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sábado, 13 de novembro de 2010

Nossa Senhora de Garabandal.

Hoje em São Sebastião de Garabandal, norte da Espanha, é celebrado o dia da última aparição de Nossa Senhora de Garabandal. A Virgem Santíssima, teria aparecido à quatro crianças de 11 e 12 anos de idade no início da década de 60 do século passado.

Na primeira aparição, elas teriam visto um anjo. E dias depois, Nossa Senhora.

A Mãe Cósmica, que passou a ser uma de suas denominações, teria passado um Aviso às crianças. Teria dito que um acontecimento se daria no céu. E não seria de causas naturais, mas sobrenaturais. Também não seria um cometa, nem asteróide e nem algum fenômeno natural.

O objetivo desse acontecimento é chamar atenção de todas as pessoas e para acordar aquelas que estiverem dormindo. A Virgem também teria dito que este acontecimento começava pela letra A.

E segundo ela, não seria o fim do mundo. O fim do mundo não é para essa geração, nem para a próxima, nem para a seguinte, mas apenas para daqui a alguns séculos, disse. Assim como o Anticristo, que nasceria só daqui a alguns séculos também.

As crianças sabiam quando as visões estavam para acontecer. Três luzes muito fortes apareciam para elas. Após a terceira, elas corriam para o lugar onde se dera a primeira visão. Ficavam numa espécie de transe extático. Não se importavam se estavam ajoelhadas nas rochas ásperas e pontiagudas ou transpirando muito. Ficavam insensíveis à espetadas de alfinetes, queimaduras com fósforos e contatos físicos.

As pupilas dos olhos ficavam dilatadas. E quando a visão acontecia à noite, os holofotes centrados sobre o rosto das meninas não provocava nenhum efeito nas pupilas.

Esta devoção, não é reconhecida pela Igreja. Alguns bispos chegaram a pesquisar esta história mas a conclusão que tiraram foi de que não havia milagre nenhum. Muito menos aparições ou avisos.

No entanto, as pessoas que presenciaram os momentos em que as crianças estariam vislumbrando A Virgem, não tiveram dúvidas. Elas estariam mesmo em comunhão com a Virgem.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Antigo Egito e os ETs.

O Antigo Egito remete à imagem de uma civilização cercada de mistérios, de tesouros escondidos e maldições devido às tumbas dos faraós depositadas nas famosas construções piramidais.

Pesquisas, estudos, cálculos e muito mais já foram feitos para tentar chegar a uma conclusão sobre a origem arquitetônica dessa civilização. Dentre as hipóteses está a interferência de uma inteligência extraterrestre.

Os aspectos enigmáticos se referem à suposta presença alienígena marcada em artefatos egípcios, pinturas hieroglíficas e principalmente na construção das pirâmides e templos colossais desse antigo império.

Segundo a mitologia, os primeiros reis eram deuses que desceram à Terra para realizar obras como a canalização do rio Nilo, por exemplo. Teriam reinado por 9 mil anos. Depois, seu filho Rá, deus Sol, na sucessão, teria reinado por mil anos. Outros deuses teriam também aportado na Terra em suas barcas celestiais e após o período de reinado, o governo terrestre teria passado para os semi-deuses.

Um defensor da teoria dos extraterrestres é o suíço Erich Von Daniken, que escreveu o livro “Eram os deuses astronautas?” Ele especula também a possibilidade de outras civilizações terrestres terem sido resultado de interferências alienígenas. O autor apresenta como provas as coincidências entre as pirâmides egípcias e incas, os misteriosos moais da Ilha de Páscoa, entre outras maravilhas do planeta.

Na sua visão, essas estruturas possuem um propósito tão maravilhoso e tão misterioso que não poderiam ter sido construídas sem uma ajuda de fora. Sendo que esses seres de fora teriam sido considerados divindades pelos antigos povos justificando a explicação do título do seu livro.

Para quem se interessa sobre assuntos ligados ao Antigo Egito e suas pirâmides, domingo haverá uma palestra no Rio de Janeiro que relaciona o período dessa civilização com uma presença extraterrestre na terra. Confira aqui os detalhes desse evento.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.


terça-feira, 13 de julho de 2010

Atlântida, o continente perdido.

Os primeiros registros sobre Atlântida foram narrados por Platão, filósofo grego que viveu no século 4 a.C. Platão narra a guerra entre Atenas e os habitantes de Atlântida.

Esse relato se inicia no diálogo Timeu e descreve a criação do mundo pelo Demiurgo, a criação das almas humanas e a pré-história da humanidade no tempo atlante.

Na Atlântida de Platão, encontra-se a mítica história de Posêidon e seus 10 filhos. Uma terra riquíssima por sua flora, fauna e por seus inesgotáveis tesouros minerais: ouro, cobre, ferro e oricalco, um metal que brilhava como fogo. A monarquia que ali existia procurava vencer e sujeitar também a então cidade de Atenas.

Mas os atenienses não se intimidaram. Combateram sozinhos e conseguiram vencer os atlantes garantindo assim a liberdade de todos.

Só que durante a guerra, tanto Atlântida quanto Atenas foram submersas pelas águas.

Nos fragmentos de outro diálogo, Crítias, começa descrevendo uma civilização muito avançada que teria sido punida pela ira dos deuses. Platão projeta nos poucos fragmentos encontrados, seus próprios sonhos de uma organização política e social sem falhas.

Mas Atlântida era perfeita demais para durar. A medida que o tempo foi passando, seus habitantes foram se tornando materialistas. As riquezas terrenas passaram a dominar o caráter humano dos atlantes e a diminuir o “elemento divino” que existia neles.

A centelha que Platão acendeu sobre o passado da humanidade permanece viva até hoje. Mesmo sendo Crítias um diálogo incompleto.

Há também a hipótese de que os sobreviventes de Atlântida tenham se refugiado em outras terras e o seu conhecimento se perdido com o passar dos séculos. Novas civilizações então teriam se formado sem saber a origem do seu passado.

Se no Timeu, Platão contou a origem do universo, nos diálogos seguintes, contaria a origem do homem. Esses diálogos ou se perderam, ou nunca existiram. Mas acabaram levando o homem a uma busca perdida na sua própria origem.

Esse tema já levou muitos estudiosos ao fundo do mar. O francês Jacque Cousteau, por exemplo, realizou uma expedição a um dos possíveis lugares onde a cidade atlante teria desaparecido. Mas os vestígios que encontrou eram de civilizações recentes.

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