O autismo não é falta de humanidade, é outra gramática da experiência. Há sensibilidades ampliadas, lógicas próprias, tempos diferentes. O que muitas vezes se chama de “limitação” é, na prática, um descompasso entre a pessoa e um mundo pouco preparado para acolher a diversidade neurológica.
A oração, aqui, não é pedido de correção. É compromisso ético. É intercessão por respeito, acesso, escuta e cuidado real. É desejo de que famílias sejam amparadas, educadores preparados, políticas públicas efetivas e comunidades verdadeiramente inclusivas.
Chave simbólica do dia
Escuta profunda
Acolhimento sem correção
Respeito às diferenças neurológicas
Amor traduzido em ação
Oração-reflexão
Que aprendamos a diminuir o ruído do mundo.
Que saibamos oferecer previsibilidade onde há excesso.
Que o afeto não exija performance.
E que ninguém precise se adaptar à dor para ser aceito.
Orar pelo autista é orar por uma sociedade mais justa.
Onde existir diferente não seja sinônimo de existir sozinho.
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