sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Dia do Silêncio


Nem todo dia pede palavra. Alguns pedem contenção.

O dia 16 de janeiro carrega simbolicamente a energia do silêncio estratégico — não como ausência, mas como escolha. Depois de ajustes, decisões e reorganizações, surge um ponto do tempo em que falar demais dilui a força.

O silêncio, aqui, não é fuga. É governo interno.

O simbolismo do silêncio

Nas tradições espirituais antigas, o silêncio sempre foi associado ao poder:

os iniciados falavam pouco,

os mestres respondiam apenas o necessário,

o excesso de palavra era visto como vazamento de energia.

Silenciar não é se calar por medo. É não reagir por sabedoria.

Silêncio e soberania

Há momentos em que responder:

reabre conflitos,

alimenta ruídos,

entrega poder ao outro.

O silêncio consciente faz o oposto:

encerra ciclos,

preserva limites,

mantém o centro intacto.

Ele não precisa ser explicado. Ele se sustenta sozinho.

Reflexão para o dia

Pergunta simples, mas decisiva:

O que, hoje, não precisa da minha resposta?

Nem toda verdade precisa ser dita. Nem toda provocação merece eco. 

Há dias em que o silêncio não é vazio — é presença concentrada.

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