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quarta-feira, 19 de agosto de 2020

São João Eudes


João Eudes foi um reformador religioso que viveu no século XVII. Além de ter fundado algumas instituições e realizado mais de 100 missões em toda a França, também enfrentou um dos períodos que a peste assolou a Europa.
Nasceu no norte da França em novembro de 1601, na Vila de Ri. Fez os primeiros estudos num colégio jesuíta e aos 22 anos, entrou para a Congregação do Oratório, onde foi ordenado padre dois anos mais tarde.
Quando houve a epidemia da peste em 1627, cuidou dos enfermos e de suas famílias sem temor de pegar a doença. E para que seus companheiros da congregação não fossem contaminados, dormia num barril do lado de fora de casa.
Sua experiência em ir até onde o povo estava, o levou a repensar a forma como o Clero se relacionava com os cristãos. Na sua concepção, o clero era uma forma da misericórdia divina se expressar para atender os mais necessitados.
Em 1643, fundou a Congregação de Jesus e Maria e também uma ordem feminina, Nossa Senhora da Caridade do Refúgio, que tinha por missão atender às mulheres e crianças abandonadas.
São João Eudes faleceu em Caen, norte da França, em 1680, no dia 19 de agosto, aos 78 anos de idade. Foi beatificado em abril de 1909, pelo Papa Pio X, e canonizado em maio de 1925,  pelo Papa Pio XII.

terça-feira, 14 de julho de 2020

Santa Índia de Nova York

Santa Kateri (Caterina) Tekakwitha é a primeira índia norte-americana a ser venerada na Igreja Católica. Ela nasceu em 1656 em Ossernenon, Confederação Iroquois, onde atualmente é Auriesville, uma aldeia que fica a nordeste da cidade de Glen, no Condado de Montgomery, em Nova York. 
Quando criança, foi a única de sua família a sobreviver à varíola. Seu pai era um chefe moicano e sua mãe, uma índia cristianizada. Após ficar órfã, foi morar com um tio e se aprofundou na religião de sua falecida mãe. Aos 19 anos, entrou em contato com missionários jesuítas do Canadá e um ano depois, recebeu o batismo católico romano. Não quis se casar, preferindo fazer voto de castidade. Após a sua morte, aos 24 anos de idade, vários milagres foram atribuídos a ela. Ficou conhecida pela sua castidade e pelo hábito de se mortificar. Suas atribuições são os lírios, a tartaruga e o Santo Rosário. 
Foi beatificada pelo Papa João Paulo II, em 1980, e canonizada em 21 de outubro de 2012, na Basílica de São Pedro pelo Papa Bento XVI. Sua festa litúrgica é 14 de julho nos Estados Unidos e 17 de abril em outros países.