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domingo, 22 de março de 2026

Previsão do Ano Novo Esotérico

Esse novo ano chega com uma assinatura clara: movimento, impulso, coragem e inauguração. Áries abre o zodíaco. É o signo do começo, da faísca inicial, do gesto que rompe a inércia. Quando o Sol entra nesse signo, a simbologia dominante passa a favorecer atitude, afirmação, autonomia e desejo de abrir caminhos. Em linguagem espiritual, é um portal de iniciativa. Em linguagem humana, é o tempo de sair do rascunho.

Mas o ano não parece falar apenas de ação rápida. Em 2026, vários textos astrológicos destacam a presença de Saturno e Netuno em Áries ao longo do ano, além da importância do chamado ponto 0° de Áries, frequentemente tratado por astrólogos como um ponto de início coletivo. Isso sugere uma combinação curiosa: fogo para começar, mas também pressão para dar forma ao que antes era só sonho, ideal ou intuição. Em outras palavras, não basta querer. Este ciclo pede direção, estrutura e coragem para sustentar o que for iniciado.

Esse ano tende a favorecer tudo o que exige posicionamento. Projetos engavetados, conversas adiadas, escolhas proteladas e versões antigas de si mesmo podem começar a ficar insustentáveis. A energia ariana não gosta de estagnação. Ela empurra.

Ao mesmo tempo, há um alerta importante: toda energia de início também pode vir carregada de ansiedade, impaciência e excesso de reação. O risco deste ciclo não está em se mover, mas em se mover sem centro. Por isso, a grande lição do novo ano esotérico parece ser esta: agir, sim, mas com consciência do que se está inaugurando.

Este tende a ser um ano de cortes necessários, retomada de poder pessoal, coragem para iniciar, confronto com zonas de conforto, nascimento de novas identidades e menos fantasia e mais convocação à ação.

Espiritualmente, o recado é direto: o ciclo mudou, e ele não combina com paralisia. O que estava morno tende a pedir definição. O que estava disperso tende a pedir foco. O que estava oculto dentro da alma tende a querer forma, nome e direção.

A reflexão para o esse início de ciclo é: o que em mim finalmente está pronto para nascer?

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Neptuno, Planeta Azul.

Neptuno é o oitavo planeta do Sistema Solar e o último, em ordem de afastamento a partir do Sol. Foi descoberto no dia 23 de setembro de 1846. É o quarto maior planeta, do nosso sistema, em diâmetro, e tem 17 vezes a massa da Terra.


Recebeu o nome do Deus dos mares e seu símbolo astronômico é uma versão estilizada de um tridente de Neptuno.

A descoberta de Neptuno deu-se diferente da dos outros planetas. Foi por previsão matemática e não por observação empírica. Sua atmosfera é notável pelos seus padrões climáticos activos e visíveis. Como por exemplo, os ventos. Os ventos que ocorrem em Neptuno são os mais fortes de qualquer outro planeta do sistema solar. Podem chegar a atingir 2.100 km/h.

A sonda espacial Voyager 2 já voou no espaço de Neptuno, em 25 de Agosto de 1989. A sonda identificou importantes detalhes da atmosfera do planeta, confirmou a existência de cinco anéis e detectou novas luas além das já descobertas. A temperatura na alta atmosfera do Planeta é geralmente próxima de -218 °C. É um dos mais frios do sistema solar, devido à sua grande distância do sol.

Galileu parece ter observado Neptuno por volta de 1612. Nos seus desenhos astronômicos, ele pensou que se tratasse de uma estrela fixa. Na ocasião em que fez a observação, Neptuno havia iniciado o período retrógrado do seu movimento aparente no céu e também não poderia ser percebido da Terra por meio dos instrumentos que Galileu dispunha.

Os astrônomos Urbain Le Verrier e Johann Gottfried Galle foram os responsáveis pela descoberta em 23 de setembro. Dezessete dias depois, o astrônomo inglês William Lassell descobriu o seu principal satélite, Tritão. Em meados do século XX, Gerard Kuiper descobriu a segunda lua de Neptuno, Nereida. E Harold Reitsema, em 1981, descobriu a terceira lua, Larissa. As outras 10 luas foram detectadas pela sonda Voyager 2.

A escolha do nome do Planeta gerou alguns conflitos. Chegou a ser chamada de Jano, Oceano e até de Le Verrier. Mas Neptuno acabou se tornando internacionalmente aceito. Neptuno na mitologia romana, é o deus dos mares, identificado com o grego Poseidon.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Netuno, Rei dos Mares.

Hoje é o primeiro dia do festival romano que homenageia Netuno, deus dos mares e dos terremotos. Também o chamam de Deus da Irrigação.

Filho de Saturno, na mitologia Romana, Netuno e seus dois irmãos, Plutão e Júpiter, herdaram a Terra. Netuno ficou com os mares, Júpiter com os ares e Plutão com o mundo subterrâneo.

Considerado terrível e poderoso, Netuno também era o Deus criador dos terremotos. Percorria as profundezas do oceano num carro puxado por cavalos marinhos de ouro. Quando irritado, fosse por outros deuses ou por humanos, sacudia seu tridente para agitar as águas e provocar tempestades repentinas.

Quando de bom humor, enviava ventos favoráveis para os barcos chegarem com segurança a seus destinos.

O caminho por esse reino das águas nunca é linear. Ao contrário. É curvo, tortuoso. Nele, é difícil saber o quanto se anda e se realmente estamos na direção certa.

Em homenagem à Netuno, os marinheiros criaram o Festival da Neptunália. Um festival romano que ocorria no período de calor do verão, para se conjurar a seca e pedir proteção às atividades agrícolas. Duravam três dias.

Nesse evento eram realizados jogos e erguiam-se pequenas cabanas com galhos e folhas chamados de tabernáculos. E à sombra desses tabernáculos se realizavam banquetes ao ar livre.

O correspondente à Netuno na Mitologia Grega é Poseidon, filho de Cronos e irmão de Hades, o Rei dos Infernos, e de Zeus, Rei dos Céus.

Em Teresina, Piauí, haverá um encontro para debater e celebrar a Neptunália. Confira.

A imagem 1 veio daqui.
A imagem 2 veio daqui.