
Nas histórias, sejam elas de contos de fadas ou de bruxas e druidas, a varinha de condão é um poderoso instrumento para concretizar um desejo, seja para o bem ou para o mal.
Todas as fadas têm uma varinha. A Fada Madrinha, da Cinderela, a Fada Sininho, de Peter Pan, a Fada Azul, de Pinóchio e por aí vai. E as feiticeiras e bruxas também, cada qual com seu bastão mágico.
Esse instrumento pode ser feito de diversos materiais. Vai depender da aplicação que se der a ele. Também pode ser natural ou adornado com pinturas, inscrições, cristais, penas, contas ou qualquer outra coisa.
Hoje existem muitas opções de varinha mágica à venda no mercado. Depois da saga de Harry Potter, elas se popularizaram ainda mais.
O melhor seria se a varinha fosse feita de um galho de Aveleira, árvore considerada mágica. Diz-se que a Aveleira está associada à atributos misteriosos. Talvez porque acreditava-se que suas raízes tocavam o mundo inferior.
Entre o povo celta, as varinhas eram feitas dos galhos desta árvore. Era o símbolo do poder do druida sobre os elementos. Ela seria capaz de ajudar a descobrir tesouros escondidos, fontes de água e jazidas de minérios.
O bastão de Hermes, o mensageiro dos deuses, era feito da Aveleira e chamava-se Caduceu, nome que se origina da heráldica. Ele possuía duas serpentes entrelaçadas. O Caduceu simbolizava proteção para os mensageiros enquanto eles levavam as novidades políticas e comerciais.

Se você quer também uma varinha mágica para chamar de sua, encontre uma Aveleira e peça-lhe permissão para retirar um galho. Consagre-a num ritual onde você deve mostrá-la para a lua e para o sol. Cada um a seu tempo durante o dia.
Um galho da árvore é como o dedo de Deus. Nos investimos com parte desse poder onisciente para mudar, transformar ou transmutar o que desejarmos.
É também vista como o veículo de nosso Ego. Faz sentido.
A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.