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domingo, 18 de outubro de 2026

Homenagem a Bezerra de Menezes no Dia do Médico

Hoje, 18 de outubro, Dia do Médico, é uma oportunidade para lembrar daqueles que fizeram da medicina não apenas uma profissão, mas também uma forma de servir.

Entre esses nomes está Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, médico, político, escritor e uma das figuras mais importantes da história do Espiritismo no Brasil.

Nascido em 1831, Bezerra de Menezes formou-se em Medicina no Rio de Janeiro e ficou conhecido, ainda em vida, por sua dedicação aos mais pobres. Atendia pessoas que muitas vezes não tinham condições de pagar por consultas ou medicamentos, atitude que contribuiu para que recebesse, posteriormente, a lembrança afetiva de “médico dos pobres”.

Sua trajetória, porém, ultrapassou a medicina.

Bezerra aproximou-se do Espiritismo na segunda metade do século XIX e passou a dedicar parte importante de sua vida à divulgação e à organização do movimento espírita brasileiro. Tornou-se presidente da Federação Espírita Brasileira e defendeu uma visão de espiritualidade profundamente ligada à caridade, à fraternidade e ao cuidado com o próximo.

Para os espíritas, seu nome permanece associado também ao trabalho espiritual de auxílio e cura. Muitas casas espíritas realizam orações e atividades de assistência evocando sua figura como símbolo de amparo, equilíbrio e dedicação ao sofrimento humano.

Medicina e caridade

A história de Bezerra de Menezes recorda que cuidar de alguém não significa olhar apenas para uma doença.

Significa reconhecer a pessoa inteira.

Ouvir.

Acolher.

Orientar.

E, quando possível, aliviar não somente a dor física, mas também a solidão, o medo e a falta de esperança.

Essa dimensão humana do cuidado explica por que sua memória continua tão presente mais de um século depois de sua morte.

Uma homenagem no Dia do Médico

Neste Dia do Médico, o Agenda Esotérica homenageia Dr. Bezerra de Menezes e, por meio dele, todos os profissionais que compreendem a medicina como encontro entre conhecimento, responsabilidade e humanidade.

Que nunca faltem ciência para orientar as mãos, consciência para tomar decisões e compaixão para olhar quem sofre.

Dr. Bezerra de Menezes — médico do corpo, servidor do próximo e símbolo de caridade.

Agenda Esotérica

domingo, 23 de agosto de 2026

Santa Rosa de Lima

Nascida no Peru, Santa Rosa encontrou na espiritualidade, na simplicidade e no serviço ao próximo o caminho para viver sua fé. 

Tornou-se um símbolo de devoção, caridade e força interior, sendo reconhecida como padroeira da América Latina.

Que neste dia possamos nos inspirar em sua história para cultivar mais amor, compaixão e luz em nossas atitudes.

Santa Rosa de Lima, rogai por nós.

Agenda Esotérica

segunda-feira, 19 de maio de 2025

Santa Joaquina de Vedruna

A Mística da Caridade e do Serviço

Num mundo que clama por compaixão e cuidado, a figura de Santa Joaquina de Vedruna ressurge como um arquétipo feminino poderoso: mãe, viúva, mística e fundadora. Uma mulher que transcendeu as expectativas do seu tempo e fez da caridade um caminho espiritual profundo, onde o serviço ao outro se torna um verdadeiro ritual de cura.

Uma alma sensível desde cedo

Nascida em Barcelona, Espanha, em 1783, Joaquina cresceu em meio a uma Europa marcada por instabilidade política e crise social. Desde menina, sentia um chamado interior para a vida espiritual. Casou-se jovem e teve nove filhos — um ciclo de vida familiar intenso, que a preparou para uma vocação ainda maior: a do amor universal.

Após a morte de seu marido, dedicou-se inteiramente à espiritualidade e ao serviço. Fundou a Congregação das Irmãs Carmelitas da Caridade, com a missão de cuidar dos pobres, dos doentes e da educação das crianças. Através do serviço, Joaquina encontrava a união com o divino.

A dimensão esotérica de sua missão

Para além da hagiografia tradicional, Santa Joaquina nos ensina sobre a alquimia do cotidiano: transformar dor em luz, serviço em transcendência. Sua vida foi um exercício constante de transmutação espiritual, onde os sofrimentos e desafios tornaram-se oferendas sagradas.

Seu carisma pode ser visto como uma forma de canalização — um tipo de mediunidade compassiva, onde o amor se manifesta como cura. Em tempos de egoísmo e materialismo, ela nos lembra que o cuidado com o outro é também uma prática esotérica profunda, que eleva nossa frequência espiritual.

Uma santa para os tempos modernos

Hoje, muitas mulheres (e homens) encontram em Santa Joaquina um símbolo de força, fé e conexão entre o mundo espiritual e as tarefas do dia a dia. Seu legado nos inspira a trazer o sagrado para dentro da rotina — seja num gesto de acolhimento, numa palavra de apoio ou na escuta atenta.

Invocá-la em momentos de esgotamento, solidão ou desejo de servir pode trazer equilíbrio e inspiração. Uma oração simples, ou mesmo um momento de silêncio com uma vela branca acesa, pode ser suficiente para sentir sua presença.

Meditação com Santa Joaquina

"Que eu seja instrumento de cura onde houver dor. Que eu encontre, no serviço ao outro, o caminho de volta a mim mesma(o). Que a chama da caridade ilumine minhas escolhas. Santa Joaquina, guie-me na arte de amar com entrega e verdade."

Santa Joaquina de Vedruna nos ensina que a espiritualidade não está só nas alturas — mas na doação, na escuta, no cuidado. Ela é uma santa de pés no chão e coração no alto, uma verdadeira alquimista do amor.

domingo, 30 de agosto de 2020

Santa Narcisa de Jesus


Santa Narcisa de Jesus mostra um caminho de perfeição cristã e oferece um exemplo de uma vida dedicada a Deus e aos irmãos, nas palavras do Papa Bento XVI, quando a canonizou em 12 outubro de 2008.
Narcisa nasceu em 1832 numa família católica e abastada financeiramente. Moravam numa fazenda no povoado de Nobol, província de Guaias, no Equador. Sua mãe faleceu quando Narcisa tinha 4 anos de idade. Com a ajuda de uma professora particular e de sua irmã mais velha, aprendeu a ler, escrever, tocar violão e até a cozinhar. E mesmo sendo pequena, era a sexta de nove irmãos, ajudou a cuidar dos irmãos mais novos e mais tarde a educa-los.
Quando fez sete anos, foi crismada e passou a dedicar longas horas do seu dia à oração. Havia uma goiabeira perto da fazenda onde costumava passar horas sob a sua sombra rezando. Seu pai vendo a dedicação com que Narcisa se debruçava a oração, reservou um dos aposentos da casa para que servisse de “capela”. Narcisa colocou ali uma imagem esculpida em madeira, do menino Jesus.
Aos 15 anos de idade, aprendeu a costurar, arte pela qual desenvolveu o domínio de tecer e bordar. Costurava para sua família e também na casa dos vizinhos. Mais tarde, todo o dinheiro que ganharia com as costuras e os bordados, seria doado para os pobres e desafortunados.
Três anos depois, seu pai faleceu e Narcisa se mudou para Guayaquil onde viviam alguns parentes. A casa onde foi morar ficava ao lado da catedral e foi onde passou a trabalhar dando aulas de catecismo para crianças e jovens. Se desfez de seus bens materiais herdados da família para ajudar os necessitados.
     Também foi nessa cidade que Narcisa encontrou uma amiga de infância, Mercedes Molina, e passou a ajudá-la na tarefa de cuidar de um orfanato. Narcisa além de participar na formação das crianças, também confeccionou as indumentárias delas.
Durante toda a sua vida, a dedicação que tinha à oração, penitência e caridade, a fez ser convidada, em 1868, a morar num convento dominicano em Patrocínio, em Lima, no Peru. Foi nesse convento que, tendo intensificado suas orações e penitências, teve uma visão de Jesus lhe mostrando seu coração e dizendo: Jamais concedi igual graça a uma alma.
No ano seguinte, Narcisa novamente vislumbrou não só Jesus, mas também Nossa Senhora. Eles lhe pediram que manifestasse alguma graça que desejasse obter. Narcisa pediu pelos mais necessitados e também rogou que fosse logo para o Céu. E foi após essa revelação, que Narcisa, então com 37 anos de idade, ficou doente e faleceu em poucos mais de dois meses.
Após a sua morte, ficaram conhecendo a verdadeira vida que Narcisa levava na reserva de sua cela, como eram chamados os quartos dos religiosos. Ela tinha feito voto privado de castidade perpétua, pobreza, obediência, clausura, jejum de pão e água, comunhão diária, confissão, mortificação e oração. Os médicos que a assistiram nos seus últimos dias, ficaram surpreendidos de que tivesse vivido com tão pouco alimento por tanto tempo.
Narcisa foi beatificada em 25 de outubro de 1992 pelo Papa João Paulo II e canonizada em 12 de outubro de 2008 pelo Papa Bento XVI. É a terceira santa equatoriana. O dia da sua festa litúrgica é 30 de agosto.


quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Santa Dulce dos Pobres

 

Santa Dulce dos Pobres foi uma religiosa católica brasileira que ficou mundialmente conhecida pelo seu ativismo social .

Batizada como Maria Rita de Souza Brito Lopes Ponte, irmã Dulce nasceu no dia 26 de maio de 1914, em Salvador, Bahia. 

Sua preocupação com os necessitados começou na infância mas foi na adolescência, que mostrou sua verdadeira vocação. Começou a acolher mendigos e doentes na residência da família transformando-a mais tarde num centro de atendimento, que ficou conhecido pelo nome de “A Portaria de São Francisco”. Foi nessa época que a adolescente Maria Rita manifestou o desejo de seguir uma vida religiosa.

Após se formar com professora, em fevereiro de 1933, entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, na cidade chamada São Cristóvão, em Sergipe. E em agosto do mesmo ano, recebeu o hábito de freira das Irmãs Missionárias adotando o nome de sua mãe, Irmã Dulce.

Sua missão na Congregação era lecionar no colégio da Ordem mas seu pensamento estava sempre no trabalho dedicado aos mais pobres e doentes. Dois anos depois, passou a se dedicar a ajudar comunidades carentes. Fundou hospitais, escolas e outras instituições filantrópicas.

Seus feitos como ativista humanitária, em que se dedicava à caridade e amor ao próximo, ganharam repercussão mundial. Em 1988, foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz.

Irmã Dulce nunca teve uma saúde boa. Tinha dificuldades respiratórias que foram se agravando ao longo dos anos. Em novembro de 1990, teve que ser internada e de lá, não saiu mais. Quando João Paulo II veio ao Brasil, em 1991, a visitou. Recebeu benção e extrema unção papal.

Morreu de causas naturais no final da tarde do dia 13 de março de 1992, aos 77 anos de idade.

Foi beatificada em 22 de maio, de 2011, por Dom Geraldo Cardeal Majella Agnelo, enviado especial do Papa Bento XVI, e canonizada em 13 de outubro, de 2019, pelo Papa Francisco.

“Há momentos em que nos sentimos abandonados porque nos esquecemos da onipotência de Deus. Ele tudo vê. Então é preciso acreditar e ter a certeza que nada é impossível aos olhos d’Ele.” Irmã Dulce

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

São Nicola Saggio

 

Nicola Saggio foi um religioso que viveu entre os séculos XVII e XVIII. Nasceu em Longobardi, Itália, a 6 de janeiro, de 1650, batizado como nome de Giovanni Battista Clemente.

Seus pais lhe deram uma educação cristã com valores morais e espirituais elevados. Quando criança, visitou o convento dos Mínimos, que despertou nele o desejo de seguir uma vida religiosa. A Ordem dos Mínimos, foi fundada por São Francisco de Paula e enfatiza a vocação da humildade, a penitência, a prática da caridade, o amor, a oração e a ascese física. Quando Giovanni entrou para a Ordem dos Mínimos mais tarde, escolheu nome Nicola.

Em 1683, fez uma peregrinação de Longobardi a Loreto para pedir à Deus que libertasse Viena dos turcos.

São Nicola Saggio faleceu em 1709, em Roma. Estava com uma doença pulmonar. Suas últimas palavras foram “paraíso, paraíso”.

Foi beatificado em 17 de setembro, de 1786, pelo Papa Pio VII e canonizado em 23 de novembro, de 2014, pelo Papa Francisco. Sua festa litúrgica é comemorada dia 10 de agosto. 

quinta-feira, 23 de julho de 2020

Santa Brígida da Suécia


Santa Brígida era filha do rei da Suécia, uma família piedosa que teve vários de seus integrantes tornados santos católicos. Grande parte da fortuna real foi usada para construir mosteiros, hospitais e igrejas. A princesa Brígida, ou Brigite, nasceu em 1303, e desde cedo participava das obras de caridade. Quando jovem, foi dama de companhia de uma rainha chamada Bianca, da região de Namur, atual Bélgica, e por causa disso, frequentou o luxo e a riqueza. No entanto, não se deixou deslumbrar pelos requintes da realeza. Manteve-se fiel à sua fé e consciência cristã sem nunca se afastar da caridade. 

Aos 18 anos. Brígida se casou com um homem que, embora fosse um nobre, tinha uma vida de vícios e paixões desregrados. Com orações e sacrifícios, conseguiu convertê-lo ao cristianismo e junto com ele praticaram a caridade e a piedade com os mais necessitados. Tiveram oito filhos mas, infelizmente, um deles veio a falecer. O casal decidiu fazer uma peregrinação até o Santuário de Santiago de Compostela, na Espanha. No caminho de volta, seu marido adoeceu e Brígida ficou preocupada que ele fosse morrer. Ao dormir, ela teve uma revelação em sonho, por intermédio de São Dionísio, de que seu marido iria se recuperar. Ele realmente ficou curado e logo puderam voltar para casa. Mas Brígida sentiu que essa revelação era um chamado para que ela tivesse uma vida monástica. Decidiu ingressar no Mosteiro de Alvastra, onde um de seus filhos já vivia como monge. 

Anos depois, após a morte do seu marido, Brígida resolveu colocar em prática um sonho que tinha de fundar um mosteiro duplo com uma ala para os homens e outra para as mulheres. Seu sonho se realizou criando a Ordem do Santo Salvador e lá viveu durante muitos anos. 

Quando o mosteiro fundado por ela recebeu a aprovação oficial da Igreja, ela se mudou para Roma pois sabia que aquela conquista seria apenas o início da sua missão. Trabalhou durante vinte e quatro anos em Roma e construiu 78 mosteiros espalhados pela Europa. 

Santa Brígida da Suécia faleceu em 23 de julho de 1373 durante uma peregrinação à Terra Santa. Após sua morte, a Ordem do Santo Salvador passou a ser dirigida pela sua filha, Santa Catarina da Suécia. Foi canonizada apenas 18 anos após a sua morte e o culto a ela se espalhou rapidamente por todo o continente europeu.

domingo, 12 de julho de 2020

São Luís Martin e Santa Zélia Guerín


São Luís Martin e Santa Zélia Guerín Martin, ele relojoeiro e ela rendeira, foram pais de Santa Teresinha do Menino Jesus. Ambos tentaram seguir a vida religiosa quando jovens. Ele não foi aceito na ordem dos agostinianos, por não saber latim, e ela, ao tentar entrar para a ordem das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, pois ali percebeu que Deus lhe reservou um outro caminho.

O primeiro encontro dos dois aconteceu na ponte de São Leonardo, em Alençon, França, em 1858. Poucos meses depois se casaram e tiveram nove filhos, sendo que quatro deles morreram por terem nascido prematuros. Teresa é a caçula das cinco filhas que sobreviveram.

Quatro anos depois do nascimento de Tereza, Zélia morreu de câncer e Luís achou melhor se mudar com as filhas para Lisieux, onde morava seu cunhado. Todas as cinco filhas seguiram a vida religiosa.

Perto de chegar aos 70 anos de idade, Luís foi internado num sanatório e morreu ao perder suas faculdades mentais. O casal foi beatificado em 2008, na Basílica de Santa Teresa, em Lisieux, em nome do Papa Bento XVI e canonizado em 18 de outubro de 2015, na Praça de São Pedro, pelo Papa Francisco.  Eles foram o primeiro casal a ser canonizado em uma mesma cerimônia. A memória litúrgica acontece no dia 12 de julho.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Oração de São Sabas.

"Deus de Amor, cuja Providência conduz a história humana, dai-nos receber de Santo Sabas a coragem e a caridade necessárias para levar as pessoas a Boa Nova do Vosso Filho Jesus.
Criai em nós um coração puro e um espírito missionário, que responda com fidelidade ao seu chamado de amor."

Se quiser ouvir esta oração, clique aqui.

Veja em outro post a história de São Sabas.

sábado, 30 de março de 2013

Amar Como Jesus Amou.


Um dia uma criança me parou
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
Caneta e papel na sua mão
Tarefa escolar para cumprir
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz?

Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz

Ouvindo o que eu falei ela me olhou
E disse que era lindo o que eu falei
Pediu que eu dissesse, por favor
Mas não dissesse tudo de uma vez
E perguntou de novo num sorriso
O que é preciso para ser feliz?

Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz

Depois que eu terminei de repetir
Seus olhos não saíram do papel
Toquei no seu rostinho a sorrir
Pedi que ao transmitir fosse fiel
E ela deu-me um beijo demorado
E ao meu lado foi dizendo assim

Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Oração à Santa Adelaide.


Hoje é dia da Santa Adelaide. Segue abaixo uma oração:

Faça, Senhor Deus, nosso Pai, que aspiremos incansavelmente ao descanso que nos preparastes em vosso reino.
Dai-nos forças e inteligência nesta vida, para suportarmos as agruras que nos rodeiam;
Para promovermos o bem e a justiça e servirmos nossos irmãos.
Amém.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Oração de Agradecimento pela Vida.

Senhor! Eu te agradeço pela Vida.

Pelos dons que me destes.
Pela Paz que a minha alma desfruta comovida.
Pela Grande alegria que me traz a certeza de sua companhia!
Pela Fé, pelo Amor, pela Esperança,
Pela Benção Radiosa da alegria nova em cada manhã, pela confiança...
Pelo Pão que dá força e sustento:
Pelo Lar e os Amigos, pelo Abrigo,
Pelo nobre trabalho que me alenta...
Oh! Senhor: Eu te adoro e te bendigo.
E te Louvo, cantando com louvores pela Graça Divina do perdão!
Pela Cruz que redime os pecadores, numa oferta de amor e redenção!
Pela tua palavra revelada, fiel espelho de tua perfeição!
Pela igreja visível e abençoada, a minha alma se ajoelha em gratidão!

Enviada por Regina Lúcia.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

São Francisco de Assis.

São Francisco de Assis foi um frade católico da Itália. Conhecido como aquele que abandonou a riqueza para se dedicar ao cuidado dos pobres e dos doentes.

Aos vinte anos quis alistar-se como cavaleiro no exército que combatia pelo Papa, mas teve um sonho revelador no qual era convidado a seguir de preferência o patrão do que o servo.

Começou a dedicar-se ao serviço dos pobres e dos doentes. Até que num dia de outono de 1205, enquanto meditava, escutou uma voz saindo do crucifixo: “vá escorar a minha Igreja que está desabando.” Renunciou então aos bens paternos e deu início a sua vida religiosa.

Nos primeiros anos, quando abandonou tudo, andou como um errante e maltrapilho. Depois deu início a Ordem dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos. Eles tinham o hábito da pregação itinerante numa época em que os religiosos estavam mais ligados aos mosteiros

Para alguns, São Francisco foi a maior figura do Cristianismo depois de Jesus Cristo. Em vida, conta a história que realizou muitos milagres. Morreu aos 44 anos e dois anos depois, foi canonizado.

São Francisco de Assis amava os animais, tanto que é conhecido como o protetor dos animais. Mas também amava as plantas e toda a natureza. Era um poeta e adorava cantar o Sol, a Lua e as Estrelas. Era também uma pessoa alegre, simples e possuía uma grande ternura. Hoje é um dos santos mais populares.

Em 1979, o Papa João Paulo II o proclamou “Santo Patrono dos Ecologistas”.
Se puder, escute a mais famosa Oração de São Francisco de Assis.





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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

As Graças, da Caridade.

Hoje é dia de um festival chamado Caristeria. Era realizado tanto na Grécia quanto em Roma.

É uma festa com oferendas e agradecimento às deusas da caridade, as Graças.

As Graças eram as deusas da dança, dos modos e da graça do amor. Habitavam o Olimpo em companhia das Musas e com elas formavam coros.

Filhas de Zeus e Eurínome, as Graças foram também companheiras e aias de Afrodite, Vênus, onde cuidavam dos cabelos e das roupas da Deusa do Amor.

As Graças eram três e se chamavam Tália, a que traz flores, Aglaia, a que brilha e resplandece, e Eufrosine, a alegria do coração.

Deusas da Caridade, elas representavam as doações, os dons ou as graças que vinham do céu e das estrelas.

Também chamadas de Ninfas celestes, eram parteiras dos deuses, padroeiras da arte, da música, da poesia e da dança.

Dessas deusas herdamos as expressões “ficar em estado de graça” e “graças à Deus”.

Aproveite o dia de hoje para dar graças por tudo que tem recebido. Pratique uma boa ação, faça algo de bom para alguém que realmente precise.

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Dia da Caridade.

Hoje é dia internacional da Caridade. Do latim Cáritas, é uma das três virtudes teologais. As outras são Fé e Esperança.

É um sentimento ou uma ação altruísta de ajuda ao próximo sem buscar qualquer tipo de recompensa. É bondade, benevolência, compaixão. E muitas vezes significa o próprio ato de dar uma esmola para alguém necessitado.

Na religião cristã, a caridade consiste na realização do preceito “ama o próximo como a ti mesmo”. São Paulo, de todas as virtudes, insistiu mais na caridade. Para ele, é a caridade que mantém unidos os membros da comunidade cristã e a faz ser o próprio “Corpo de Cristo”.

Para os espíritas, com o egoísmo, os homens estão em luta perpétua. Ao passo que com a caridade, estarão em paz. Segundo as palavras do Cristo, só a caridade pode garantir a felicidade futura dos homens pois encerra implicitamente todas as virtudes que podem levá-los à perfeição. É por isso que o Espiritismo cristão tem como máxima Fora da Caridade não há salvação.

Um exemplo de caridade no século XX foi personificado por Madre Teresa de Calcutá. Em meados da década de 50, ela foi autorizada pelo Papa Pio XII a iniciar uma ordem religiosa com o objetivo único de viver a caridade no dia-a-dia, de modo a assistir e auxiliar os mais desvalidos e mais pobres. Começou com apenas 12 membros e hoje possui cerca de 4.500 espalhados por 133 países. A ordem se chama Missionárias da Caridade. Para Madre Teresa, a raiz de todos os males era o egoísmo.

Caridade também era o nome de uma das três irmãs, filhas de Santa Sophia, que no século II foram martirizadas durante a perseguição do Imperador Romano Adriano e seu prefeito Antíoco. As outras irmãs chamavam-se Fé e Esperança. O motivo do martírio: elas pregavam por toda a cidade de Roma e arredores a mensagem do Cristo crucificado.

A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, mas abrange todas as relações com os nossos semelhantes, quer se trate de nossos inferiores, iguais ou superiores. E o sentido da palavra caridade, segundo o Livro dos Espíritos, é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas.

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