Neste livro, você vai conhecer a samaritana ainda criança, quando já caminhava até o poço e começava, sem saber, a construir sua relação com aquele lugar. Vai acompanhar seus sonhos, suas perdas, seus afetos, suas escolhas e as marcas deixadas pelo tempo.
sábado, 22 de agosto de 2026
A Samaritana do Poço, a história
Neste livro, você vai conhecer a samaritana ainda criança, quando já caminhava até o poço e começava, sem saber, a construir sua relação com aquele lugar. Vai acompanhar seus sonhos, suas perdas, seus afetos, suas escolhas e as marcas deixadas pelo tempo.
domingo, 16 de agosto de 2026
A Voz
Meu nome é Nalda e sou uma samaritana.
Não escrevo para
explicar a minha gente, nem para pedir que nos compreendam. Escrevo porque a
terra onde nasci guarda vozes demais para permanecer em silêncio.
Samaria não é apenas
um lugar entre colinas. É uma memória que nunca encontrou repouso. Aqui, cada
pedra sabe mais do que diz, e cada caminho carrega marcas de passos que já não
estão.
A nossa história não
começa onde os outros dizem que começa. Ela brota antes, como a água que sobe
do fundo do poço sem pedir licença. Cresci ouvindo nomes como Jacó, José,
Gerizim, como quem ouve o vento: sem vê-lo, mas sabendo que ele passa.
O poço sempre esteve
ali, mais velho do que qualquer palavra que tentasse explicá-lo.
E, de algum modo,
sempre esteve em mim.
Trecho do livro A Samaritana do Poço, entre a sede e a fonte, de Maria Cecile Azambuja.
sexta-feira, 22 de maio de 2026
A mulher samaritana do Evangelho de João
Meu nome é Nalda e sou uma samaritana.
Não escrevo para
explicar a minha gente, nem para pedir que nos compreendam. Escrevo porque a
terra onde nasci guarda vozes demais para permanecer em silêncio.
Samaria não é apenas
um lugar entre colinas. É uma memória que nunca encontrou repouso. Aqui, cada
pedra sabe mais do que diz, e cada caminho carrega marcas de passos que já não
estão.
A nossa história não
começa onde os outros dizem que começa. Ela brota antes, como a água que sobe
do fundo do poço sem pedir licença. Cresci ouvindo nomes como Jacó, José,
Gerizim, como quem ouve o vento: sem vê-lo, mas sabendo que ele passa.
O poço sempre esteve
ali, mais velho do que qualquer palavra que tentasse explicá-lo.
E, de algum modo,
sempre esteve em mim.
Trecho do livro A Samaritana do Poço, romance bíblico sobre a vida da mulher samaritana que esteve com Jesus, sendo retratada no Evangelho de João. Depois da morte de Jesus, ela foi para Damasco pregar o Evangelho. Anos depois foi presa e martirizada sob as ordens do imperador Nero. É reconhecida pelas igrejas católica e ortodoxa como Santa Fotina, a que ilumina.
À venda na Amazon.
terça-feira, 28 de abril de 2026
A Samaritana do Poço
domingo, 5 de abril de 2026
Domingo de Páscoa: o ponto de virada invisível
Depois do silêncio do sábado, da pausa, da espera e da aparente ausência de sentido, a Páscoa surge como ruptura. É o instante em que a morte deixa de ser fim e passa a ser passagem. O que parecia encerrado se revela apenas transformado.
No campo simbólico e espiritual, esse domingo representa:
- Renascimento — ciclos que se encerram para dar lugar ao novo- Restauração — aquilo que foi ferido encontra possibilidade de cura
- Luz após a travessia — não como negação da dor, mas como consequência dela
- Consciência ampliada — a compreensão de que há algo além do imediato
A ressurreição, nesse sentido, não precisa ser vista apenas como um acontecimento externo. Ela ecoa internamente. Fala sobre tudo aquilo que, dentro de cada um, pode ser reerguido depois de um período de queda, dúvida ou escuridão.
A Páscoa não ignora o sofrimento vivido antes dela. Ao contrário: ela só existe por causa dele. É justamente essa travessia que dá sentido ao renascimento.
No ritmo do mundo atual, onde tudo exige rapidez e respostas imediatas, o Domingo de Páscoa propõe outro tipo de tempo: o tempo da transformação silenciosa. Nem sempre visível, nem sempre compreendida no momento em que acontece.
É um convite a observar o que, na própria vida, já morreu — hábitos, pensamentos, ciclos — e o que começa, ainda que discretamente, a nascer no lugar.
Porque, no fundo, a Páscoa não é apenas sobre voltar à vida.
É sobre voltar diferente.
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Jesus e a Semana da Páscoa
Entrada: expectativa e contraste
Jesus entra na cidade montado em um jumento. A cena é simbólica: enquanto muitos esperavam um libertador forte, ele escolhe a imagem da mansidão. A multidão aclama. Mas não compreende totalmente o que está acontecendo.
Há um contraste silencioso: expectativa humana de poder versus proposta de transformação interior.
Confronto: o templo e as estruturas
Nos dias seguintes, Jesus ensina no templo, questiona práticas religiosas vazias e expõe incoerências. Não ataca a fé, mas o uso dela. É aqui que o conflito se intensifica.
Jerusalém representa o centro do sistema. E ele entra nesse centro para mostrar que algo precisa ser revisto.
Intimidade: a última ceia
Em meio à tensão crescente, há um momento de recolhimento. A ceia com os discípulos não é apenas despedida, é transmissão.
Pão e vinho deixam de ser apenas alimento. Tornam-se linguagem. Memória. Aliança.
Silêncio: o Getsêmani
Antes da prisão, há o jardim. E no jardim, o silêncio mais humano de toda a narrativa. Ali não há multidão, nem discurso. Apenas confronto interno. Medo, entrega, decisão.
É o ponto em que a jornada deixa de ser ensinada e passa a ser vivida até o limite.
Ruptura: prisão e abandono
A prisão não acontece em batalha, mas em traição. E, pouco a pouco, o círculo se desfaz. Discípulos se dispersam. A solidão se instala.
Jerusalém, que recebeu com festa, agora observa em silêncio.
O sentido da jornada
Essa semana final não é apenas sobre sofrimento. É sobre coerência.
Jesus não muda o caminho diante da pressão. Ele sustenta até o fim aquilo que ensinou desde o início:
– olhar para dentro
– agir com verdade
– não se guiar pelo medo
O que começou na Galileia, entre margens e encontros simples, termina em Jerusalém com uma entrega total, não ao poder, mas ao propósito.
Para além da história
Há quem veja essa semana como evento histórico. Outros, como fundamento de fé.
Mas há também uma leitura mais íntima:
Jerusalém pode ser entendida como o lugar onde cada um é confrontado com aquilo que evita ver.
E talvez seja por isso que essa narrativa permanece.
Porque, em algum momento, toda jornada chega a esse ponto:
onde não é mais possível recuar, apenas escolher com clareza o que se sustenta até o fim
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
Santa Fotina
A mulher que recebeu a luz
Hoje é dia de Santa Fotina, venerada principalmente na tradição cristã oriental, identificada como a mulher samaritana que encontrou Jesus junto ao poço de Jacó. Seu nome vem do grego Phōteinē, “a iluminada”, e não é simbólico por acaso: Fotina representa a passagem da sede física para a consciência espiritual.
No Evangelho de João, ela aparece como alguém à margem — mulher, samaritana, marcada por uma história pessoal complexa. Após o encontro com Cristo, no entanto, essa condição se transforma. Fotina não apenas compreende o que lhe foi revelado: ela anuncia. Torna-se testemunha, missionária e, segundo a tradição, mártir.
A tradição cristã afirma que Fotina levou o anúncio do Evangelho para além da Samaria, pregando com seus filhos e irmãs, enfrentando perseguições até ser martirizada durante o reinado do imperador Nero. Sua história não é de recolhimento, mas de exposição consciente à verdade que a transformou.
Santa Fotina carrega um simbolismo profundo:
ela é a mulher que ousa perguntar, sustentar o diálogo e permanecer diante da revelação sem fugir. Sua fé nasce do confronto direto, não da obediência cega.
Chave simbólica de Santa Fotina
-
Luz que nasce do encontro
-
Fé que atravessa a própria história
-
Voz feminina como portadora da verdade
-
Testemunho que não recua diante do poder
Santa Fotina não é lembrada por ter sido perfeita,
mas por ter sido verdadeira.
Ela ensina que a iluminação não apaga a biografia —
transfigura.
A mulher do poço torna-se a mulher da luz.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
A Samaritana do Poço
A Samaritana do Poço é um romance bíblico que revisita um dos encontros mais enigmáticos dos Evangelhos: a conversa entre Jesus e a mulher samaritana à beira do poço de Jacó. Aqui, essa mulher ganha nome, voz e interioridade. Ela não é símbolo abstrato — é sujeito da própria história.
Narrado em primeira pessoa, o livro reconstrói o universo de Samaria com rigor histórico e densidade simbólica: a tensão entre judeus e samaritanos, o peso religioso do Monte Gerizim, a herança assíria, os deuses estrangeiros, o cotidiano feminino e a vida marcada por escolhas que nem sempre foram livres.
O diálogo do poço não é tratado como catequese, mas como ruptura. Um encontro que desmonta fronteiras religiosas, sociais e de gênero. A água, aqui, não é metáfora fácil: é sede real, é corpo, é memória, é sobrevivência.
Ao longo da narrativa, os chamados “cinco maridos” deixam de ser rótulo moral e se revelam como camadas históricas, políticas e espirituais. Cada vínculo carrega um mundo. Cada perda, uma forma de exílio. O poço torna-se lugar de pausa, mas também de confronto — o ponto onde a personagem deixa de fugir de si.
Este não é um livro sobre respostas prontas.
É um livro sobre atravessamentos.
A Samaritana do Poço propõe uma leitura que une teologia, história e literatura, convidando o leitor a permanecer no desconforto fértil das perguntas essenciais: quem fala, quem escuta, quem tem sede — e de quê.
Um romance sobre voz, memória e verdade.
Um encontro que continua ecoando.
sexta-feira, 19 de agosto de 2022
Quaresma de São Miguel Arcanjo - Dia 5
domingo, 30 de agosto de 2020
Santa Narcisa de Jesus
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Santa Sabina de Roma
Sabina de Roma viveu numa época em que os cristãos só eram martirizados se fossem denunciados. Filha de Herodes Metalário e viúva do senador Valenciano, Sabina se converteu ao cristianismo ouvindo as histórias que sua escrava, Seráfia, lhe contava. As duas também saíam à noite para ir às catacumbas, como chamavam os cemitérios daquela época, para estar com os cristãos que se reuniam clandestinamente para não serem vistos.
De acordo com a história, Seráfia acabou sendo denunciada e presa para ir a julgamento. Ela deveria fazer uma homenagem aos deuses romanos para que a denúncia contra ela fosse anulada e ela ficasse livre. Mas a serva se recusou. Foi, então, entregue a dois algozes para que abusassem dela. Mas sem que eles esperassem, foram acometidos por uma dor terrível que os fez cair doentes. Seráfia foi chamada de bruxa e por isso, apedrejada até a morte. Sabina conseguiu levar o corpo de sua serva para ser enterrado no mausoléu de sua família. O prefeito Elpídio descobriu o que Sabina fez e a acusou de ser cristã. Sabina foi presa e interrogada. Ela também rejeitou os deuses romanos e exaltou a sua fé no cristianismo.
Foi então morta no dia 29 de agosto, do ano 125, e canonizada mais tarde. Ela é representada com um livro e uma folha de palma nas mãos e uma coroa na cabeça.
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
Santa Monica de Hipona
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
Melquisedeque, Rei da Justiça
terça-feira, 18 de agosto de 2020
Santa Helena de Constantinopla
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
Santa Clara de Montefalco
Clara nasceu em Montefalco, na Itália, em 1268. Com apenas 6 anos de idade, seguiu os passos de sua irmã mais velha, Joana, e foi ter uma vida de oração e penitência numa clausura construída por seu pai, na propriedade da família.
Clara era uma criança cheia de vida mas comprometida com a sua fé. Uma vez quebrou a regra do silêncio dada pela irmã e como penitência, ela mesma se impôs ficar sobre um cubo de gelo, com os braços para cima rezando 100 vezes o Pai Nosso. A pequena Clara também teve que lutar contra seus desejos alimentares pois tinha que jejuar constantemente.
A entrada de Clara para o claustro, aumentou o número de postulantes a viver da mesma forma. Em 1978, se mudaram para uma ermida maior, mas esta só tinha metade do teto. Passaram muito frio e também fome pois se alimentavam de ervas colhidas da natureza.
Alguns anos mais tarde, foram autorizadas a pedir esmola para manter a vida de oração e penitência. Clara, que já contava com 15 anos de idade, se ofereceu para fazê-lo. Saiu e só voltou 40 dias depois. Não queria retornar sem completar seu objetivo. Sua irmã, pensando em protege-la, decidiu que Clara não devesse mais sair do convento.
Clara, além de rezar 10 horas por dia e passar a noite de joelhos, rezando o Pai Nosso, também praticava atos de mortificação. Com 20 anos de idade, começou a ter crises de insegurança, o que aumentou ainda mais seu martírio a ponto de sua irmã ter que impor restrições a ela para que não prejudicasse sua saúde.
Em 1290, o local foi ampliado e transformado em mosteiro passando a se chamar “Mosteiro da Cruz”. No ano seguinte, Joana faleceu e Clara, com então 23 anos, foi a escolhida para sucedê-la. Apesar de Clara aceitar o cargo contra a sua vontade, pois considerava-se indigna, a comunidade religiosa cresceu a partir da sua direção. Ela soube organizar a vida comunitária, propôs trabalho manual para todas as irmãs que o desejassem fazê-lo, e cuidou amorosamente da instrução e necessidade de cada uma.
Conta a história que em 1294, no jardim do mosteiro, Cristo apareceu para Clara como um viajante e lhe deu o cajado pedindo que o plantasse. Ela plantou o cajado e ele se transformou numa árvore viçosa. Chamada de “árvore de Santa Clara”, as sementes dos seus frutos eram utilizadas para fazer rosários com os quais rezava pedindo que os doentes fossem curados.
Em julho de 1308, Clara adoeceu e foi obrigada a ficar de cama. No dia 17 de agosto, pediu para ser levada à igreja que construíra no mosteiro e nela, deu seu último suspiro.
As irmãs resolveram conservar seu corpo, mas para isso tinham que extrair seus órgãos. Para a surpresa de todos, o coração tinha uma mancha com o desenho de um cristo crucificado. Encontraram também outros símbolos de Cristo e no abdômen três pedras de igual tamanho e peso. Foi interpretado como um sinal da Santíssima Trindade incorporado nela. Rapidamente, a fama de santidade de Clara foi se difundindo e milagres acontecendo em seu nome.
Foi beatificada em 1737 pelo Papa Clemente XII e canonizada pelo Papa Leão XII.
domingo, 16 de agosto de 2020
A Imagem de Edessa
A Imagem de Edessa é venerada pelas igrejas do Oriente e pelas Igrejas católicas ortodoxas da Grécia, da Rússia, de Israel, do Líbano e do Egito.
É um sudário, tal como o de Turim, transformado em relíquia sagrada. É um tecido cortado em retângulo que possui o rosto de Jesus impresso.
Segundo a lenda, na época de Cristo, o Rei Abgar, de Edessa, estava muito doente e pediu, em carta, que seria levada pelo seu servo, que Jesus viesse em seu auxílio. Quando o servo chegou em Jerusalém, encontrou Jesus lavando o rosto. Após ler a carta, Jesus teria dito que não podia se ausentar pois já era o tempo da Páscoa, mas que um de seus discípulos o visitaria. E após enxugar o rosto com uma toalha, pediu que o servo real a entregasse para Abgar.
Tadeu de Edessa foi o discípulo enviado por Jesus e que milagrosamente, quando chegou no palácio de Abgar, o rei estava curado.
É festejada na Igreja Ortodoxa, no dia 16 de agosto, por ser a data do translado de Edessa, na Turquia, para Constantinopla, atual Istambul.
sábado, 15 de agosto de 2020
A Assunção de Maria
Em algumas versões da história, conta-se que São Tomé não estava presente quando Maria morreu e foi sepultada. Quando chegou ao local, abriu o túmulo para vê-la uma última vez. E para a surpresa de todos, ele estava totalmente vazio.
No dia primeiro de novembro, de 1950, o Papa Pio XII estabeleceu como dogma essa passagem, do mundo terreno para o mundo celestial: "tendo concluído o curso de sua vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial".
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
Santa Joana Francisca de Chantal
Joana Francisca foi uma mulher considerada modelo de perfeição evangélica em todos os estados da vida. O que era evidente desde criança, quando aos 5 anos de idade defendeu a fé cristã de seu pai quando afrontado por calvinistas que queriam denegrir o nome de Jesus. Joana nasceu em Dijon, na França, em 1572, e ficou órfã de mãe nos primeiros anos de vida. Era filha do presidente do parlamento de Borgonha, que por questões políticas de perseguição, passou por humilhação e tempos de pobreza.
Casou com o barão de Chantal e foi morar no Castelo de Bourbily. Todos os dias celebrava uma missa na presença de todos os seus empregados domésticos. Joana também se ocupava em ensinar-lhes o cristianismo. Mas aos 28 anos de idade, e com quatro filhos, ficou viúva. Seu marido fora baleado acidentalmente durante uma atividade de caça.
Joana perdoou o atirador e decidiu que não se casaria de novo pois queria se dedicar somente à caridade. Seu tempo passou a ser dividido entre a educação dos filhos, seu trabalho de caridade e as orações. Ao visitar seu pai, conheceu o bispo de Genebra, São Francisco de Sales, que passou a ser seu mentor espiritual.
Quando seus filhos já estavam educados e crescidos, ingressou na vida monástica. E em 1610, sob a orientação de São Francisco de Sales, fundou a Congregação da Visitação de Santa Maria, em Annecy. Em 1612, fundou também em Paris um convento da Ordem, onde permaneceu por 7 anos como superiora. Voltou para Annecy porque sofreu perseguição religiosa.
Durante a sua vida passou por diversas perdas de entes queridos. Marido, filhos, mãe, pai, nora, genros e foi exemplo de resignação, fé em Jesus e amor ao próximo.
Morreu em 1641, aos 69 anos, pronunciando o nome de Jesus. À essa época, a Ordem das visitandinas já possuía 87 conventos. Cem anos após a fundação do primeiro, contava com 6.500 religiosos.
É padroeira das pessoas esquecidas, dos problemas familiares, daqueles que sofrem pela perda de parentes, pelos pais que estão separados dos seus filhos e das viúvas. Foi beatificada em 1751 pelo Papa Bento XIV e canonizada no dia 12 de agosto, em 1767, pelo Papa Clemente XIII.terça-feira, 4 de agosto de 2020
Zaqueu, o Cobrador de Impostos
1. Tendo Jesus entrado em Jericó, atravessava a cidade.
2. Havia ali um homem chamado Zaqueu, que era chefe dos publicanos, e rico;
3. este procurava ver quem era Jesus, porém não o podia conseguir por causa da multidão, porque era de baixa estatura.
4. Correndo adiante, subiu a um sicômoro a fim de vê-lo, porque estava para passar por ali.
5. Quando Jesus chegou àquele lugar, olhou para cima e disse-lhe: Zaqueu, desce depressa; porque importa que eu fique hoje em tua casa.
6. Ele desceu a toda a pressa e o recebeu com alegria.
7. Vendo isto, todos murmuravam, dizendo que ele tinha ido hospedar-se em casa de um pecador.
8. Zaqueu, levantando-se, disse a Jesus: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres, e se em alguma coisa defraudei a alguém, lho restituirei quadruplicado.
9. Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto este também é filho de Abraão;
10. porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.
















