Mais do que lembrar uma figura histórica, esta data existe para lançar luz sobre a realidade de milhões de pessoas que convivem com o transtorno bipolar e ainda enfrentam desinformação, preconceito e julgamentos superficiais.
O transtorno bipolar não é “exagero”, “instabilidade comum” ou “falta de controle”. É uma condição de saúde mental séria, complexa e que precisa ser tratada com responsabilidade, empatia e acompanhamento adequado.
Neste 30 de março, o convite é simples e necessário:
mais escuta, menos estigma.
Mais informação, menos rótulo.
Mais humanidade, menos julgamento.
Porque saúde mental também precisa de respeito.

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