença Divina no centro do mundo.

As Mandalas também são vistas como a reprodução da nossa mente. Por isso que quando meditamos tendo como ponto de referência uma Mandala, seria possível acharmos dentro de nós mesmos a solução para todos os problemas.

Para Jung, a contemplação de uma Mandala supostamente inspira a serenidade, o sentimento de que a vida reencontrou seu sentido e sua ordem.

As formas redondas simbolizam, em geral, a integridade natural, enquanto a forma quadrangular representa a tomada de consciência dessa integridade.

Ela possui uma dupla eficácia: conservar a ordem psíquica, se ela já existe e restabelecê-la se desapareceu.

A imagem veio daqui.

domingo, 5 de dezembro de 2010

O Elefante que dá Sorte.

O Elefante é símbolo de força, lealdade, longevidade, felicidade e também de ambição. Ele transmite poder e determinação de vencer.

No Oriente eles carregam reis e rainhas e por isso, estão associados à nobreza e a realeza.

Quando há num brasão a figura de um elefante, quer dizer que aquela é uma pessoa digna, sábia e confiável.

Ter um elefante em casa, a imagem de um, é símbolo de proteção contra energias negativas. Mas o elefante deve ficar de costas para a porta de entrada.

Também se diz que o elefante ajuda a fortalecer a saúde e facilita os assuntos ligados à dinheiro. Para favorecer a vida amorosa, é bom usá-lo como pingente. Mas se a sua preocupação for o trabalho, coloque um elefante na sua gaveta. É uma forma de proteger suas finanças.

Na Índia, é um animal sagrado. Tanto que a divindade mais popular é Ganesha. Ele tem a cabeça de um elefante. Segundo a mitologia hindu, os primeiros elefantes que habitaram a terra, tinham asas e viviam nas nuvens brincando.

E se você sonhar com um elefante, significa que tempos de fartura e de sorte estão prestes a chegar.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.


sábado, 20 de novembro de 2010

As Plêiades Ninfas.

Plêiades é uma pequena constelação composta de sete estrelas. A principal delas chama-se Alcione, cujo nome significa paz.

Astrólogos antigos acreditavam que Alcione era o Sol da Via Láctea. Os Babilônios a chamavam de Pedra Fundamental. Os árabes, de o Centro. E os hindus, de a Mãe.

Para os hindus, as Plêiades alimentam o Deus da Guerra chamado Karttikeya, similar à Marte.

Quanto à aglomeração das estrelas, os Assírios denominavam de Família. Já os gregos, simbolizavam estas sete estrelas através de sete ninfas ou sete irmãs e até de sete pombas da Deusa Afrodite.

Na mitologia grega, as Plêiades eram filhas de Atlas e de Pleione. Um dia, cansadas de serem perseguidas pelo caçador Órion, pediram a Zeus que as transformasse numa constelação.

Foram batizadas de: Alcione, Maia, Mérope, Electra, Taigeta, Astérope e Celoeno.

Jà os índios brasileiros conhecem as estrelas desse conjunto pelo nome de Enxame de Abelhas.

As Plêiades é um dos aglomerados estelares visíveis a olha nu, que situa-se próximo à Constelação de Touro.

A primeira menção desse aglomerado estelar foi feita pelos babilônios há cerca de 4.000 anos. Quando as estrelas apareciam no horizonte pela manhã, coincidia com a chegada da primavera.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Durga, Deusa Guerreira.

Hoje é dia de Durga Puja, Deusa hindu que representa o poder intelectual e o combate contra o mal.

É a Grande Mãe que tem como função levar novamente aos corações e ao mundo a paz e a harmonia.

É uma deusa de simbolismo complexo contido no ciclo da vida e da morte.
De acordo com a lenda, Durga foi criada como uma deusa guerreira para combater um demônio búfalo, chamado Mahish Asur. Esse demo era capaz de mudar da forma humana para a de búfalo. E tinha uma proteção tão forte que nenhum homem ou Deus tinha poder para derrotá-lo. Mahish desencadeou um reinado de terror sobre a terra, céu e os mundos inferiores.

Uma vez que só uma mulher poderia matá-lo, a Santíssima Trindade Masculina desceu até o rio Ganges e rezou o mantra, "Om Namo Devaye", implorando a grande deusa Devi para salvar seu domínio da ruína. Foi então que Durga nasceu do rio, pela compaixão de Devi.

Carregando várias armas e montada num tigre feroz, Durga conseguiu vencer a batalha acabando com o terror e o caos.

Se algo na sua vida não vai bem e você sente seu coração pesar, então acenda uma vela branca para esta deusa e lhe peça para trazer ordem e harmonia para sua vida.

A imagem veio daqui.

sábado, 28 de agosto de 2010

Ganesha, Deus dos Obstáculos.

É um dos Deuses mais populares da Índia. Essa divindade com cabeça de elefante, é conhecida por sua capacidade de transpor qualquer obstáculo.

Ganesha é o símbolo da abundância e do conhecimento sagrado. É também aquele que traz a alegria para as famílias.

É o primeiro filho de Shiva, matéria, e Parvati, energia. Conta a lenda que quando eles se encontraram, nasceram Ganesha, o som, e Skanda, a luz.

Mas em outra versão, Parvati teria concebido sozinha Ganesha. Shiva estava no Himalaia meditando enquanto a esposa moldou o filho a partir do barro para que lhe servisse como guardião.

Um dia Parvati pediu à Ganesha que não deixasse ninguém entrar no palácio enquanto ela tomava banho. Só que Shiva chegou mas, apesar de serem pai e filho, ambos não se conheciam. Ganesha bloqueou a entrada de Shiva e eles travaram uma luta. Ganesha derrotou todos os demônios do pai e mais uns outros. Shiva então o decapitou findando a luta.

Quando Parvati descobre ameaça explodir o mundo e Shiva sai em busca de uma cabeça. Promete trazer a cabeça do primeiro ser que encontrasse dormindo que não fosse para o norte. E encontra um elefante.

A colocou então no menino e o ressuscitou. O reconheceu como seu filho lhe dando o nome de Ganesha, que significa o Senhor dos Exércitos.

Ganesha abre os caminhos, afasta os obstáculos. É invocado sempre quando se vai iniciar um empreendimento ou iniciar uma viagem, um casamento e até mesmo a construção de uma casa.

Também é conhecido como destruidor da vaidade, do egoísmo e do orgulho. Possui 4 braços: mente, intelecto, ego e consciência condicionada. É o símbolo daquele que descobriu a divindade dentro de si mesmo.

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