Rhiannon é associada a soberania, cavalos brancos, outro mundo (Annwn), independência feminina, provas e resistência.
De acordo com a história, ela foi acusada injustamente de matar o próprio filho e
aceitou uma punição humilhante até que a verdade surgisse. Ela não gritou nem
implorou. Apenas permaneceu. É um mito sobre honra, resistência e soberania
interior.
Rhiannon representa a dignidade que não depende da aprovação
externa, a mulher que conhece o próprio valor e o autogoverno que nasce do
silêncio consciente.
Ela nos lembra que força não é barulho, mas permanência.
A reflexão de hoje nos traz o questionamento sobre onde estamos
cedendo nossa autonomia. E onde precisamos permanecer firmes, mesmo que
incompreendidos.
E ainda, devemos lembrar que nem toda batalha exige
confronto, mas presença.
A soberania começa por dentro.

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