Em muitas tradições antigas, o dia 17 de janeiro está ligado ao fogo ritual, não como destruição gratuita, mas como prova simbólica. O fogo revela o que é essencial e consome o que é excesso.
Nada passa pelo fogo e permanece o mesmo.
O simbolismo do fogo
O fogo não negocia. Ele transforma.
No plano esotérico, o fogo representa:
purificação,
revelação,
limite.
Aquilo que é verdadeiro resiste ao fogo.
Aquilo que é falso, frágil ou sustentado apenas por aparência, se desfaz.
Por isso, o fogo sempre foi usado como rito de passagem. Não para punir, mas para separar.
Fogo não é impulso
Este não é o fogo da explosão emocional. É o fogo contido,
consciente, que aquece e ilumina sem perder o controle.
Depois de silenciar, o fogo pergunta: O que em você é
estrutura e o que é apego?
O que sobra após a chama é o que pode seguir adiante.
Reflexão para o dia
O 17 de janeiro convida a observar: O que, se fosse testado
hoje, não resistiria?
Nem tudo precisa ser levado para o próximo ciclo. Algumas
coisas precisam ser encerradas com dignidade.
O fogo não destrói o essencial. Ele apenas revela o que
realmente importa.

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