1.
Ora,
no tocante às coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que todos temos ciência.
A ciência incha, mas o amor edifica.
2.
E,
se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber.
3.
Mas,
se alguém ama a Deus, esse é conhecido dele.
4.
Assim
que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo
nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só.
5.
Porque,
ainda que haja também alguns que se chamem deuses, quer no céu quer na terra
(como há muitos deuses e muitos senhores),
6.
Todavia
para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só
Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.
7.
Mas
nem em todos há conhecimento; porque alguns até agora comem, no seu costume
para com o ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo; e a sua consciência, sendo
fraca, fica contaminada.
8.
Ora
a comida não nos faz agradáveis a Deus, porque, se comemos, nada temos de mais
e, se não comemos, nada nos falta.
9.
Mas
vede que essa liberdade não seja de alguma maneira escândalo para os fracos.
10. Porque, se alguém te vir a ti, que tens
ciência, sentado à mesa no templo dos ídolos, não será a consciência do que é
fraco induzida a comer das coisas sacrificadas aos ídolos?
11. E pela tua ciência perecerá o irmão
fraco, pelo qual Cristo morreu.
12. Ora, pecando assim contra os irmãos, e
ferindo a sua fraca consciência, pecais contra Cristo.
13. Por isso, se a comida escandalizar a meu
irmão, nunca mais comerei carne, para que meu irmão não se escandalize.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Oração à Santa Inês.
Ó Deus, que destes à Vossa Santa Igreja, Santa Inês, como exemplo de pureza de vida, ornada de todas as virtudes, fazei que as nossas jovens encontrem nela um modelo de fé e de amor a seguir, servindo somente à Cristo e seu Reino.Por sua vida e por seus méritos, afastai os males da juventude que as rodeia; as drogas, as más companhias, o indiferentismo religioso, e todas as tentações do mal.
Que Santa Inês interceda à Deus por uma juventude sadia, alegre e animada pela vida, cheia de entusiasmo pelas coisas de Deus e de esperança de um Mundo melhor.
Santa Inês, rogai por nós.
domingo, 20 de janeiro de 2013
I Coríntios 7.
1.
Ousa
algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos,
e não perante os santos?
2. Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?
3. Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?
4. Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julgá-los os que são de menos estima na igreja?
5. Para vos envergonhar o digo. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?
6. Mas o irmão vai a juízo com o irmão, e isto perante infiéis.
7. Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?
8. Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos irmãos.
9. Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?
10. Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
11. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.
12. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.
13. Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo.
14. Ora, Deus, que também ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
15. Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo.
16. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.
17. Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.
18. Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
19. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20. Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
2. Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas?
3. Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?
4. Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julgá-los os que são de menos estima na igreja?
5. Para vos envergonhar o digo. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?
6. Mas o irmão vai a juízo com o irmão, e isto perante infiéis.
7. Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?
8. Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos irmãos.
9. Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?
10. Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
11. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.
12. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.
13. Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo.
14. Ora, Deus, que também ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
15. Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo.
16. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.
17. Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.
18. Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
19. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20. Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
sábado, 19 de janeiro de 2013
Avancemos.
“Irmãos, quanto a mim, não
julgo que haja alcançado a perfeição, mas uma coisa faço, e é que,
esquecendo-me das coisas que atrás ficam. avanço para as que se encontram
diante de mim.” – Paulo. (Filipenses, 3:13 e 14.)
Na estrada cristã, somos
defrontados sempre por grande número de irmãos que se aquietaram à sombra da
improdutividade, declarando-se acidentados por desastres espirituais.
É alguém que chora a perda de
um parente querido, chamado à transformação do túmulo.
É o trabalhador que se viu
dilacerado pela incompreensão de um amigo.
É o missionário que se
imobilizou à face da calúnia.
É alguém que lastima a
deserção de um consócio da boa luta.
É o operário do bem que clama
indefinidamente contra a fuga da companheira que lhe não percebeu a dedicação
afetiva.
É o idealista que espera uma
fortuna material para dar início às realizações que lhe competem.
É o cooperador que permanece
na expectativa do emprego ricamente remunerado para consagrar-se às boas obras.
É a mulher que se enrola no
cipoal da queixa contra os familiares incompreensivos.
É o colaborador que se
escandaliza com os defeitos do próximo, congelando as possibilidades de servir.
É alguém que deplora um erro
cometido, menosprezando as bênçãos do tempo em remorso destrutivo.
O passado, porém, se guarda as
virtudes da experiência, nem sempre é o melhor condutor da vida para o futuro.
É imprescindível exumar o
coração de todos os envoltórios entorpecentes que, por vezes, nos amortalham a
alma.
A contrição, a saudade, a
esperança e o escrúpulo são sagrados, mas não devem representar impedimento ao
acesso de nosso espírito à Esfera Superior.
Paulo de Tarso, que conhecera
terríveis aspectos do combate humano, na intimidade do próprio coração, e que
subiu às culminâncias do apostolado com o Cristo, nos oferece roteiro seguro ao
aprimoramento.
“Esqueçamos todas as
expressões inferiores do dia de ontem e avancemos para os dias iluminados que
nos esperam” – eis a essência de seu aviso fraternal à comunidade de Filipos.
Centralizemos nossas energias
em Jesus e caminhemos para diante.
Ninguém progride sem
renovar-se.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
I Coríntios 6.
1.
Ousa
algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos,
e não perante os santos? 3. Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?
4. Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julgá-los os que são de menos estima na igreja?
5. Para vos envergonhar o digo. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?
6. Mas o irmão vai a juízo com o irmão, e isto perante infiéis.
7. Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano?
8. Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano, e isto aos irmãos.
9. Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?
10. Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
11. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus.
12. Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma.
13. Os alimentos são para o estômago e o estômago para os alimentos; Deus, porém, aniquilará tanto um como os outros. Mas o corpo não é para a prostituição, senão para o Senhor, e o Senhor para o corpo.
14. Ora, Deus, que também ressuscitou o Senhor, nos ressuscitará a nós pelo seu poder.
15. Não sabeis vós que os vossos corpos são membros de Cristo? Tomarei, pois, os membros de Cristo, e fá-los-ei membros de uma meretriz? Não, por certo.
16. Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela? Porque serão, disse, dois numa só carne.
17. Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.
18. Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo.
19. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
20. Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus.
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
União Fraternal.
“Procurando guardar a unidade
do espírito pelo vínculo da paz.” – Paulo. (Efésios, 4:3.)
À frente de teus olhos, mil
caminhos se descerram, cada vez que te lembras de fixar a vanguarda distante.
São milhões de sendas que
marginam a tua. Não olvides a estrada que te é própria e avança, destemeroso.
Estimarias, talvez, que todas
as rotas se subordinassem à tua e reportas-te à união, como se os demais
viajores da vida devessem gravitar ao redor de teus passos...
Une-te aos outros, sem exigir
que os outros se unam a ti.
Procura o que seja útil e
belo, santo e sublime e segue adiante...
A nascente busca o regato, o
regato procura o rio e o rio liga-se ao mar.
Não nos esqueçamos de que a
unidade espiritual é serviço básico da paz.
Observas o irmão que se devota
às crianças?
Reparas o companheiro que se
dispôs a ajudar aos doentes?
Identificas o cuidado daquele
que se fez o amigo dos velhos e dos jovens?
Assinalas o esforço de quem se
consagrou ao aprimoramento do solo ou à educação dos animais?
Aprecias o serviço daquele que
se converteu em doutrinador na extensão do bem?
Honra a cada um deles, com o
teu gesto de compreensão e serenidade, convencido de que só pelas raízes do
entendimento pode sustentar-se a árvore da união fraterna, que todos ambicionamos
robusta e farta.
Não admitas que os outros
estejam enxergando a vida através de teus olhos.
A evolução é escada infinita.
Cada qual abrange a paisagem de acordo com o degrau em que se coloca.
Aproxima-te de cada servidor
do bem, oferecendo-lhe o melhor que puderes, e ele te responderá com a sua
melhor parte.
A guerra é sempre o fruto
venenoso da violência.
A contenda estéril é resultado
da imposição.
A união fraternal é o sonho
sublime da alma humana, entretanto, não se realizará sem que nos respeitemos
uns aos outros, cultivando a harmonia, à face do ambiente que fomos chamados a
servir. Somente alcançaremos semelhante realização “procurando guardar a
unidade do espírito pelo vínculo da paz”.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
I Coríntios 5.
1.
Geralmente
se ouve que há entre vós fornicação, e fornicação tal, que nem ainda entre os
gentios se nomeia, como é haver quem abuse da mulher de seu pai.
2. Estais ensoberbecidos, e nem ao menos vos entristecestes por não ter sido dentre vós tirado quem cometeu tal ação.
3. Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou,
4. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo,
5. Seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.
6. Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?
7. Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
8. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.
9. Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem;
10. Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo.
11. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.
12. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro?
13. Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.
a
2. Estais ensoberbecidos, e nem ao menos vos entristecestes por não ter sido dentre vós tirado quem cometeu tal ação.
3. Eu, na verdade, ainda que ausente no corpo, mas presente no espírito, já determinei, como se estivesse presente, que o que tal ato praticou,
4. Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, juntos vós e o meu espírito, pelo poder de nosso Senhor Jesus Cristo,
5. Seja entregue a Satanás para destruição da carne, para que o espírito seja salvo no dia do Senhor Jesus.
6. Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa?
7. Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.
8. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade.
9. Já por carta vos tenho escrito, que não vos associeis com os que se prostituem;
10. Isto não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo.
11. Mas agora vos escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.
12. Porque, que tenho eu em julgar também os que estão de fora? Não julgais vós os que estão dentro?
13. Mas Deus julga os que estão de fora. Tirai, pois, dentre vós a esse iníquo.
a
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Diante do Senhor.
“Por que não entendeis a minha
linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.” – Jesus. (João, 8:43.)
A linguagem do Cristo sempre
se afigurou a muitos aprendizes indecifrável e estranha.
Fazer todo o bem possível,
ainda quando os males sejam crescentes e numerosos.
Emprestar sem exigir
retribuição.
Desculpar incessantemente.
Amar os próprios adversários.
Ajudar aos caluniadores e aos
maus.
Muita gente escuta a Boa Nova,
mas não lhe penetra os ensinamentos.
Isso ocorre a muitos
seguidores do Evangelho, porque se utilizam da força mental em outros setores.
Crêem vagamente no socorro
celeste, nas horas de amargura, mostrando, porém, absoluto desinteresse ante o
estudo e ante a aplicação das leis divinas. A preocupação da posse lhes absorve
a existência.
Reclamam o ouro do solo, o pão
do celeiro, o linho usável, o equilíbrio da carne, o prazer dos sentidos e a
consideração social, com tamanha volúpia que não se recordam da posição de
simples usufrutuários do mundo em que se encontram e nunca refletem na
transitoriedade de todos os patrimônios materiais, cuja função única é a de
lhes proporcionar adequado clima ao trabalho na caridade e na luz, para
engrandecimento do espírito eterno.
Registram os chamamentos do
Cristo, todavia, algemam furiosamente a atenção aos apelos da vida primária.
Percebem, mas não ouvem.
Informam-se, mas não entendem.
Nesse campo de contradições,
temos sempre respeitáveis personalidades humanas e, por vezes, admiráveis
amigos.
Conservam no coração enormes
potenciais de bondade, contudo, a mente deles vive empenhada no jogo das formas
perecíveis.
São preciosas estações de
serviço aproveitável, com o equipamento, porém, ocupado em atividades mais ou
menos inúteis.
Não nos esqueçamos, pois, de
que é sempre fácil assinalar a linguagem do Senhor, mas é preciso
apresentar-lhe o coração vazio de resíduos da Terra, para receber-lhe, em
espírito e verdade, a palavra divina.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
I Coríntios 4.
1.
Que
os homens nos considerem como ministros de Cristo, e despenseiros dos mistérios
de Deus.
2. Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel.
3. Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por algum juízo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo.
4. Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor.
5. Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor.
6. E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro.
7. Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?
8. Já estais fartos! já estais ricos! sem nós reinais! e quisera reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco!
9. Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens.
10. Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós vis.
11. Até esta presente hora sofremos fome, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa,
12. E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos;
13. Somos blasfemados, e rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a escória de todos.
14. Não escrevo estas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados.
15. Porque ainda que tivésseis dez mil aios em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; porque eu pelo evangelho vos gerei em Jesus Cristo.
16. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.
17. Por esta causa vos mandei Timóteo, que é meu filho amado, e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em cada igreja.
18. Mas alguns andam ensoberbecidos, como se eu não houvesse de ir ter convosco.
19. Mas em breve irei ter convosco, se o Senhor quiser, e então conhecerei, não as palavras dos que andam ensoberbecidos, mas o poder.
20. Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder.
21. Que quereis? Irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?
2. Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel.
3. Todavia, a mim mui pouco se me dá de ser julgado por vós, ou por algum juízo humano; nem eu tampouco a mim mesmo me julgo.
4. Porque em nada me sinto culpado; mas nem por isso me considero justificado, pois quem me julga é o Senhor.
5. Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um receberá de Deus o louvor.
6. E eu, irmãos, apliquei estas coisas, por semelhança, a mim e a Apolo, por amor de vós; para que em nós aprendais a não ir além do que está escrito, não vos ensoberbecendo a favor de um contra outro.
7. Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?
8. Já estais fartos! já estais ricos! sem nós reinais! e quisera reinásseis para que também nós viéssemos a reinar convosco!
9. Porque tenho para mim, que Deus a nós, apóstolos, nos pôs por últimos, como condenados à morte; pois somos feitos espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens.
10. Nós somos loucos por amor de Cristo, e vós sábios em Cristo; nós fracos, e vós fortes; vós ilustres, e nós vis.
11. Até esta presente hora sofremos fome, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa,
12. E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados, e bendizemos; somos perseguidos, e sofremos;
13. Somos blasfemados, e rogamos; até ao presente temos chegado a ser como o lixo deste mundo, e como a escória de todos.
14. Não escrevo estas coisas para vos envergonhar; mas admoesto-vos como meus filhos amados.
15. Porque ainda que tivésseis dez mil aios em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; porque eu pelo evangelho vos gerei em Jesus Cristo.
16. Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores.
17. Por esta causa vos mandei Timóteo, que é meu filho amado, e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em cada igreja.
18. Mas alguns andam ensoberbecidos, como se eu não houvesse de ir ter convosco.
19. Mas em breve irei ter convosco, se o Senhor quiser, e então conhecerei, não as palavras dos que andam ensoberbecidos, mas o poder.
20. Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder.
21. Que quereis? Irei ter convosco com vara ou com amor e espírito de mansidão?
domingo, 13 de janeiro de 2013
Autolibertação.
“... Nada trouxemos para este
mundo e manifesto é que nada podemos levar dele.” – Paulo. (1ª Epístola a Timóteo,
6:7.)
Se desejas emancipar a alma
das grilhetas escuras do “eu”, começa o teu curso de autolibertação, aprendendo
a viver “como possuindo tudo e nada tendo”, “com todos e sem ninguém”.
Se chegaste à Terra na
condição de um peregrino necessitado de aconchego e socorro e se sabes que te
retirarás dela sozinho, resigna-te a viver contigo mesmo, servindo a todos, em
favor do teu crescimento espiritual para a imortalidade.
Lembra-te de que, por força
das leis que governam os destinos, cada criatura está ou estará em solidão, a
seu modo, adquirindo a ciência da auto-superação.
Consagra-te ao bem, não só
pelo bem de ti mesmo, mas, acima de tudo, por amor ao próprio bem.
Realmente grande é aquele que
conhece a própria pequenez, ante a vida infinita.
Não te imponhas,
deliberadamente, afugentando a simpatia; não dispensarás o concurso alheio na
execução de tua tarefa.
Jamais suponhas que a tua dor
seja maior que a do vizinho ou que as situações do teu agrado sejam as que devam
agradar aos que te seguem. Aquilo que te encoraja pode espantar a muitos e o
material de tua alegria pode ser um veneno para teu irmão.
Sobretudo, combate a tendência
ao melindre pessoal com a mesma persistência empregada no serviço de higiene do
leito em que repousas. Muita ofensa registrada é peso inútil ao coração.
Guardar o sarcasmo ou o
insulto dos outros não será o mesmo que cultivar espinhos alheios em nossa
casa?
Desanuvia a mente, cada manhã,
e segue para diante, na certeza de que acertaremos as nossas contas com Quem
nos emprestou a vida e não com os homens que a malbaratam.
Deixa que a realidade te
auxilie a visão e encontrarás a divina felicidade do anjo anônimo, que se
confunde na glória do bem comum.
Aprende a ser só, para seres
mais livre no desempenho do dever que te une a todos, e, de pensamento voltado
para o Amigo Celeste, que esposou o caminho estreito da cruz, não nos esqueçamos
da advertência de Paulo, quando nos diz que, com alusão a quaisquer patrimônios
de ordem material, “nada trouxemos para este mundo e manifesto é que nada
podemos levar dele”.
Fonte Viva. Chico
Xavier ditado pelo espírito Emmanuel.
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