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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016
sábado, 7 de junho de 2014
Ludi Piscatorii, Jogos de Pescadores.
Este festival era organizado pelos pescadores romanos em honra do Rio
Tibre, sendo a celebração conduzida por um pretor, magistrado romano.
Toda os pescados do dia eram levados em sacrifício ao Templo de Vulcano,
onde eram lançados às chamas, ainda com vida.
quarta-feira, 12 de março de 2014
O Regresso dos Ostraceiros.
O
Ostraceiro-Europeu, é uma ave migratória que faz ninho na Europa e na
Ásia mas quando chega a estação do inverno no hemisfério norte, voa em
bando para as costas do sul da África. Ao acabar o inverno, retornam.
As
Ilhas Faroé, têm em sua tradição, fazer desse regresso, um evento
comemorado na capital, Tórshavn. O arquipélago é formado por 18 ilhas
maiores e outras menores desabitadas. É um território dependente da
Dinamarca, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Como Nasce um Paradigma.
Um grupo de
cientistas prendeu cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma
escada e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a
escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jato de água
fria nos que estavam no chão. Depois de certo tempo, quando um macaco ia
subir a escada, os outros enchiam-no de pancadas. Passado mais algum
tempo, nenhum macaco subia mais a
escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas
substituíram um dos cinco macacos. A primeira coisa que ele fez foi
subir a escada, da qual foi rapidamente retirado pelos outros, que o
surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais
subia a escada. Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, o
primeiro substituto participou, com entusiasmo, da surra ao novato. Um
terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato. Um quarto e, finalmente, o
último dos veteranos foi substituído. Os cientistas ficaram, então, com
um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio,
continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas. Se fosse
possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a
escada, com certeza a resposta seria: – Não sei, as coisas sempre foram
assim por aqui... “É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito” (Albert Einstein)
sábado, 24 de novembro de 2012
A Origem das Espécies.
Na data de hoje, em 1859, foi publicada a primeira edição do livro A
Origem das Espécies, do naturalista britânico Charles Darwin. A tiragem
de 1.250 exemplares se esgotou no mesmo dia. O nome completo do livro
era: Sobre a origem das espécies por meio natural ou a preservação de
raças favorecidas na luta pela vida. Só quando estava na sexta edição,
em 1872, que abreviaram o nome para A Origem das Espécies. O livro de Darwin propunha que as espécies se originavam através de processos inteiramente naturais, contradizendo a criação divina tal como está no capítulo Gênese, da Bíblia. A Teoria da Evolução proposta por Darwin trazia evidências abundantes da evolução mostrando que a diversidade biológica é resultado de um processo de descendência com modificação, onde os organismos vivos vão se adaptando através da seleção natural. Assim, as espécies se ramificam a partir de formas ancestrais tal como os galhos de uma árvore.
O conteúdo do livro desencadeou uma discussão entre o público, criando o primeiro debate científico da história.
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Blodewedd, a Deusa Flor.
De acordo com a lenda, a deusa foi
criada a pedido do deus solar Llew Llaw. Esse Deus fora amaldiçoado por sua
própria mãe para que nunca se envolvesse com uma humana.
Mas, por meio da magia, Blodewedd foi
criada a partir de nove espécies de flores.
No entanto, a deusa das flores foi
infiel ao Deus solar e os mesmos magos que a criaram, transformaram seu rosto florido numa cabeça
de coruja.
sexta-feira, 9 de março de 2012
A Magia nas Caçadas.
A magia é uma prática antiga. Tão antiga que parece que existia até no período Paleolítico, quando os humanos a usavam para ajudá-los nas caçadas. O mimetismo era a principal magia que eles empregavam. Na caça, os homens imitavam o animal a ser caçado pois acreditavam que assim conseguiam se conectar com o espírito dele.
Outra forma, era usar o que se chama de mágica invisível ou homeopática. Pegava-se um objeto que representasse o animal a ser caçado e realizava-se um ato sobre ele. O que se fizesse com o objeto teria efeito sobre o próprio animal. Foram encontradas algumas imagens de argila e desenhos de animais sendo golpeados. Isso ajudou a chegar a essa conclusão.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
As Renas Mágicas.
Nas tradições das regiões Árticas, as renas são muito importantes, principalmente na cultura Saami. As regiões Árticas incluem a Sibéria e partes do norte da Rússia, o Alasca, nos Estados Unidos, o norte do Canadá, a Groelândia, a Lapônia, na Finlândia, o norte da Noruega e a Suécia.
Criar uma Rena é um símbolo de identidade pessoal, de grupo e de cultura. Elas possuem várias facetas na simbologia da vida e da morte.
É costume, por exemplo, a criança ganhar uma Rena quando nasce seu primeiro dente. Ou então quando recebem um nome ou quando se casam. A ideia é que a nova família tenha um pequeno rebanho de Renas com o qual um casal possa iniciar uma vida nova.
A Rena também está associada com o simbolismo da Lua e também com o ritual funerário e a passagem para a outra vida. Pois há a crença de que esses animais conduzem a alma de uma pessoa que morre para uma vida no mundo superior.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
O Pequeno Príncipe.
O Pequeno Príncipe é um clássico que foi imortalizado pelo tempo. O livro foi escrito por Antoine de Saint-Exupéry e conta a história de um princepezinho e suas andanças. É uma visão a respeito do mundo e da vida que já encantou várias gerações, em todo o mundo. Deixo abaixo algumas citações do livro:
“Vem brincar comigo, propôs o príncipe, estou tão triste… – Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.”
“Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra, o teu me chamará para fora da toca, como se fosse música”.
“Se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro.”
“A gente só conhece bem as coisas que cativou.”
“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar.”
“A gente só conhece bem as coisas que cativou.”
“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar.”
sábado, 5 de novembro de 2011
A Mulher Aranha, Sussistinako.
Hoje no México, tribos nativas comemoravam Sussistinako ou Stichtchnako, também chamada de “A Mulher Aranha”. Ela seria a razão personificada, o poder supremo, uma mente mestre que sempre teria existido. A Mulher Aranha seria a forma feminina para o pensamento ou a razão. O ser personificado de Stichtchnako seria a criadora de tudo. E era para ela que as orações dos devotos se dirigiam.
Mas ela tinha uma irmã chamada Shrotumenako, que significava nosso lado subjetivo, nossa memória ou nosso instinto. O lado da vida que poderia nos desvirtuar. Fazer-nos cair para o lado obscuro do espírito.
Segundo o mito, em nossas mentes habitam a razão e o instinto. Talvez a melhor tradução seja dizer que temos um lado racional e outro subjetivo. E por sabermos o que significa cada um, devemos optar por cultivar o racional. Ou seja, orar para Stichtchnako.
Os nativos preferiam crer que a Mulher Aranha era Criadora da vida, a mãe e a guardiã das tribos e da família. Seria também a criadora do fogo, dos raios, da chuva, do arco-íris e a que tece os fios da criação, gerando todos os seres.
Em outra fonte, a Mulher Aranha é citada como tendo também um lado escuro, sendo considerada uma “Bruxa”, no sentido pejorativo da palavra. Uma mulher devoradora que é representada por uma aranha preta que destrói para poder se renovar.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Qetesh, Deusa Suméria.
Qetesh era uma deusa Suméria adotada pelos egípcios. Seu culto foi muito popular durante o Império Novo. Era deusa da fertilidade e do prazer. Em suas representações, Qetesh está montada num leão e segurando serpentes em uma mão e na outra, uma flor de lótus. Também era considerada mulher do deus Min, deus da virilidade.
Era também chamada de “Senhora de Todos os Deuses”, “Senhora das Estrelas do Céu” entre outros nomes.
domingo, 14 de agosto de 2011
Hina, Deusa Polinésia.
Comemorava-se nesse dia, na Polinésia, a deusa Hina. Também conhecida com o nome de Tapa. Ela era uma deusa complexa e estava relacionada a muitos símbolos.Às vezes era representada como uma deusa lunar ou como a rainha guerreira da Ilha das Mulheres.
Em alguns mitos, ela é descrita como sendo a primeira mulher da Terra e de cujo ventre nasceram todos os outros seres vivos do planeta. Ou então como uma mulher com dois rostos, um olhando para frente e outro para trás.
De acordo com o mito mais difundido, Hina que era filha de Navahine, deusa da Serenidade, namorava uma enguia. A comunidade em que vivia ficou enfurecida com Hina e decidiram matar o animal. Mas depois do feito descobriram que a enguia era na verdade, um deus. Hina desesperada enterrou a cabeça dele e no dia seguinte, em seu lugar, nasceu um coqueiro.
Em outra fonte, esse deus se chamava Tangaroa e era uma deidade do mar e dos peixes, exercendo também influência sobre os répteis. Tinha personalidade agressiva e suas ondas gigantes engoliam grandes porções de terra, além de matar muitas pessoas com suas tempestades. Foi casado com Hina mas esta teria abandonado-o tempos depois para ir viver com a Lua.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Sleipnir, Cavalo de Odin.
Nos países nórdicos, hoje se comemorava Sleipnir, o cavalo mágico do Deus Odin. Sleipnir é um lendário corcel de oito patas. É o ser que transita com mais rapidez entre os mundos do mortos e o mundo dos vivos. Seu nome significa suave ou aquele que plana no ar. As runas de Odin estavam esculpidas nos dentes de Sleipnir.
Conta a mitologia que Thor, o matador de gigantes, estava fora do reino de Asgard quando um dos gigantes de gelo chamado Hrimthurs se ofereceu aos Deuses para reconstruir as muralhas da cidade. Hrimthurs pedira em troca o sol, a lua e a deusa Freya. Os deuses concordaram com uma condição: ele deveria terminar o serviço em seis meses, pois Thor estaria de volta e se visse Hrimthurs, o mataria. O Gigante de Gelo pediu para contar com a ajuda de seu fiel cavalo Svadilfari na construção. O deus Loki concordou sem que os outros deuses também aceitassem.
Quando faltavam três dias para o término da construção, os deuses descobriram que Hrimthurs não fez sozinho o trabalho. Os deuses então ameaçaram Loki dizendo que ele tinha que dar um jeito do Gigante de Gelo não receber pelo serviço. Loki se transforma numa égua e atrai o cavalo Svadilfari deixando seu dono sem concluir o serviço no tempo determinado. Thor quando chega à cidade se depara com Hrimthurs e num só golpe mata o construtor.
Por sua vez, a égua fica grávida e dá à luz a Sleipnir, um cavalo de oito patas. Ao voltar para Asgard com Sleipnir, Loki percebe que Odin fica maravilhado com a rapidez do animal. Para que não lembrem de suas trapaças, Loki presenteia Odin com Sleipnir.
Também nesta data...
Conta a mitologia que Thor, o matador de gigantes, estava fora do reino de Asgard quando um dos gigantes de gelo chamado Hrimthurs se ofereceu aos Deuses para reconstruir as muralhas da cidade. Hrimthurs pedira em troca o sol, a lua e a deusa Freya. Os deuses concordaram com uma condição: ele deveria terminar o serviço em seis meses, pois Thor estaria de volta e se visse Hrimthurs, o mataria. O Gigante de Gelo pediu para contar com a ajuda de seu fiel cavalo Svadilfari na construção. O deus Loki concordou sem que os outros deuses também aceitassem.
Quando faltavam três dias para o término da construção, os deuses descobriram que Hrimthurs não fez sozinho o trabalho. Os deuses então ameaçaram Loki dizendo que ele tinha que dar um jeito do Gigante de Gelo não receber pelo serviço. Loki se transforma numa égua e atrai o cavalo Svadilfari deixando seu dono sem concluir o serviço no tempo determinado. Thor quando chega à cidade se depara com Hrimthurs e num só golpe mata o construtor.
Por sua vez, a égua fica grávida e dá à luz a Sleipnir, um cavalo de oito patas. Ao voltar para Asgard com Sleipnir, Loki percebe que Odin fica maravilhado com a rapidez do animal. Para que não lembrem de suas trapaças, Loki presenteia Odin com Sleipnir.
Também nesta data...
sábado, 23 de julho de 2011
O Rei Leão.
O Leão é um dos 12 signos do zodíaco cujo período compreende 23/07 a 22/08. É uma das figuras mais utilizadas na heráldica. Também é visto nos brasões de armas de diversos países e famílias nobres. Na mitologia grega e romana, o Leão de Neméia foi o primeiro trabalho de Hércules. Sua imagem está associada ao poder, à justiça e à força. Além do orgulho e da autoconfiança, é um símbolo solar.
Seu apelido é “Rei dos Animais” pois está no topo da cadeia alimentar dos animais que habitam em terra seca. São sociáveis entre si. Uma alcateia pode ter até quarenta leões.
Na língua românica, Leão deriva do latim leo. Na língua hebraica, é lavi.
Desde a Antiguidade, o Leão vem sofrendo extinção. Na Grécia, por exemplo, entrou em extinção por volta do ano 100 d.C. e no Cáucaso, seu último local na Europa, foi por volta do século X, mas sobreviveram em considerável número até o começo do século passado no Oriente Médio e no Norte da África.
Em 1979, a figura de um Leão foi usada numa campanha publicitária sobre a fiscalização da Receita Federal nas declarações de Imposto de Renda. O Leão acabou se tornando uma metáfora muito usada pelos meios de comunicação: “prestar contas com o Leão”.
Veja o vídeo sobre esta postagem.
domingo, 10 de julho de 2011
Fábula do Ouriço-cacheiro
Os ouriços-cacheiros, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhavam e se protegiam mutuamente, mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que ofereciam mais calor. Por isso decidiram se afastar uns dos outros e começaram de novo a morrer congelados. Então precisaram fazer uma escolha: ou desapareciam da Terra ou aceitavam os espinhos dos companheiros.Com sabedoria, decidiram voltar a ficar juntos.
E assim sobreviveram."
Fábula enviada por Teresa Gavinho, de autor desconhecido.
Também nesse dia...
terça-feira, 5 de julho de 2011
O Tau de São Francisco.
O Tau foi para São Francisco de Assis um sinal da certeza de salvação. É o sinal da universalidade e símbolo da conversão contínua. Ele tem a forma da letra grega TAU (T) que é uma cruz.
Esse símbolo antigo representa a busca do ser humano em querer tocar o divino e o divino se expressando na condição humana. O Tau também está presente nas cavernas do homem primitivo simbolizando céu e terra. Ou nos objetos do Faraó Akenaton, no Antigo Egito, assim como também na arte do povo Maia. São Francisco de Assis revitalizou esse símbolo.
No início de sua conversão, São Francisco teve contato com o Tau através dos Antonianos, uma comunidade religiosa masculina, fundada em 1095, cuja função era cuidar dos leprosos. E nos hábitos dos Antonianos, estava pintada uma grande cruz.
Mas a influência maior que São Francisco teve do Tau foi no Concílio de Latrão. O Papa Inocêncio III incorporou em sua homilia, no discurso de abertura, a passagem bíblica de Ezequiel (9,4) que diz que os eleitos, serão marcados com o sinal do Tau: "Passa pela cidade, por Jerusalém, e marca com um TAU a fronte dos homens que gemem e choram por todas as práticas abomináveis que se cometem". E acrescentou: "O TAU é a última letra do alfabeto hebraico e a sua forma representa a cruz, exatamente tal e qual foi a cruz antes de ser nela fixada a placa com inscrição de Pilatos. O TAU é o sinal que o homem porta na fronte quando - como diz o apóstolo - crucifica o corpo com os seus pecados quando diz: "Não quero gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo" (...) Sejam, portanto mestres desta cruz!Após ouvir a homilia, São Francisco tomou-a como dirigida à ele e fez do Tau o próprio símbolo de sua Ordem. O Tau Franciscano é Verdade, Palavra, Luz, Poder e Força. É curar e vivificar. É unidade e reconciliação. É vida e sabedoria.
Também é visto como o símbolo de uma vitória mística. O nascer para uma vida superior perfeita e acabada. É muito usado como um talismã de fé ou amuleto de esperança.
Quando você usa o Tau ou se permite ser marcado com o Tau significa que você se compromete com a conversão contínua, ou seja, com o tema da Espiritualidade Franciscana. É uma conversão feita dia-a-dia, mês após mês, ano após ano.
Quando você usa o Tau ou se permite ser marcado com o Tau significa que você se compromete com a conversão contínua, ou seja, com o tema da Espiritualidade Franciscana. É uma conversão feita dia-a-dia, mês após mês, ano após ano. O nome de batismo de São Francisco de Assis era Giovanni di Pietro di Bernardone. Nasceu a 5 de julho de 1182 e faleceu a 3 de outubro de 1226. Foi um frade católico que teve sua juventude voltada para os prazeres mundanos mas depois, voltou-se para uma vida religiosa e de completa pobreza. Fundou a Ordem Mendicante dos Frades Menores, conhecidos como Franciscanos.
sábado, 2 de julho de 2011
Palio di Siena.
Dezessete bairros participam dessa corrida mas somente dez cavalos, escolhidos por sorteio, correm. São três voltas ao redor da praça. Ganha o cavalo que chegar primeiro, mesmo se o cavaleiro já tiver caído. O prêmio é um Palio, um estandarte, criado especialmente para cada evento.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Epona, Protetora dos Cavalos.
Na Gália, comemorava-se hoje a deusa eqüina chamada Epona. Ela era protetora dos viajantes, dos cavaleiros e dos cavalos. Epona era considerada um símbolo da fertilidade. Era fruto da união de uma égua com um Deus.
Nas coroações dos antigos reis celtas, Epona era invocada para garantir a soberania do novo rei. E até o século XI, as cerimônias de casamento dos reis irlandeses eram feitas como se eles estivessem se casando com a deusa por meio de suas sacerdotisas.
De acordo com a lenda, quando os seguidores dessa deusa lhe faziam oferendas na beira dos rios e entoavam cânticos em seu louvor, Epona surgia na correnteza segurando um cálice e acenando para eles dando a certeza de que seus desejos seriam atendidos.
sábado, 14 de maio de 2011
A Arca de Noé.
Segundo a Bíblia, há pouco mais de 6 milênios, Noé, sua mulher, seus filhos, as mulheres de seus filhos e dois de cada animal da Terra entraram numa embarcação que ficou conhecida como a Arca de Noé.Conta a história que Deus estava decidido a acabar com o mundo por causa da perversidade humana. Seu plano era inundar o planeta e destruir toda a vida existente nele. Mas quis poupar Noé, por considerá-lo o único homem justo de sua geração na Terra. Deus teria pedido ao patriarca que construísse uma arca para salvar sua família e representantes de todos os animais e aves que existissem sobre a terra. Para cada espécie, dois exemplares, macho e fêmea. E para o sustento de todos, durante esse período, disse à Noé que armazenasse alimentos.
No mesmo dia em que todos entraram na embarcação começou o dilúvio: “... foram quebrados todos os fundamentos da grande profundidade e as janelas do céu foram abertas, e a chuva caiu sobre a terra por quarenta dias e quarenta noites.” A inundação cobriu as altas montanhas e todas as criaturas morreram. Apenas Noé, seus descendentes e os animais que carregou consigo sobreviveram.
Passados esses quarenta dias, as águas começaram a diminuir e os topos das montanhas emergiram. Noé enviou um corvo e depois uma pomba mas ambos voltaram. Sete dias depois, Noé enviou de novo uma pomba que retornou com uma folha de oliva no seu bico. As águas finalmente tinham abrandado. Mais sete dias, outra pomba foi solta e esta, não mais voltou. Noé, sua família e todos os animais saíram da arca. O patriarca então fez um sacrifício a Deus, que prometeu nunca mais lançar maldição à terra por causa do homem e nem iria destruí-la novamente dessa maneira. Para que se lembrasse dessa promessa, Deus colocou o Arco da Aliança nas nuvens e disse: “Sempre que houver nuvens sobre a Terra e o Arco aparecer, eu me lembrarei da eterna aliança entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies sobre a Terra.”A história da Arca de Noé e do dilúvio já foi alvo de inúmeras pesquisas, investigações e discussões a respeito. Mas essa busca pela verdade poderia até parecer uma questão perdida se não fosse a crença que a maioria das pessoas têm sobre a Arca. Em 2004, por exempolo, foi feita uma pesquisa nos EUA para saber se as pessoas acreditavam ou não nessa história. O resultado mostrou que 60% delas acareditavam que a Arca de Noé é verdadeira. Talvez explique o fato da procura pela Arca nas montanhas de Ararat, onde a embarcação teria ido parar quando o dilúvio cessou, nunca se esgotar.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
O Estável Touro.
O Touro é o segundo signo do Zodíaco. É um signo do elemento terra e cujo símbolo é um boi. Representa a grande força de trabalho, de todos os instintos e principalmente do instinto de conservação e de sensualidade. Algumas das virtudes dos nativos desse signo são a estabilidade, a paciência e a praticidade. A safira, turquesa e esmeralda são suas pedras preciosas. Entre as flores estão a violeta, a rosa e o lírio.
Uma das coisas boa dos taurinos é a capacidade que eles têm de lidar com os espaços ao seu redor. São bons decoradores e adoram a natureza.
Na mitologia grega, Zeus se apaixona por Europa e se transforma num belo Touro branco para atraí-la. Europa, estava entre outras moças cantando e dançando numa praia quando o Touro aparece assustando a todas. Mas a única que não foge é Europa. Ela pára de cantar e se aproxima do animal, que se deita aos seus pés. A jovem começa a acariciá-lo e a adorná-lo com flores. Quando as outras moças começam a ganhar confiança e se aproximam, Europa que está sobre o seu dorso é levada pelo mar para a ilha de Creta onde consumam a paixão.
Na Constelação, o Touro aparece só com a parte dianteira pois o resto do corpo ficou submerso no mar, lembrando o momento em que Zeus leva Europa para a ilha. No Egito Antigo, quando um Touro sagrado morria, colocava-se um disco de ouro entre os chifres simbolizando o sol e a força da vida. Depois, o Touro era pranteado e mumificado. Em algumas representações, Osíris aparece com uma cabeça de Touro.
A palavra chave para os taurinos é “estabilidade” e a frase, “eu tenho”.
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