Nem todo dia pede palavra. Alguns pedem contenção.
O dia 16 de janeiro carrega simbolicamente a energia do silêncio
estratégico — não como ausência, mas como escolha. Depois de ajustes, decisões
e reorganizações, surge um ponto do tempo em que falar demais dilui a força.
O silêncio, aqui, não é fuga. É governo interno.
O simbolismo do silêncio
Nas tradições espirituais antigas, o silêncio sempre foi
associado ao poder:
os iniciados falavam pouco,
os mestres respondiam apenas o
necessário,
o excesso de palavra era visto
como vazamento de energia.
Silenciar não é se calar por medo. É não reagir por
sabedoria.
Silêncio e soberania
Há momentos em que responder:
reabre conflitos,
alimenta ruídos,
entrega poder ao outro.
O silêncio consciente faz o oposto:
encerra ciclos,
preserva limites,
mantém o centro intacto.
Ele não precisa ser explicado. Ele se sustenta sozinho.
Reflexão para o dia
Pergunta simples, mas decisiva:
O que, hoje, não precisa da minha resposta?
Nem toda verdade precisa ser dita. Nem toda provocação merece eco.
Há dias em que o silêncio não é vazio — é presença concentrada.

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