segunda-feira, 31 de agosto de 2020
domingo, 30 de agosto de 2020
Santa Narcisa de Jesus
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Santa Sabina de Roma
Sabina de Roma viveu numa época em que os cristãos só eram martirizados se fossem denunciados. Filha de Herodes Metalário e viúva do senador Valenciano, Sabina se converteu ao cristianismo ouvindo as histórias que sua escrava, Seráfia, lhe contava. As duas também saíam à noite para ir às catacumbas, como chamavam os cemitérios daquela época, para estar com os cristãos que se reuniam clandestinamente para não serem vistos.
De acordo com a história, Seráfia acabou sendo denunciada e presa para ir a julgamento. Ela deveria fazer uma homenagem aos deuses romanos para que a denúncia contra ela fosse anulada e ela ficasse livre. Mas a serva se recusou. Foi, então, entregue a dois algozes para que abusassem dela. Mas sem que eles esperassem, foram acometidos por uma dor terrível que os fez cair doentes. Seráfia foi chamada de bruxa e por isso, apedrejada até a morte. Sabina conseguiu levar o corpo de sua serva para ser enterrado no mausoléu de sua família. O prefeito Elpídio descobriu o que Sabina fez e a acusou de ser cristã. Sabina foi presa e interrogada. Ela também rejeitou os deuses romanos e exaltou a sua fé no cristianismo.
Foi então morta no dia 29 de agosto, do ano 125, e canonizada mais tarde. Ela é representada com um livro e uma folha de palma nas mãos e uma coroa na cabeça.
São Moisés, o Negro
terça-feira, 25 de agosto de 2020
São Genésio de Roma
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
São Bernardo de Claraval
sexta-feira, 14 de agosto de 2020
São Maximiliano Maria Kolbe
São Maximiliano Maria Kolbe foi um padre missionário da igreja católica que morreu como mártir num campo de concentração em 14 de agosto de 1941.
Seu nome de batismo era Raimundo Kolbe. Nasceu em 1894, na Polônia, numa família de operários humildes, mas ricos na fé cristã. Aos 13 anos de idade entrou para o Seminário dos Frades Menores Conventuais Franciscanos, onde se destacou pela sua devoção à Nossa Senhora. Ainda como estudante, fundou um apostolado mariano chamado “Milícia Imaculada”.
Em 1918, recebeu o sacramento da ordem e adotou o nome religioso de Maximiliano Maria. Quatro anos mais tarde, fundou uma tipografia e mostrou o seu dom de comunicador. Criou e editou uma revista dedicada à Nossa Senhora, um periódico semanal, uma revista para crianças e outra para sacerdotes. Em pouco tempo, as tiragens que eram pequenas, passaram à casa do milhar. Mas não ficou só na escrita, montou uma emissora católica de rádio e tinha como meta estender sua obra para o mundo inteiro. Chegou até o Japão onde foi bem recebido e seguido.
No início da Segunda Guerra Mundial, Maximiliano voltou para a Polônia para formar novos franciscanos. Foi preso em 1939, mas solto logo depois. No entanto, em 1941, foi novamente preso e desta vez, levado para o campo de concentração de Auschwitz. Até que em agosto, um dos prisioneiros conseguiu fugir e como castigo, os nazistas sortearam 10 pessoas para serem mortas. Um dos dez sorteados, Francisco Gajowniczek, começou a chorar e a clamar em voz alta piedade pois tinha esposa e filhos para criar. Maximiliano pediu ao comandante alemão que fosse morto no lugar de Francisco. Seu pedido foi aceito.
Os dez sorteados foram colocados numa sala escura e úmida para morrerem de frio e de fome. Após duas semanas, Maximiliano e mais dois homens de porte físico forte, conseguiram sobreviver. Mas os nazistas aplicaram-lhes uma injeção letal para que se cumprisse a punição impingida a eles.
Foi beatificado em 17 de outubro, de 1971, pelo Papa Paulo VI e canonizado em 10 de outubro, de 1982, pelo Papa João Paulo II. Na cerimônia de canonização, esteve presente Francisco Gajowniczek testemunhando a coragem e o amor daquele que se ofereceu para morrer em seu lugar.
Santo Maximiliano Maria Kolbe é padroeiro dos eletricistas, dos dependentes químicos, das famílias, do rádio amador e dos esperantistas.segunda-feira, 10 de agosto de 2020
São Nicola Saggio
Nicola Saggio foi um religioso que viveu entre os séculos XVII e XVIII. Nasceu em Longobardi, Itália, a 6 de janeiro, de 1650, batizado como nome de Giovanni Battista Clemente.
Seus pais lhe deram uma educação cristã com valores morais e espirituais elevados. Quando criança, visitou o convento dos Mínimos, que despertou nele o desejo de seguir uma vida religiosa. A Ordem dos Mínimos, foi fundada por São Francisco de Paula e enfatiza a vocação da humildade, a penitência, a prática da caridade, o amor, a oração e a ascese física. Quando Giovanni entrou para a Ordem dos Mínimos mais tarde, escolheu nome Nicola.
Em 1683, fez uma peregrinação de Longobardi a Loreto para pedir à Deus que libertasse Viena dos turcos.
São Nicola Saggio faleceu em 1709, em Roma. Estava com uma doença pulmonar. Suas últimas palavras foram “paraíso, paraíso”.
Foi beatificado em 17 de setembro, de 1786, pelo Papa Pio VII e canonizado em 23 de novembro, de 2014, pelo Papa Francisco. Sua festa litúrgica é comemorada dia 10 de agosto.
sábado, 8 de agosto de 2020
Santa Mary MacKillop
Aos 14 anos de idade, MacKillop começou a trabalhar para sustentar sua família pois seu pai havia saído de casa para nunca mais voltar. Quando fez 18 anos, foi morar numa pequena cidade rural, na casa de uma de suas tias, para servir de governanta e de educadora para seus primos. A educação que dispensava a eles foi aos poucos sendo estendida às crianças pobres da cidade. Até que um padre, Julian Tenison Woods, a chamou para fundarem juntos uma ordem religiosa e uma escola. E foi assim que, em 1866, nasceu a ordem das Irmãs de São José do Sagrado Coração e também a Escola de São José. Um ano depois, MacKillop fez os votos e tornou-se a madre superiora das irmãs. E no ano seguinte, abriu outras escolas na Austrália.
Para Mackillop, a Ordem deveria se dedicar ao ensino e à caridade mas sem receber ajuda financeira do governo. As irmãs deveriam aceitar uma vida de pobreza confiando na Divina Providência. E as escolas sob a sua Ordem, também deviam receber apenas contribuições dos pais que pudessem pagar.
Essa postura, das josefitas, como eram chamadas, não era bem vista por alguns padres e bispos australianos daquela época. Ele achavam que Mary MacKillop estava sendo insubordinada por não aceitar ajuda federal. O resultado foi que, em 1871, o bispo Laurence Sheil a excomungou.
No ano seguinte, Sheil, no seu leito de morte, reconheceu que foi precipitado no seu julgamento e reintegrou MacKillop à Igreja. E em 1873, o Papa Pio IX, aprovou o regime josefita, o que fez com que MacKillop expandisse ainda mais a sua Ordem.
Mary MacKillop faleceu no dia 8 de agosto de 1909. Foi canonizada em 17 de outubro de 2010, e é hoje a primeira santa católica australiana.








