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terça-feira, 2 de junho de 2026

Jeliel, Deus criativo

2º Gênio Cabalístico – Ideias claras e brilhantes.

Traz proteção Espiritual, usado para realizar operações cabalísticas

Significado: Deus Criativo

Rege todos os nascidos

7/1 – 21/3 – 02/06 – 14/08 – 26/10

Hora de conexão das 00:20hs às 00:40hs (todos os dias)

Invocado para obter vitória contra aqueles que nos atacam injustamente. Acalma revoltas populares, tendo domínio contra os governantes. Reestabelece a paz entre casais. Concede ideias claras e brilhantes, ajuda a conceder a verdade por meio da razão.

Salmo 21

INVOCAÇÃO:

JELIEL, ajuda-me a levar a luz, onde reinam trevas. Guarda minha inteligência dos interesses materiais para que eu seja sempre, graças a ti, aquele (a) que age desinteressadamente. Que sempre a razão comande meus sentimentos em todos os lugares e momentos, Senhor Jeliel que eu seja um(a) homem (mulher)justo (a).

Pertence ao primeiro coro: SERAFINS.

Sephirah de Kether (coroa) da árvore da vida,

Regido pelo príncipe METATRON

Fonte instituto Luminar Atlante - Prof. Wanderley Paes
Espaço Consciêncial Cognytus 
Crédito da imagem Joyce Ikeda  - @ikeda_joycemkt

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Oração O Senhor e Eu

Oh! Senhor,

No afã de alcançar a sua Glória,
Rogo-lhe pela sua Luz, sua Paz e sua Sabedoria.
Sei que o Cosmos originou-se de Sua Vontade, Senhor
E que eu, assimilando esta Verdade,
Chegarei ao seu lado e vibrarei no Astral,
Com todo o esplendor da sua Força Cósmica.
Para merecer esta Felicidade,
Devo passar pelos graus da evolução
Peço, pois, ao Senhor,
As influências benéficas dos Gênios Guardiãs da Vida
E de Emmanuel, o seu Anjo da Paz Universal,
A fim de transformarem para o bem
Tudo o que ainda me resta de negativo.

Oh! Senhor, ouça a minha voz.
Oh! Senhor, ouça a minha voz.
Oh! Senhor, ouça a minha voz.

(I.E.V.E.)

sábado, 4 de julho de 2020

Prece para o Evangelho no Lar


Deus, nosso Pai, Jesus, nosso Mestre, benfeitores espirituais, pedimos-vos misericórdia e amparo para as lutas que atravessamos na terra, para os doentes terminais, para os desabrigados, os desvalidos e os desafortunados. 
 
Dai amparo aos espíritos que sofrem, força para os que se sentem enfraquecidos, luz para os que necessitam da verdade espiritual e animai aqueles que ainda não tiveram forças para vos procurar e sentir. 

Dai-nos a boa vontade para que nosso estudo espalhe os vossos ensinamentos e vibre numa fé humilde, porém repleta de firmeza e compreensão. 

Em especial, hoje, (espaço para agradecimentos e/ou pedidos de intenção de cura, ou algum outro assunto pertinente a esse momento).

Rezar um Pai Nosso (opcional).


Saiba mais sobre o Evangelho no Lar.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

O Senhor do Seu Destino.

“O espírito é o senhor do seu destino. Ele cria a própria atmosfera de vida individual, influencia na vida coletiva agindo e reagindo, criando aquilo que se costuma chamar de destino; também cria a saúde e a doença; quando age inconsideradamente com o corpo ou quando faz atos repreensíveis à moral, vai criando os chamados enquistamentos no seu corpo espiritual nos aspectos morais, tanto quanto cria o problema para os órgãos do ponto de vista físico.”

“Instruções dos Espíritos”, Coletânea de entrevistas com Espíritos dirigentes do Centro Espírita Léon Denis.

domingo, 1 de junho de 2014

Conciliação


“Concilia-te depressa com o teu adversário, enquanto estás no caminho com ele, para que não aconteça que o adversário te entregue ao juiz e o juiz te entregue ao oficial de justiça, e te encerrem na prisão.” Jesus. (Mateus, 5:25).

Muitas almas enobrecidas, após receberem a exortação desta passagem, sofrem intimamente por esbarrarem com a dureza do adversário de ontem, inacessível a qualquer conciliação.
A advertência do Mestre, no entanto, é fundamentalmente consoladora para a consciência individual.
Assevera a palavra do Senhor – “concilia-te”, o que equivale a dizer “faze de tua parte”.
Corrige quanto for possível, relativamente aos erros do passado, movimenta-te no sentido de revelar a boa-vontade perseverante. Insiste na bondade e na compreensão.
Se o adversário é ignorante, medita na época em que também desconhecias as obrigações primordiais e observa se não agiste com piores características; se é perverso, categoriza-o à conta de doente e dementado em vias de cura.
Faze o bem que puderes, enquanto palmilhas os mesmos caminhos, porque se for o inimigo tão implacável que te busque entregar ao juiz, de qualquer modo, terás então igualmente provas e testemunhos a apresentar. Um julgamento legítimo inclui todas as peças e somente os espíritos francamente impenetráveis ao bem sofrerão o rigor da extrema justiça.
     Trabalha, pois, quanto seja possível no capítulo da harmonização, mas se o adversário te desdenha os bons desejos, concilia-te com a própria consciência e espera confiante.

Fonte: Pão Nosso, Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emmanuel

sábado, 31 de maio de 2014

Ceifeiros.


“Então disse aos seus discípulos: A seara é realmente grande, mas poucos os ceifeiros.” – (Mateus, 9:37).

O ensinamento aqui não se refere à colheita espiritual dos grandes períodos de renovação no tempo, mas sim à seara de consolações que o Evangelho envolve em si mesmo.
Naquela hora permanecia em torno do Mestre a turba de corações desalentados e errantes que, segundo a narrativa de Mateus, se assemelhava a rebanho sem pastor. Eram fisionomias acabrunhadas e olhos súplices em penoso abatimento.
Foi então que Jesus ergueu o símbolo da seara realmente grande, ladeada porém de raros ceifeiros.
É que o Evangelho permanece no mundo por bendita messe celestial destinada a enriquecer o espírito humano, entretanto, a percentagem de criaturas dispostas ao trabalho da ceifa é muito reduzida. A maioria aguarda o trigo beneficiado ou o pão completo para a alimentação própria.
Raríssimos são aqueles que enfrentam os temporais, o rigor do trabalho e as perigosas surpresas que o esforço de colher reclama do trabalhador devotado e fiel.
Em razão disto, a multidão dos desesperados e desiludidos continua passando no mundo, em fileira crescente, através dos séculos.
    Os abnegados operários do Cristo prosseguem onerados em virtude de tantos famintos que cercam a seara, sem a precisa coragem de buscarem por si o alimento da vida eterna. E esse quadro persistirá na Terra, até que os bons consumidores aprendam a ser também bons ceifeiros.

Fonte: Pão Nosso, Francisco Cândido Xavier pelo espírito Emmanuel

quarta-feira, 19 de março de 2014

São José e a Sagrada Família.

A vós, SÃO JOSÉ, recorremos em nossa tribulação, e depois de termos implorado  o auxílio de vossa SANTÍSSIMA ESPOSA e cheios de confiança, solicitamos também o vosso patrocínio. Por esse laço sagrado de caridade que vos uniu à VIRGEM IMACULADA, MÃE de DEUS, e pelo amor paternal que tivestes ao MENINO JESUS, ardentemente vos suplicamos que lanceis um olhar benigno sobre a herança que JESUS CRISTO conquistou com Seu Sangue, e nos socorrais nas nossas necessidades com o vosso auxílio e poder. 

Protegei, ó guarda providente da SAGRADA FAMÍLIA, o povo eleito de JESUS CRISTO. Afastai para longe de nós, ó Pai Amantíssimo, a peste, o erro e o vício que aflige o mundo. Assisti-nos do alto do Céu, ó nosso Fortíssimo Sustentáculo, na luta contra o poder das trevas, e assim, como outrora salvastes da morte a vida ameaçada do MENINO JESUS, defendei também agora a Santa IGREJA de DEUS, conta as ciladas dos seus inimigos e contra toda a adversidade. 

Amparai a cada um de nós com o vosso constante patrocínio, a fim de que, a vosso exemplo e sustentados com o vosso auxílio, possamos viver virtuosamente, piedosamente morrer e obter no Céu a eterna bem-aventurança. Amém. 

São José, rogai por nós.

Fonte: Derradeiras Graças



sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Dia de São Saturnino de Toulouse.

São Saturnino de Toulouse teria vivido nos tempos de Cristo. Tendo ouvido falar sobre São João Batista foi ouvi-lo pessoalmente e acabou se tornando um dos seus discípulos. Foi batizado no Rio Jordão no mesmo dia que Jesus, o qual seguiu sendo um dos seus 72 discípulos.
Após a crucificação, evangelizou com Pedro no Oriente Médio, depois foi para Galia, Arles e Nimes, na França. Acabou se fixando em Toulouse com dois de seus companheiros. Nesta cidade, destruiu ídolos pagãos e conseguiu converter toda a cidade após curar a lebra do Governador de Toulouse.
Anos depois, Saturnino foi perseguido e martirizado.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Dia de São Virgílio.

São Virgílio foi um dos maiores missionários irlandeses do período medieval. Nasceu na primeira década do século VIII e faleceu à 27 de novembro de 784. Foi canonizado em 1.233.
Oração: Pai de bondade, pela inspiração de São Virgílio, aumentai em nós o zelo missionário e infundi em nós o Espírito Santo, para que todas as nossas palavras seja para a glória do vosso nome. Por Cristo nosso Senhor. Amém!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Oração das Refeições.

- Para antes das refeições:
Abençoai, Senhor, este alimento que recupera as nossas forças, para manter-nos no Vosso serviço.
Amém.
- Para depois das refeições:
Obrigado, Senhor, por este alimento que nos fortificou. Fazei que nos sirvamos dele sempre com sobriedade.
Amém.
Fonte: O Livro Sagrado das Orações.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Oração à Santo Alberto Magno.


Oração: 
Dá-me, Senhor, um espírito aberto e compreensivo como aquele que concedeste ao grande teólogo Santo Alberto.
E também, como a ele, dá-me a graça de abarcar parte de teu mistério com minha inteligência.
E que tudo isso me sirva para iniciar uma vida de oração constante e agradável em tua presença.
Amém!

domingo, 13 de outubro de 2013

Sim, Eu Quero.


Sim, eu quero que a luz de Deus que um dia em mim brilhou
jamais se esconda e não se apague em mim o seu fulgor.
Sim, eu quero que o meu amor ajude o meu irmão a caminhar
guiado por tua mão, em tua lei, em tua luz, Senhor!

Esta terra, os astros, o sertão em paz.
Esta flor e o pássaro feliz que vês,
não sentirão, não poderão jamais viver,
esta vida singular que Deus nos dá.

Em minh'alma, cheia de amor de Deus,
palpitando a mesma vida divinal
há um resplendor secreto do infinito Ser,
há um profundo germinar da eternidade.

Quando eu sou um sol a transmitir a luz
e meu ser é templo onde habita Deus,
todo céu está presente dentro em mim,
envolvendo-me na vida e no calor.

Esta vida nova, comunhão com Deus,
no batismo, aquele dia eu recebi
vai aumentando sempre
e vai me transformando,
até que Cristo seja todo meu viver.


Música Católica 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Vê e Segue.


“Uma coisa sei: eu era cego e agora vejo.” – (João, 9:25.)
Apesar de o trabalho renovador do Evangelho, nos círculos da consolação e da pregação, desdobrar-se, diante das massas, semeando milagres de reconforto na alma do povo, o serviço sutil e quase desconhecido do aproveitamento da Boa Nova é sempre individual e intransferível.
Os aprendizes da vida cristã, na atividade vulgar do caminho, desfrutam do conceito de normalidade, mas se não gozam de vantagens observáveis no imediatismo da experiência humana, quais sejam as da consolação, do estímulo ou da prosperidade material, de maneira a gravarem o ensinamento vivo de Jesus, nas próprias vidas, passam à categoria de pessoas estranhas, muita vez ante os próprios companheiros de ministério.
Chegado a semelhante posição, e se sabe aproveitar a sublime oportunidade pela submissão e diligência, o discípulo experimenta completa transposição de plano.
Modifica a tabela de valores que o rodeiam.
Sabe onde se ocultam os fundamentos eternos.
Descortina esferas novas de luta, através da visão interior que outros não compreendem.
Descobre diferentes motivos de elevação, por intermédio do sacrifício pessoal, e identifica fontes mais altas de incentivo ao esforço próprio.
Em vista disso, freqüentemente provoca discussões acesas, com respeito à atitude que adota à frente de Jesus.
Por ver, com mais clareza, as instruções reveladas pelo Mestre, é tido à conta de fanático ou retrógrado, idiota ou louco.
Se, porém, procuras efetivamente a redenção com o Senhor, prossegue seguro de ti mesmo; repara, sem aflição e sem desânimo, as contendas que a ação genuína de Jesus em ti recebe de corações incompreensivos e estacionários, repete as palavras do cego que alcançou a visão e segue para diante.


Fonte Vida, de Chico Xavier por Emmanuel.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Capacete da Esperança.


“Tendo por capacete a esperança na salvação.” – Paulo. (1ª Epístola aos Tessalonicenses, 5:8.)
O capacete é a defesa da cabeça em que a vida situa a sede de manifestação do pensamento e Paulo não podia lembrar outro símbolo mais adequado à vestidura do cérebro cristão, além do capacete da esperança na salvação.
Se o sentimento, muitas vezes, está sujeito aos ataques da cólera violenta, o raciocínio, em muitas ocasiões, sofre o assédio do desânimo, à frente da luta pela vitória do bem, que não pode esmorecer em tempo algum.
Raios anestesiantes são desfechados sobre o ânimo dos aprendizes por todas as forças contrárias ao Evangelho salvador.
A exigência de todos e a indiferença de muitos procuram cristalizar a energia do discípulo, dispersando-lhe os impulsos nobres ou neutralizando-lhe os ideais de renovação.
Contudo, é imprescindível esperar sempre o desenvolvimento dos princípios latentes do bem, ainda mesmo quando o mal transitório estenda raízes em todas as direções.
É necessário esperar o fortalecimento do fraco, à maneira do lavrador que não perde a confiança nos grelos tenros; aguardar a alegria e a coragem dos tristes, com a mesma expectativa do floricultor que conta com revelações de perfume e beleza no jardim cheio de ramos nus.
É imperioso reconhecer, todavia, que a serenidade do cristão nunca representa atitude inoperante, por agir e melhorar continuadamente pessoas, coisas e situações, em todas as particularidades do caminho.
Por isso mesmo, talvez, o apóstolo não se refere à touca protetora.
Chapéu, quase sempre, indica passeio, descanso, lazer, quando não defina convenção no traje exterior, de acordo com a moda estabelecida.
Capacete, porém, é indumentária de luta, esforço, defensiva.
E o discípulo de Jesus é um combatente efetivo contra o mal, que não dispõe de muito tempo para cogitar de si mesmo, nem pode exigir demasiado repouso, quando sabe que o próprio Mestre permanece em trabalho ativo e edificante.
Resguardemos, pois, o nosso pensamento com o capacete da esperança fiel e prossigamos para a vitória suprema do bem.


Fonte Vida, de Chico Xavier por Emmanuel.

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Altar Íntimo.


“Temos um altar.” – Paulo. (Hebreus, 13:10.)
Até agora, construímos altares em toda parte, reverenciando o Mestre e Senhor.
De ouro, de mármore, de madeira, de barro, recamados de perfumes, preciosidades e flores, erguemos santuários e convocamos o concurso da arte para os retoques de iluminação artificial e beleza exterior.
Materializado o monumento da fé, ajoelhamo-nos em atitude de prece e procuramos a inspiração divina.
Realmente, toda movimentação nesse sentido é respeitável, ainda mesmo quando cometemos o erro comum de esquecer os famintos da estrada, em favor das suntuosidades do culto, porque o amor e a gratidão ao Poder Celeste, mesmo quando mal conduzidos, merecem veneração.
Todavia, é imprescindível crescer para a vida maior.
O próprio Mestre nos advertiu, junto à Samaritana, que tempos viriam em que o Pai seria adorado em espírito e verdade.
E Paulo acrescenta que temos um altar.
A finalidade máxima dos templos de pedra é a de despertar-nos a consciência.
O cristão acordado, porém, caminha oficiando como sacerdote de si mesmo, glorificando o amor perante o ódio, a paz diante da discórdia, a serenidade à frente da perturbação, o bem à vista do mal...
Não olvidemos, pois, o altar íntimo que nos cabe consagrar ao Divino Poder e à Celeste Bondade.
Comparecer, ante os altares de pedra, de alma cerrada à luz e à inspiração do Mestre, é o mesmo que lançar um cofre impermeável de trevas à plena claridade solar. Se as ondas luminosas continuam sendo ondas luminosas, as sombras não se alteram igualmente.
Apresentemos, portanto, ao Senhor as nossas oferendas e sacrifícios em quotas abençoadas de amor ao próximo, adorando-o, através do altar do coração, e prossigamos no trabalho que nos cabe realizar.


Fonte Viva, de Chico Xavier por Emmanuel.

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Demonstrações do Céu.


“Disseram-lhe, pois: que sinal fazes tu para que o vejamos, e creiamos em ti?” – (João, 6:30.)
Em todos os tempos, quando alguém na Terra se refere às coisas do Céu, verdadeira multidão de indagadores se adianta pedindo demonstrações objetivas das verdades anunciadas.
Assim é que os médiuns modernos são constantemente assediados pelas exigências de quantos se colocam à procura da vida espiritual.
Esse é vidente e deve dar provas daquilo que identifica.
Aquele escreve em condições supranormais e é constrangido a fornecer testemunho das fontes de sua inspiração.
Aquele outro materializa os desencarnados e, por isso, é convocado ao teste público.
Todavia, muita gente se esquece de que todas as criaturas do Senhor exteriorizam os sinais que lhes dizem respeito.
O mineral é reconhecido pela utilidade.
A árvore é selecionada pelos frutos.
O firmamento espalha mensagens de luz.
A água dá notícias do seu trabalho incessante.
O ar esparge informações, sem palavras, do seu poder na manutenção da vida.
E entre os homens prevalecem os mesmos imperativos.
Cada irmão de luta é examinado pelas suas características.
O tolo dá-se a conhecer pelas puerilidades.
O entendido revela mostras de prudência.
O melhor demonstra as virtudes que lhe são peculiares.
Desse modo, o aprendiz do Evangelho, ao solicitar revelações do Céu para a jornada da Terra, não deve olvidar as necessidades de revelar-se firmemente disposto a caminhar para o Céu.
Houve dia em que a turba vulgar dirigiu-se ao próprio Salvador que a beneficiava, perguntando: – “que sinal fazes tu para que o vejamos, e creiamos em ti?”
Imagina, pois, que se ao Senhor da Vida foi dirigida semelhante interrogativa, que indagação não se fará do Alto a nós outros, toda vez que rogarmos sinais do Céu, a fim de atendermos ao nosso simples dever?


Fonte Vida, de Chico Xavier por Emmanuel.

domingo, 4 de agosto de 2013

Problemas do Amor.


“... que vosso amor cresça cada vez mais no pleno conhecimento e em todo o discernimento.” – Paulo (Filipenses, 1:9.)
O amor é a força divina do Universo.
É imprescindível, porém, muita vigilância para que não a desviemos na justa aplicação.
Quando um homem se devota, de maneira absoluta, aos seus cofres perecíveis, essa energia, no coração dele, denomina-se “avareza”; quando se atormenta, de modo exclusivo, pela defesa do que possui, julgando-se o centro da vida, no lugar em que se encontra, essa mesma força converte-se nele em “egoísmo”; quando só vê motivos para louvar o que representa, o que sente e o que faz, com manifesto desrespeito pelos valores alheios, o sentimento que predomina em sua órbita chama-se “inveja”.
Paulo, escrevendo à amorosa comunidade filipense, formula indicação de elevado alcance.
Assegura que “o amor deve crescer, cada vez mais, no conhecimento e no discernimento, a fim de que o aprendiz possa aprovar as coisas que são excelentes”.
Instruamo-nos, pois, para conhecer.
Eduquemo-nos para discernir.
Cultura intelectual e aprimoramento moral são imperativos da vida, possibilitando-nos a manifestação do amor, no império da sublimação que nos aproxima de Deus.
Atendamos ao conselho apostólico e cresçamos em valores espirituais para a eternidade, porque, muitas vezes, o nosso amor é simplesmente querer e tão-somente com o “querer” é possível desfigurar, impensadamente, os mais belos quadros da vida.


Fonte Vida, de Chico Xavier por Emmanuel.

sábado, 3 de agosto de 2013

Varonilmente.


“Vigiai, estai firmes na fé, portai-vos varonilmente, sede fortes.” – Paulo. (1ª Epístola aos Coríntios, 16:13.)
Vigiai na luta comum.
Permanecei firmes na fé, ante a tempestade.
Portai-vos varonilmente em todos os lances difíceis.
Sede fortes na dor, para guardar-lhe a lição de luz.
Reveste-se o conselho de Paulo aos Coríntios, ainda hoje, de surpreendente oportunidade.
Para conquistarmos os valores substanciais da redenção, é imprescindível conservar a fortaleza de ânimo de quem confia no Senhor e em si mesmo.
Não vale a chuva de lágrimas despropositadas, ante a falta cometida.
Arrependermo-nos de qualquer gesto maligno é dever, mas pranteá-lo indefinidamente é roubar tempo ao serviço de retificação.
Certo, o mal deliberado é um crime, todavia, o erro impensado é ensinamento valioso, sempre que o homem se inclina aos desígnios do Senhor.
Sem resistência moral, no turbilhão de conflitos purificadores, o coração mais nobre se despedaça.
Não nos cabe, portanto, repousar no serviço de elevação.
É natural que venhamos a tropeçar muitas vezes.
É compreensível que nos firamos freqüentemente nos espinhos da senda.
Lastimável, contudo, será a nossa situação toda vez que exigirmos rede macia de consolações indébitas, interrompendo a marcha para o Alto.
O cristão não é aprendiz de repouso falso. Discípulo de um Mestre que serviu sem acepção de pessoas até à cruz, compete-lhe trabalhar na sementeira e na seara do Infinito Bem, vigiando, ajudando e agindo varonilmente.


Fonte Vida, de Chico Xavier por Emmanuel.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Em Nossa Marcha.


“Perguntou-lhe Jesus: – “Que queres que eu faça?” (Marcos, 10:51.)
Cada aprendiz em sua lição.
Cada trabalhador na tarefa que lhe foi cometida.
Cada vaso em sua utilidade.
Cada lutador com a prova necessária.
Assim, cada um de nós tem o testemunho individual no caminho da vida.
Por vezes, falhamos aos compromissos assumidos e nos endividamos infinitamente. No serviço reparador, todavia, clamamos pela misericórdia do Senhor, rogando-lhe compaixão e socorro.
A pergunta endereçada pelo Mestre ao cego de Jericó é, porém, bastante expressiva.
“Que queres que eu faça?”
A indagação deixa perceber que a posição melindrosa do interessado se ajustava aos imperativos da Lei.
Nada ocorre à revelia dos Divinos Desígnios.
Bartimeu, o cego, soube responder, solicitando visão. Entretanto, quanta gente roga acesso à presença do Salvador e, quando por ele interpelada, responde em prejuízo próprio?
Lembremo-nos de que, por vezes, perdemos a casa terrestre a fim de aprendermos o caminho da casa celeste; em muitas ocasiões, somos abandonados pelos mais agradáveis laços humanos, de maneira a retornarmos aos vínculos divinos; há épocas em que as feridas do corpo são chamadas a curar as chagas da alma, e situações em que a paralisia ensina a preciosidade do movimento.
É natural peçamos o auxílio do Mestre em nossas dificuldades e dissabores; entrementes, não nos esqueçamos de trabalhar pelo bem, nas mais aflitivas passagens da retificação e da ascensão, convictos de que nos encontramos invariavelmente na mais justa e proveitosa oportunidade de trabalho que merecemos, e que talvez não saibamos, de pronto, escolher outra melhor.


Fonte Viva, de Chico Xavier por Emmanuel.