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terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Wyna Daqui a Três Estrelas

Wyna Daqui a Três Estrelas é um livro que narra as experiências de um terráqueo escolhido por seres avançados de planos cósmicos para se conectar com uma alienígena do sistema estelar de Antares. Ao longo da história, o protagonista passa por treinamentos intensos e progressivos, com o objetivo de, junto com a alienígena, chamada Wyna, cumprir uma missão crucial para assegurar um futuro positivo para a humanidade.

Se você busca uma história que combina mistério, espiritualidade e uma visão inspiradora sobre o futuro da humanidade, este livro é o ideal. A trama envolve conexões cósmicas, descobertas transformadoras e uma missão de grande importância para o destino da Terra. 

Por meio de uma narrativa envolvente, você será levado a refletir sobre os limites da mente humana, o potencial de colaboração entre diferentes civilizações e o poder das escolhas para moldar o futuro. Prepare-se para uma leitura que vai expandir seus horizontes!

Wyna Daqui a Três Estrelas pode ser adquirido nos principais sites, incluindo o da Editora Dialética, Amazon e Submarino, nos formatos que melhor se adaptam ao seu estilo: físico, para os amantes do papel; ebook, para leitura prática em qualquer lugar; e audiobook, ideal para quem prefere ouvir enquanto vive o dia a dia. Não perca a chance de explorar essa história incrível em sua versão favorita! 

quinta-feira, 21 de março de 2024

Programa MISTÉRIO - Reintegração, Contagem Regressiva

A matéria contou com a participação dos ufólogos Luiz Gonzaga Scortecci e Marco Antonio Petit. Reportagem de Maria Cecile Azambuja, 1997.

terça-feira, 18 de março de 2014

Caminhada no Espaço.

No dia 18 de março de 1965, o cosmonauta soviético, Aleksei Leonov, foi a primeira pessoa a caminhar no espaço. Ele estava a bordo da nave espacial Voskhod 2 quando saiu para dar uma caminhada no vácuo. Ficou 12 minutos fora da nave mas ligado a ela por um fio que o deixava flutuar até cerca de cinco metros de distância. Dentro da nave estava o outro astronauta Pavel Belyayev.
Ao voltar do seu “passeio” não conseguiu entrar pela escotilha pois seu macacão havia inflado pela despressurização. A nave teve que fazer uma manobra arriscada para que a pressão dentro de sua roupa diminuísse e fosse possível sua reentrada. Foram quinze minutos de aflição.

sábado, 9 de junho de 2012

Frases de Incentivo - 3

"Ninguém fica velho apenas por viver um certo número de anos; as
pessoas ficam velhas somente desertando seus ideais...Tu és tão jovem
quanto a tua fé; tão velho quanto a tua dúvida; tão jovem quanto a tua
auto confiança, tão velho quanto o teu temor; tão jovem quanto a tua
esperança, tão velho quanto o teu desespero." (Daisaku Ikeda)

"As palavras podem criar tanto felicidade como sofrimento. Procure
sempre falar palavras que inspirem autoconfiança, alegria e
esperança." (Daisaku Ikeda)

"Sabendo que as palavras podem criar tanto felicidade como sofrimento,
eu prometo aprender a falar sinceramente, com palavras que inspirem
autoconfiança, alegria e esperança." (Daisaku Ikeda)

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Andrômeda e a Lua.


Hoje é dia de celebrar a deusa pré-helênica da Lua, Andrômeda. 

Segundo o mito, o nome Andrômeda descrevia o poder fertilizador e destruidor da Lua. Dizia-se que ela era “Governante dos Homens”.

A Deusa foi considerada a personificação da luz da Lua alternada à escuridão da noite. Mais tarde, de acordo com a mitologia, Andrômeda teria sido transformada na filha da Rainha Cassiopeia. Nessa história, ela fora castigada pelo deus Poseidon por seu orgulho mas salva pelo herói Perseu.

Quando morreu, a deusa Athena a transformou numa constelação.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Pluralidade dos Mundos.

Do Livro dos Espíritos: Livro I : As Causas Primárias - Capítulo 3 – Criação

V – Pluralidade dos Mundos.

55. Todos os globos que circulam no espaço são habitados?

-Sim e o homem terreno está bem longe de ser, como acredita, o primeiro em inteligência, bondade e perfeição. Há, entretanto, homens que se julgam espíritos fortes e imaginam que só este pequeno globo tem o privilégio de ser habitado por seres racionais. Orgulho e vaidade! Crêem que Deus criou o Universo somente para eles.

Comentário de Kardec: Deus povoou os mundos de seres vivos, e todos concorrem para o objetivo final da Providência. Acreditar que os seres vivos estejam limitados apenas ao ponto que habitamos no Universo seria pôr em dúvida a sabedoria de Deus, que nada fez de inútil e deve ter destinado esses mundos a um fim mais sério do que o de alegrar os nossos olhos. Nada, aliás, nem na posição, no volume ou na constituição física da Terra, pode razoavelmente levar-nos à suposição de que tenha o privilégio de ser habitada, com exclusão de tantos milhares de mundos semelhantes.

56. A constituição física dos diferentes globos é a mesma?

— Não; eles absolutamente não se assemelham.

57. A constituição física dos mundos não sendo a mesma para todos, os seres que os habitam terão organização diferente?

— Sem dúvida, como entre vós os peixes são feitos para viver na água e os pássaros, no ar.

58. Os mundos mais distanciados do Sol são privados de luz e calor, de vez que o Sol lhes aparece apenas como uma estrela?

— Acreditais que não há outras fontes de luz e de calor, além do Sol? Não tendes em conta a eletricidade, que em certos mundos desempenha um papel desconhecido para vós e bem mais importante que o que lhe cabe na Terra? Aliás, não dissemos que todos os seres vivam da mesma maneira que vós, com órgãos semelhantes aos vossos.

Comentário de Kardec: As condições de existência dos seres nos diferentes mundos devem ser apropriadas ao meio em que têm de viver. Se nunca tivéssemos visto peixes, não compreenderíamos como alguns seres pudessem viver na água. O mesmo acontece com outros mundos, que sem dúvida contêm elementos para nós desconhecidos. Não vemos na Terra as longas noites polares iluminadas pela eletricidade das auroras boreais? Que haveria de impossível para a eletricidade ser mais abundante que na Terra, desempenhando um papel geral cujos efeitos podemos compreender? Esses mundos podem conter em si mesmos as fontes de luz e calor necessárias aos seus habitantes.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Formação dos Seres Vivos.


Do Livro dos Espíritos: Livro I : As Causas Primárias - Capítulo 3 – Criação

II - Formação dos Seres Vivos.

43. Quando a Terra começou a ser povoada?

— No começo, tudo era caos; os elementos estavam fundidos. Pouco a pouco, cada coisa tomou o seu lugar; então, apareceram os seres vivos, apropriados ao estado do globo.

44. De onde vieram os seres vivos para a Terra?

— A Terra continha os germes, que esperavam o momento favorável para desenvolver-se. Os princípios orgânicos reuniram-se desde o instante em que cessou a força de dispersão, e formaram os germes de todos os seres vivos. Os germes permaneceram em estado latente e inerte, como a crisálida e as sementes das plantas, até o momento propício a eclosão de cada espécie; então, os seres de cada espécie se reuniram e multiplicaram.

45. Onde estavam os elementos orgânicos antes da formação da Terra?

— Estavam, por assim dizer, em estado fluídico no espaço, entre os Espíritos, ou em outros planetas, esperando a criação da Terra para começarem uma nova existência sobre um novo globo.

Comentário de Kardec: A química nos mostra as moléculas dos corpos inorgânicos unindo-se para formar cristais de uma regularidade constante, segundo cada espécie, desde que estejam nas condições necessárias. A menor perturbação destas condições é suficiente para impedir a reunião dos elementos, ou pelo menos a disposição regular que constitui o cristal. Por que não ocorreria o mesmo com os elementos orgânicos? Conservamos durante anos germes de plantas e de animais, que não se desenvolveram a não ser numa dada temperatura e num meio apropriado; viram-se grãos de trigo germinar depois de muitos séculos. Há portanto, nesses germes, um princípio latente de vitalidade, que só espera uma circunstância favorável para desenvolver-se. O que se passa diariamente sob os nossos olhos não pode ter existido desde a origem do globo? Esta formação dos seres vivos, saindo do caos pela própria força da Natureza, tira alguma coisa à grandeza de Deus? Longe disso, corresponde melhor à idéia que fazemos de seu poder, a exercer-se sobre os mundos infinitos através de leis eternas. Esta teoria não resolve, é verdade, a questão da origem dos elementos vitais; mas Deus tem os seus mistérios, e estabeleceu limites às nossas investigações.

46. Há seres que ainda nascem espontaneamente?

— Sim, mas o germe primitivo já existia em. estado latente. Sois. Todos os dias, testemunhas desse fenômeno. Os tecidos dos homens e dos animais não contêm os germes de uma multidão de. vermes que esperam, para eclodir a fermentação pútrida necessária à sua existência? E um pequeno mundo que dormitava e desperta.

47. A espécie humana se achava entre os elementos orgânicos do globo terrestre?

— Sim, e veio a seu tempo. Foi isso que deu motivo a dizer-se que o homem foi feito do limo da Terra.

48. Podemos conhecer a época da aparição do homem e de outros seres vivos na Terra?

— Não; todos os vossos cálculos são quiméricos.

49. Se o germe da espécie humana estava entre os elementos orgânicos do globo, por que os homens não mais se formam espontaneamente, como em sua origem?

— O princípio das coisas permanece nos segredos de Deus; mas podemos dizer que os homens, uma vez. dispersos sobre a Terra, absorveram em si mesmos os elementos necessários à sua formação, para transmiti-los segundo as leis da reprodução. O mesmo aconteceu com as demais espécies de seres vivos.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Formação dos Mundos.

Do Livro dos Espíritos: Livro I : As Causas Primárias - Capítulo 3 – Criação

I - Formação dos Mundos.

O Universo compreende a infinidade dos mundos que vemos e não vemos, todos os seres animados e inanimados, todos os astros que se movem no espaço e os fluidos que o preenchem.

37. O Universo foi criado ou existe de toda a eternidade como Deus?

— Ele não pode ter sido feito por si mesmo; e se existisse de toda a eternidade, como Deus, não poderia ser obra de Deus.

Comentário de Kardec: A razão nos diz que o Universo não poderia fazer-se por si mesmo, e que, não podendo ser obra do acaso, deve ser obra de Deus.

38. Como criou Deus o universo?

— Para me servir de uma expressão corrente: por sua Vontade. Nada exprime melhor essa vontade todo-poderosa do que estas belas palavras do Gênese: “Deus disse: Faça-se a luz., e a luz foi feita”.

39. Podemos conhecer o modo de formação dos mundos?

— Tudo o que se pode dizer, e que podeis compreender, é que os mundos se formam pela condensação da matéria espalhada no espaço.

40. Os cometas seriam, como agora se pensa, um começo de condensação da matéria, mundos em vias de formação?

— Isso está certo; absurdo, porém, é acreditar na sua influência. Quero dizer, influência que vulgarmente lhe atribuem; porque todos os corpos celestes têm a sua parte de influência em certos fenômenos físicos.

41. Um mundo completamente formado pode desaparecer, e a matéria que o compõe espalhar-se de novo no espaço?

— Sim, Deus renova os mundos, como renova os seres vivos.

42. Podemos conhecer a duração da formação dos mundos; da Terra por exemplo?

— Nada te posso dizer, porque somente o Criador o sabe; e bem louco seria quem pretendesse sabê-lo, ou conhecer o número de séculos dessa formação.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica

terça-feira, 1 de maio de 2012

Tanith, Deusa do Céu.


Hoje celebrava-se Tanith, deusa romana do céu que teria governado sobre o Sol, a Lua e as Estrelas.

É a Grande Deusa cartaginense, também identificada como Deusa Mãe.

Representada, algumas vezes, com o zodiaco envolvendo sua cabeça, usando um vestido coberto de estrelas e segurando nas mãos o Sol e a Lua. Em outras representações, aparece com um leão.

Seu nome quer dizer "Senhora Serpente". Seus outros símbolos são a palmeira, a versão do deserto da Árvore da Vida, a pomba, a romã e as uvas.

terça-feira, 24 de abril de 2012

O Yurt Mongol.

O Yurt Mongol é uma espécie de moradia circular feita de madeira e coberta de feltro ou lã, usada pelos pastores mongóis. Elas servem tanto como casas nômades quanto como símbolo do cosmos.

Essa representação do macrocosmo, possui piso da lareira na terra nivelada, o teto circular como sendo o céu e a chaminé no teto como sendo o olho do Céu através do qual passa a luz do sol.

Os Yurts são divididos em quadrantes onde cada um deles está relacionado com as funções da família e da comunidade.

Os pastores nômades costumam carregá-las em pequenas carruagens nas migrações, quando saem em busca de pastagens melhores para seus rebanhos.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Panteísmo.

Do Livro dos Espíritos: Livro I : As Causas Primárias - Capítulo 1 – Deus

IV – Panteísmo.

14. Deus é um ser distinto, ou seria, segundo a opinião de alguns, a resultante de todas as forças e de todas as inteligências do Universo reunidas?

— Se assim fosse, Deus não existiria, porque seria efeito e não a causa; ele não pode ser, ao mesmo tempo, uma e outra.

— Deus existe, não o podeis duvidar, e isso é o essencial. Acreditai no que vos digo e não queirais ir além. Não vos percais num labirinto de onde não poderíeis sair. Isso não vos tornaria melhores, mas talvez, um pouco mais orgulhosos, porque acreditaríeis saber, quando na realidade nada saberíeis. Deixai, pois, de lado, todos esses sistemas; tendes que vos desembaraçar de muitas coisas que vos tocam mais diretamente. Isto vos será mais útil do que querer penetrar o que é impenetrável.

15. Que pensar da opinião segundo a qual todos os corpos da Natureza, todos os seres, todos os globos do Universo seriam partes da Divindade e constituiriam, pelo seu conjunto, a própria Divindade; ou seja, que pensar da doutrina panteísta?

— Não podendo ser Deus, o homem quer pelo menos ser uma parte de Deus.

16. Os que professam essa doutrina pretendem nela encontrar a demonstração de alguns dos atributos de Deus. Sendo os mundos infinitos, Deus é, por isso mesmo, infinito; o vácuo ou o nada não existindo em parte alguma, Deus está em toda a parte; Deus estando em toda parte, pois que tudo é parte integrante de Deus, dá a todos os fenômenos da Natureza uma razão de ser inteligente. O que se pode opor a este raciocínio?

A razão. Refleti maduramente e não vos será difícil reconhecer-lhe o absurdo.

Comentário de Kardec: Esta doutrina faz de Deus um ser material que, embora dotado de inteligência suprema, seria em ponto grande aquilo que somos em ponto pequeno. Ora, a matéria se transformando sem cessar. Deus, nesse caso, não teria nenhuma estabilidade e estaria sujeito a todas as vicissitudes e mesmo a todas necessidades da Humanidade; faltar-lhe-ia um dos atributos essenciais da Divindade: a imutabilidade. As propriedades da matéria não podem ligar-se à idéia de Deus, sem que o rebaixemos em nosso pensamento, e todas as sutilezas do sofisma não conseguirão resolver o problema da sua natureza íntima. Não sabemos tudo o que ele é, mas sabemos aquilo que não pode ser, e este sistema está em contradição com as suas propriedades mais essenciais, pois confunde o criador com a criatura, precisamente como se quiséssemos que uma máquina engenhosa fosse parte integrante do mecânico que a concebeu.

A inteligência de Deus se revela nas suas obras, como a de um pintor no seu quadro; mas as obras de Deus não são o próprio Deus, como o quadro não é o pintor que o concebeu e executou.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Provas da Existência de Deus.

Do Livro dos Espíritos: Livro I : As Causas Primárias - Capítulo 1 – Deus

II – Provas da Existência de Deus.

4. Onde podemos encontrar a prova da existência de Deus?

— Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. Procurai a causa de tudo o que não é obra do homem e vossa razão vos responderá.

Comentário de Kardec: Para crer em Deus é suficiente lançar os olhos às obras da criação. O universo existe; ele tem, portanto, uma causa. Duvidar da existência de Deus seria negar que todo efeito tem uma causa, e avançar que o nada pôde fazer alguma coisa.

5. Que conseqüência podemos tirar do sentimento intuitivo, que todos os homens trazem consigo, da existência de Deus?

— Que Deus existe; pois de onde lhes virá esse sentimento, se ele não se apoiasse em nada? E uma conseqüência do princípio de que não há efeito sem causa.

6. O sentimento íntimo da existência de Deus, que trazemos conosco, não seria o efeito da educação e o produto de idéias adquiridas?

— Se assim fosse, por que os vossos selvagens também teriam esse sentimento ?

Comentário de Kardec: Se o sentimento da existência de um ser supremo não fosse mais que o produto de um ensinamento, não seria universal e nem existiria, como as noções cientificas. senão entre os que tivessem podido receber esse ensinamento.

7. Poderíamos encontrar a causa primária da formação das coisas nas propriedades íntimas da matéria?

— Mas, então, qual seria a causa dessas propriedades? E sempre necessária uma causa primária.

Comentário de Kardec: Atribuir a formação primária das coisas às propriedades íntimas da matéria seria tomar o efeito pela causa, pois essas propriedades são em si mesmas um efeito, que deve ter uma causa.

8. Que pensar da opinião que atribui a formação primária a uma combinação fortuita da matéria, ou seja, ao acaso?

— Outro absurdo! Que homem de bom senso pode considerar o acaso como um ser inteligente? E, além disso, o que é o acaso? Nada!

Comentário de Kardec: A harmonia que regula as forças do universo revela combinações e fins determinados, e por isso mesmo um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso, seria uma falta de senso, porque o acaso é cego e não pode produzir efeitos inteligentes. Um acaso inteligente já não seria um acaso.

9. Onde se pode ver, na causa primária, uma inteligência suprema, superior a todas as outras?

— Tendes um provérbio que diz o seguinte: pela obra se conhece o autor. Pois bem: vede a obra e procurai o autor! É o orgulho que gera a incredulidade. O homem orgulhoso nada admite fora de si, e é por isso que se considera um espírito forte. Pobre ser, que um sopro de Deus pode abater!

Comentário de Kardec: Julga-se o poder de uma inteligência pelas suas obras. Como nenhum ser humano pode criar o que a Natureza produz, a causa primária há de estar numa inteligência superior à Humanidade.

Sejam quais forem os prodígios realizados pela inteligência humana esta inteligência tem também uma causa e, quanto maior for a sua realização maior deve ser a causa primária. Esta inteligência superior é a causa primária de todas as coisas qualquer que seja o nome pelo qual o homem a designe.

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

terça-feira, 13 de março de 2012

O Axioma e a Verdade.

De origem grega, axioma significa uma premissa clara e evidente da realidade sem que se precise de demonstração para admiti-la verdadeira. É, portanto, uma verdade incontestável. E obedece a alguns princípios tais como:

- Ser uma afirmação que jamais se torna uma negação;

- Se referir as leis gerais da operação necessária das coisas;

- Ter fundamento da realidade.

Conhecendo um Axioma podemos compreender melhor a realidade que nos cerca. Na Grécia Antiga, as pitonizas, intermediárias nos oráculos, recebiam as mensagens dos deuses em forma de Axiomas. Era preciso decifrá-los pra encontrar a resposta certa. Ou seja, era preciso sentir a verdade divina contida naquela mensagem.

Um exemplo de axioma é a célebre frase do filósofo Sócrates: “Homem, conhece-te a ti mesmo, que conhecerás o universo e os deuses.”

sábado, 10 de março de 2012

Deus e o Infinito.


Do Livro dos Espíritos: Livro I: As Causas Primárias - Capítulo 1 – Deus

1- Deus e o Infinito

1. O que é Deus?
— Deus é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas(1)

2. O que devemos entender por infinito?
— Aquilo que não tem começo nem fim; o desconhecido; todo o desconhecido é infinito(2).

3. Poderíamos dizer que Deus é o infinito?
— Definição incompleta. Pobreza da linguagem dos homens, insuficiente para definir as coisas que estão além de suas inteligência.

Comentário de Kardec: Deus é infinito nas suas perfeições, mas o finito é uma abstração; dizer que Deus é o infinito é tomar o atributo de uma coisa por ela mesma, definir uma coisa ainda não conhecida, por outra que também não o é.

(1) As frases em itálico que seguem às perguntas são as respostas dadas pelos Espíritos.Suprimimos as aspas, por considerá-las desnecessárias. As notas e explicações de Kardec, intercaladas no texto, são compostas com fonte e tamanho diferentes, de maneira que não há possibilidade de confusão. (N. do T.)

(2) Os Espíritos se referem ao Universo. Tudo quanto nele conhecemos tem começo e tem fim; tudo quanto não conhecemos se perde no infinito. Aplicação da expressão francesa:passer du connu a I’inconnu. (N. do T.)

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que  estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

domingo, 4 de março de 2012

Amor Eterno.

Viver o amor eterno não parece fácil. Mas é. É só uma questão de consciência onde devemos ter flexibilidade para viver as situações do nosso dia-a-dia. A rotina pode ser um banho de água fria mas se encontrarmos formas que nos possibilitem a constante renovação de nossos pensamentos (estarmos abertos para novas descobertas), de nossos sentimentos (estarmos preparados para lidar com emoções que não conhecíamos) e de nossas ações (estarmos atentos para a sinceridade das palavras mediante nossos atos) na convivência diária da vida com nossos parceiros, familiares, amigos, colegas de trabalho e também com quem esbarramos na rua, podemos experimentar o amor eterno

Uma semente por exemplo, se regada bem a seu tempo é capaz de crescer, se transformar numa “senhora” árvore e viver centenas de anos. Quando chegar a sua “hora”, seus frutos já terão florescido levando a eternidade para outros jardins. Ao passo que se a semente for plantada em terreno árido e sem nenhum tratamento, terá poucas chances de crescer e mostrar a sua verdadeira essência. A partir do momento em que se toma essa consciência, o homem e a mulher, ou melhor, o casal, comunga com o cosmo e passa a ser um holograma da unidade que integra as forças masculinas e femininas. Forças estas, existentes em várias dimensões e em vários níveis de atuação.

Os frutos desse casal, que serão os filhos, vão conhecer o amor incondicional. O amor absoluto. Pois a dedicação dos pais estará baseada na percepção da unidade da vida e de tudo que existe no universo. A percepção dessa existência deflagra a ‘lei do retorno’ tão defendida pelas teorias reencarnacionistas. Mas também é aplicada à prática nessa existência onde se recomenda não fazer aos outros aquilo que não gostaria que fizessem contigo. Com essa visão é possível ter contato com o que há de melhor dentro de nós e também conseguir enxergar o melhor do outro. É possível perceber a nossa participação no movimento do cosmo. No movimento da vida que aflora dentro de todos nós.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Preenchendo Os Espaços Vazios.

Do Livro dos Espíritos: Introdução

XVII – Preenchendo Os Espaços Vazios.

O ceticismo no tocante à Doutrina Espírita, quando não resulta de uma oposição sistemática, interesseira, provém quase sempre de um conhecimento incompleto dos fatos, o que não impede algumas pessoas de liquidarem a questão como se a conhecessem perfeitamente. Pode-se ter muito espírito e até mesmo muita instrução e não se ter bom senso; ora, o primeiro indício da falta de senso é a crença na própria infalibilidade. Muitas pessoas também não vêem nas manifestações espíritas mais que um motivo de curiosidade. Esperamos que, pela leitura deste livro, encontrem nesses fenômenos estranhos alguma coisa além de um simples passatempo.

A Ciência Espírita contém duas partes: uma experimental, sobre as manifestações em geral, outra filosófica, sobre as manifestações inteligentes. Quem não tiver observado senão a primeira estará na posição daquele que só conhece a Física pelas experiências recreativas, sem haver penetrado na Ciência. A verdadeira Doutrina Espírita está no ensinamento dado pelos Espíritos, e os conhecimentos que esse ensinamento encerra são muito sérios para serem adquiridos por outro modo que não por um estudo profundo e continuado, feito no silêncio e no recolhimento. Mesmo porque só nestas condições pode ser observado um número infinito de fatos e suas nuanças, que escapam ao observador e que permitem firmar-se uma opinião.

Se este livro não tivesse por fim mais do que mostrar o lado sério da questão, provocando estudos a respeito, isto já seria bastante e nos felicitaríamos por ter sido escolhido para realizar uma obra sobre a qual não pretendemos ter nenhum mérito pessoal, pois os princípios aqui expostos não são de nossa criação; o mérito é, portanto, inteiramente dos Espíritos que o ditaram. Esperamos que ele tenha outro resultado, — o de guiar os homens desejosos de se esclarecerem, mostrando-lhes nestes estudos um objetivo grande e sublime, o do progresso individual e social, e indicando-lhes o caminho a seguir para a sua consecução.

Concluiremos com uma derradeira consideração. Os astrônomos, sondando os espaços, encontraram na distribuição dos corpos celestes, lacunas injustificáveis e em desacordo com as leis do conjunto. Suspeitaram que essas lacunas deviam corresponder a corpos que haviam escapado às observações. Por outro lado, observaram certos efeitos cuja causa lhes era desconhecida e disseram a si mesmos: “Ali deve haver um mundo, porque essa lacuna não pode existir e esses efeitos devem ter uma causa”. Julgando então da causa pelos efeitos, puderam calcular os elementos e mais tarde os fatos vieram justificar as suas previsões.

Apliquemos este raciocínio a outra ordem de idéias. Se observarmos a série dos seres, perceberemos que eles formam uma cadeia sem solução de continuidade, desde a matéria bruta até o homem mais inteligente. Mas entre o homem e Deus, que são o alfa e o ômega de todas as coisas, que imensa lacuna! Será razoável pensar que seja o homem o último anel dessa cadeia? Que ele transponha, sem transição, a distância que o separa do infinito? A razão nos diz que entre o homem e Deus deve haver outros elos, como disseram os astrônomos que entre os mundos conhecidos devia haver outros mundos. Qual a filosofia que preencheu essa lacuna? O Espiritismo no-la apresenta preenchida pelos seres de todas as categorias do mundo invisível, e esses seres não são mais que os Espíritos dos homens nos diferentes graus que conduzem à perfeição. E assim tudo se liga, tudo se encadeia, do alfa ao ômega. Vós que negais a existência dos Espíritos, preenchei o vazio que eles ocupam. E vós, que deles rides, ousai rir das obras de Deus e da sua onipotência!

Esse é um trecho do Livro dos Espíritos, primeiro Livro da Codificação Espírita feita por Allan Kardec, que estará sendo postado aos poucos no Blog Agenda Esotérica.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

O Amor no Universo.

A ciência já reconhece que o fluxo vital acontece nas diversas escalas do universo. Encontramos por exemplo, as forças do Yin e do Yang no funcionamento do Sistema Solar e nos impulsos entre neurônios do cérebro. Em tudo existe positivo e negativo como numa corrente elétrica que depende dessa combinação para gerar energia. Essa interação, essa troca, é a chave que torna o movimento passível de existência. Ou melhor, de encontrar a sua verdadeira essência comungando assim com o cosmos. E ao entrar em sintonia com a força maior conhecemos a felicidade porque não nascemos para sofrer. Se fomos feitos à imagem e semelhança de Deus, temos que transbordar em nós vida

Por isso, a necessidade de equilíbrio entre as forças opostas. Ter consciência dessa troca de energia para gerar a estabilidade numa relação, é saber que o amor está em todas as nossas ações. Dessa forma, Deve-se dar atenção aos mínimos detalhes. É como se preocupar primeiro com o trato de uma semente, plantá-la numa boa terra para que possa se desenvolver saudavelmente e alimentá-la dia a dia com água. A atenção em si, já é uma forma de demonstrar amor, preocupação com o desenvolvimento. É gratificante ver o objeto do seu apreço brotar.

Mas por exemplo, uma pessoa que só recebe amor e nada retribui acaba infeliz. É como se ela passasse o tempo todo só comendo. Só recebendo energia. Essa pessoa vai estar acumulando calorias no seu organismo. Se ela não fizer um exercício, se pelo menos não caminhar, a tendência é ficar fora do peso. Ela precisa liberar essa energia toda que os alimentos lhe deram. Assim também é o nosso espírito. Ninguém será feliz se não puder dar aos outros aquilo que recebeu. Não importa de que forma seja expressa essa doação. Mas ela tem que ser feita pois energia acumulada gera desequilíbrio.

O amor é uma energia livre pois. Não tem tamanho, não tem cor e nem peso. Amor no dicionário já diz tudo: sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem, ou de alguma coisa. E o amor à vida é o que nos impulsiona à caminhada. Ninguém consegue viver sem amor. Sem amor a pessoa fenece, morre. Sem amor a pessoa não se movimenta e não se contagia do amor dos outros e nem pode dar amor porque não o tem. E sem amor, não há brilho e nem sombra. Não há nada. E nada não existe. Sem existência, onde estará a vida?

A vida só existe por causa do amor, do amor ao próximo, do amor à humanidade, do amor devocional, do amor emocional, do amor fraternal, do amor universal, do amor altruísta, do amor a uma causa, do amor conjugal, do amor paternal, maternal e filial, do amor à vida e do amor à Deus. O amor é tudo isso e muito mais. O amor na escala da evolução está bem acima dos níveis físico e mental. Está numa dimensão que já ultrapassou essa fase e que agora ele é só uma energia que flui. E capaz de englobar, de abrigar todas as outras energias. Por isso que se diz que o ódio é também amor. Afinal, nunca se ouviu dizer o contrário, que amor é também ódio.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O Tijolo e o Símbolo.

A palavra Símbolo deriva do grego symballein, que significa agregar.

É a representação de algo mas também a indicação de que algo está faltando. Isso porque o uso figurado do Símbolo teve origem no costume de quebrar um bloco de argila para sedimentar o contrato de um acordo. Cada pessoa envolvida nele ficaria com um pedaço desse bloco. Quando juntassem os pedaços, eles se encaixariam como um quebra-cabeça. Esses pedaços eram chamados de symbola.

Então, símbolo sugere que há uma parte invisível que é necessária para alcançar a totalidade ou a conclusão daquele acordo.

O símbolo carrega o sentido de unir as coisas para criar algo maior do que a soma das partes.

São nuances de significado que resultam numa ideia complexa.

domingo, 11 de dezembro de 2011

O Budismo a o Stupa.

O Stupa é um dos símbolos mais importantes do Budismo. É um tipo de monumento ou parte de um templo, construído em forma de torre, circundada por uma abóbada e às vezes com um ou vários chanttras, que são toldos de lona. A palavra Stupa significa “ponto mais alto”.

Originalmente, os Stupas eram monumentos funerários que continham as relíquias sagradas do Buda ou algo de seus principais discípulos.

Além de ser um símbolo da libertação final do samsara, o Stupa é também um símbolo cósmico.

O Stupa é uma abóbada que representa tanto o mundo em forma de ovo, quanto o ventre. E as relíquias que ele guarda são como as sementes da vida.

Geralmente, a abóbada fica num pedestal quadrado alinhada com os quatro pontos cardinais. É a representação da abóbada celeste apoiada sobre a Terra.

Com o passar dos séculos, o Stupa acabou se tornando um local para adoração. Também chegaram a ser construídos para comemorar eventos importantes.